YARA ~~~ filha das águas ~~~

Ondas de Idéias em Debate

ReviewReviewReviewReviewReviewUMBANDA MEU CAMINHOJul 24, '08 9:36 PM
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Category:Other
[Escrito por alexdeoxossi em Julho 22, 2008]

Não direi mais “não posso”, pois Ogum me trará a persistência, determinação e tenacidade para conseguir.

Não direi mais “não tenho”, pois Oxosse me dará a energia vital para trabalhar e obter.

Não direi mais “não tenho fé”, porque Omulu me ensinará a compreender e aceitar meu karma.

Não direi mais “sou fraco”, porque Oxum me trará equilíbrio emocional, Iemanjá a auto-estima e Iansã firmeza e Nanã clareza de raciocínio para que eu entenda as minhas limitações.

Não direi mais “não sei”, pois Xangô me trará o conhecimento, para que eu o use com discernimento e justiça.

Não direi mais “estou derrotado”, porque aprendi com cada entidade da Umbanda que nada supera a força de sermos filhos de Deus.

Não direi mais “estou perdido”, pois encontrei a Umbanda, que com a luz do amor e da caridade, iluminou minha alma e me deu um caminho.


ReviewReviewReviewReviewReviewHistória de Exú MorcegoJul 22, '08 10:50 PM
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Category:Other
Em um castelo, inteiramente de pedra, mal cuidado e isolado no meio de uma floresta, típico daqueles pertencentes ao feudo europeu, vivia um homem branco e corpulento, trajando uma surrada roupa, provavelmente antes pertencente a um guarda-roupa fino. Percebia-se o desgaste causado pelo passar do tempo, pois ainda carregava uma grossa e rica corrente de ouro de bom quilate, com um enorme crucifixo do mesmo cobiçado material. Parecia viver na solidão, muito embora no castelo vivessem vários serviçais. Na torre do castelo, as janelas foram fechadas com pedra, e só pequenas frestas foram feitas no alto das paredes. A luz não podia entrar. A torre não tinha paredes internas, formando uma enorme sala, com pesada mesa de madeira tosca, tendo como iluminação dois castiçais de um só vela cada. Ao lado da tênue luz das velas, livros se espalhavam sobre a mesa, mostrando ser aquele homem um estudioso e que algo buscava na literatura. De braços abertos, com um capuz preto cobrindo sua cabeça, emitia estranhos e finos sons, tentando descobrir o segredo da conhecida Sagrada Arte. Pelas frestas da torre, entravam e saiam voando vários morcegos com os quais ele procurava inspiração e força para atingir sua conquista. Por quê? Não sei. A idéia e as razões eram da estranha figura. Parecia um homem de fino trato, transfigurado na fixação de atingir um poder que não lhe pertencia. Seu nome? Também não sei. Só o conheço incorporado nos terreiros como o querido mas temido Exu Morcego

Guland, o senhor alquimistta que me acompanha é proprietário de muitos mistérios e segredos, mas nenhum deles me causaram tanta admiração e respeito quanto sua linhagem de atuação. Hoje, ele é Guardião do Vale dos Suicidas e já teve seu corpo perispiritual muuuuuito deformado por suas sucessivas vidas interrompidas das mais diversas formas. E exatamente por isso levei mais de 4 anos, com o trabalho de sucessivas incorporações nas linhas de esquerda, entregas e rezas para que ele perdesse seu aspecto deforme, quase animalesco e voltasse seu aspecto humano.

Exu Morcego
Lider da 11ª falange.

Comanda Exus como Asa Negra , Exu Coruja , Exu Sombra , 7 Sombras , entre muitos outros. Exu nervoso , anti-social não é muito de prosa mas qdo faz algum tipo de trabalho como ele mesmo diz " vai buscar voando " e sempre cumpre com o que diz. Deve se ter um cuidado muito especial com este Exu, por ser considerado guardiões de muitos mistérios!!!

Laroyê Guland e moju ibá!
Laroyê Exu Morcego e moju ibá!


ReviewReviewReviewNas asas de um Andarilho!!!Jul 22, '08 3:32 PM
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Category:Other
Encontrei isso no caderno de uma amiga e achei providencial para quem segue os passos d'Aquele que encaminha...

10 MANDAMENTOS DE UM CAMINHAR

1 – Nunca medir a distância
2 – Nunca medir a altura
3 – Não medir o tempo
4 – Ser dos caminhos mas não lhes pertencer
(Meu favorito!)
5 – Conversar com o silêncio
(Uma lição que vem me cutucando com certa freqüência)
6 – Encarar o sol e a chuva como companheiros
( E a Lua Tb, por favor! rs)
7 – Não caminhar como se fosse uma obrigação
(Leveza sempre!)
8 – Não encarar o caminho meio e sim com o todo
(Segundo lugar no pódium)
9 – Respirar fundo e pisar leve
(Com asas nos pés, de preferência, adoooooro!)
10 – Repartir com todos o pão, até com o cão.


ReviewReviewReviewReviewReviewAs 2 Novas "Biblinhas"Jul 20, '08 1:43 PM
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Category:Books
Genre: Arts & Photography
Author:FRANCHINI, A. S (1) e VARIOS AUTORES (2)
Bom gente... além dos decks novos (pessoal do get, confiram no site do grupo!) estou com minhas duas mais novas biblinhas de estudos... hehehehe.

A primeira:

AS MELHORES HISTORIAS DA MITOLOGIA AFRICANA
Uma verdadeira 'dança-do-fogo' divina, repleta de ação e humor, é o que o leitor irá desfrutar ao ler 'As Melhores Histórias da Mitologia Africana'. Ogum, o temperamental deus da guerra; Oxóssi, o vibrante deus da caça; Iemanjá, a sedutora deusa dosmares; Exu, o deus ladino, fértil em truques e estratagemas; Xangô, o destemido deus do fogo e dos metais. Esses e muitos outros personagens são os protagonistas deste volume, cujas histórias são parte integrante de uma das mais ricas culturas da humanidade; a cultura africana, a mesma que inspirou quase tudo o que há de mais inovador na arte ocidental, como a música - jazz , bossa-nova, hip-hop - e as artes plásticas, das quais o exemplo mais notável é o pintor espanhol Pablo Picasso.

Site: http://www.martinsfontespaulista.com.br/site/detalhes.aspx?ProdutoCodigo=281578


A segunda:

O GRANDE LIVRO DA MITOLOGIA
(nas Artes Visuais)
Percorrendo mais de dois milênios de pinturas, mosaicos, afrescos e esculturas, esse livro mostra um vasto panorama dos personagens e lendas da mitologia clássica nas artes visuais. Uma obra com mais de 550 imagens, textos introdutórios que reconstroem a articulação entre os mitos gregos e romanos, e também um glossário de deuses, deusas e heróis.

Site: http://www.martinsfontespaulista.com.br/site/detalhes.aspx?ProdutoCodigo=253055


Tem coisa melhor em tempo de Lua Cheia?!?!


ReviewReviewReviewReviewReviewPor toda a minha vida MESMO...Jul 11, '08 1:34 AM
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Category:Music
Genre: Alternative Rock
Artist:{Especial sobre os Mamonas Assassinas}
Por esses dias, minhas prozas tem rolado com Baubo... uma Deusa que, através da alegria e do riso nos ensina a esquecer os limites da nossa existência, para que mais facilmente conseguamos vencer os obstáculos que põem em perigo a continuidade da vida... e, para tanto, recomenda a tearapia da alegria!!! Rir e sorrir. Dançar e Amar. Brincar e ser livre... quer coisa melhor para uma Aquariana????

Pois é... foi assim que hoje, madrugada de quinta pra sexta, assisti o especial "Por toda a minha vida", da Globo, falando sobre o grupo Mamonas Assassinas.

SIM!!! EU CURTO MAMONAS ASSASSINAS!!!

Sim... os caras fazem parte da minha adolescência e de uma parte de diversão e irreverência que resume muito um pedaço muito importante de mim que as vezes esqueço que sou... Pra vcs terem uma idéia... a coisa é tão parte da minha identidade que... "Carolinar" já virou verbo... e tudo que implica bagunça, festa, comemoração e coisas típicas já virou sinônimo de Carolina.

E eu gosto mesmo!!! Adoro fantasias, adoro bancar a palhaça em ggrupos, pago os diversos micos mais bizarros como comer burguer king a primeira vez com a coroinha e tudo, em plena praça de alimentação de shopping. Ivento temas de comemoração, decorações, roupas típicas e brincadeiras, músicas.

Na minha família... essas coisas já viraram "coisas da Carol"... jargões do tipo: aí a parte de brincadeira a gente conversa com a Carol... a aquariana da família!! Eu e antigamente, um primo meu (o outro aquariano, o Caio) éramos os "bobos da corte" da família... éramos os "responsáveis" pela diversão... e advinha quem descobriu os mamonas para a família??? NóS!! rsrsrsr.

Ouvimos a primeira vez e não paramos mais...
Por conta do deboche, da sátira, da leveza, da alegria... Os caras pareciam integrar tudo aquilo que eu sabia fazer dentro do âmbito familiar mas com toda a licença poética. E aí eu adorava, eu gostava mesmo. Porque, com eles, não tinha aquilo que eu odeio: o convencional, o institucional... Com eles, as apresentações podiam ser de pantufas, perucas, fantasiados... não importava!!



E eles pulavam... e eles brincavam... qtas vezes eu via entrevista deles, respondendo com uma puta ironia aquilo que era o óbvio do óbvio:

(Repórter) _ E aí Dinho, e esse próximo show, como vai ser?
(Dinho) _ Ah, Rapaz! Esse vai ser meio diferente.. super diferente. A gente no palco, cantando e pulando... o público embaixo, pulando e cantando tb... a gente achou que assim ia ficar assim... bem melhor mesmo, bem diferente....

Quer dizer... por que não?? Explorar a possibilidade de até fazer "críticas sérias" com um jeito escrachado, debochado e inteligente!!!

"Abra sua mente
Gay também é gente
Baiano fala oxente
E come vatapá

Você pode ser gótico
Ser punk ou skinhead
Tem gay que é muhamed
Tentando camuflar
(allah meu bom allah)"

Por essas e outras, com o especial da globo que me resgatou um pedaço de mim que vai me acompanhar "Por toda a minha vida mesmo"... resolvi prestigiá-los aqui. Atendendo ao chamado de Baibo, de riso e alegria, com aquilo que eu trago de saudoso, gostoso e especial... Portanto, ao top de 4 já vai:

... já, já já, já vai!!! huahauahu
Atenção creuzebek, creuzebek meu filho,
Vamos lá que vai começar a baixaria ..."



:D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D



ReviewReviewReviewReviewArtigo: O Luto Simbólico!!!Jul 9, '08 1:54 AM
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Category:Books
Genre: Other
Author:Dr. Paulo Afonso Butzke
Quando se fala em luto, logo imaginamos a morte de algum ente querido, da pessoa amada. Pensamos, enfim, em morte, em algo definitivo que não temos controle. Com certeza isso é LUTO!

O termo “luto” é mais Imageamplo do que imaginamos. Quando perdemos uma ilusão, quando não conseguimos realizar um objetivo ou quando terminamos um relacionamento, tudo isso é uma perda e com ela vem o LUTO.

Portanto, podemos dizer que o LUTO é o sentimento que está ligado a uma perda, seja ela de que ordem for. Aprendendo a elaborar o luto você vai, conseqüentemente, renunciar à fantasia do ideal.

O luto - uma dor salutar

Diante da dor do luto, pessoas podem se sentir inseguras. Contudo, é importante saber que o luto é o sentimento espontâneo e natural de dor pela perda de algo de valor e importância central para nossa vida. Ainda que, com o tempo, o conceito de valor e importância vá ganhando outros prumos no amadurecer da vida.

Apesar da crise que provoca, deste modo, o luto não é doença e não deve ser confundido com depressão ou melancolia. Na verdade, a reação do luto é inata. Já ao nascer, o ser humano chora, protesta, lamenta. Esta capacidade permanece inalterada até sua morte. Se observarmos nossa vida atentamente, veremos que, desde o início, há despedidas, separações e perdas. A primeira separação e perda é a despedida do ventre materno, lugar protegido e paradisíaco. A última despedida será a própria morte. Curiosamente, estas duas experiências existenciais, a primeira e a última, são experiências de separação, despedida e luto.

Outro fator que, ao longo de nossa vida, constantemente nos remete à perda e à despedida é o tempo, que corre impiedosamente e se esvai sem retornar jamais. Assim, a vida humana caracteriza-se por um constante despedir-se.

O luto e sua expressão emocional não deverem ser negados, reprimidos ou até mesmo sufocada à força. Se a expressão do luto for reprimida, então, é preciso contar com distúrbios psicológicos, emocionais, físicos e sociais. Quando, porém, a expressão do luto é permitida, ela propicia uma despedida sadia e nos torna conscientes que a pessoa falecida não mais estará conosco. A livre expressão do luto, portanto, nos leva à gradual superação da dor e à reorganização da vida.

**************************************

Assim, a Carol vai se apresentando ao seu novo Arcano do Semestre...
ARCANO XVIII - A MORTE: "Deixar o velho, buscar o novo como expressão de sabedoria e prosperidade!"

E, não obstante, toda morte deve vir acompanhada de um Luto... pq graças a ele, as coisas podem ser reorganizadas na vida! Eu estive assim por esses dias...

"Sofrida dor tácita
Imperativo gosto amargo
Expressão de um corpo moído,
Pulsação de um coração pisoteado!
Os músculos já pouco respondem
E a cabeça empoça-se, pesada!
E o estômago embrulha-se, enauseado...
Assim é a fisiologia do luto,
que de noite te apregoa;
mas de manhã lhe abençoa
a poder prosseguir a caminhar"


ReviewReviewReviewReviewReviewOperário em ConstruçãoJul 5, '08 12:08 PM
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Category:Books
Genre: Literature & Fiction
Author:Vinícius de Morais
Uma poesia que me acompanha desde a adolescência e quem sempre, em tempos em tempos, volta a bater a minha porta, para me prestar um pouco mais esclarecimento sobre o despertar da consciência, o enfrentar da persistência e o renovar dessa "Construção"!!!!!

{Eu sei, gente... é meio grandinho, mas juro! Vale cada palavra... recomendo!!! A primeira vez que eu li eu demorei horas para conseguir terminar o poema - e com o gosto de entrar em contato com o livro, a página e o tátil - porque eu chorava compulsivamente e, em trechos e trechos eu tinha que parar para me recompor... Ora de emoção, ora de desolação, ora de supresa, era de tristeza... Um roda de sensações... hehehe}


Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas
Ele subia com as casas
Que lhe brotavam da mão.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão:
Não sabia, por exemplo
Que a casa de um homem é um templo
Um templo sem religião
Como tampouco sabia
Que a casa que ele fazia
Sendo a sua liberdade

Era a sua escravidão.
De fato, como podia
Um operário em construção
Compreender por que um tijolo
Valia mais do que um pão?
Tijolos ele empilhava
Com pá, cimento e esquadria
Quanto ao pão, ele o comia...
Mas fosse comer tijolo!
E assim o operário ia
Com suor e com cimento
Erguendo uma casa aqui
Adiante um apartamento
Além uma igreja, à frente
Um quartel e uma prisão:
Prisão de que sofreria
Não fosse, eventualmente

Um operário em construção.
Mas ele desconhecia
Esse fato extraordinário:
Que o operário faz a coisa
E a coisa faz o operário.
De forma que, certo dia
À mesa, ao cortar o pão
O operário foi tomado
De uma súbita emoção
Ao constatar assombrado
Que tudo naquela mesa
— Garrafa, prato, facão —
Era ele quem os fazia
Ele, um humilde operário,
Um operário em construção.
Olhou em torno: gamela
Banco, enxerga, caldeirão
Vidro, parede, janela
Casa, cidade, nação!
Tudo, tudo o que existia
Era ele quem o fazia
Ele, um humilde operário
Um operário que sabia

Exercer a profissão.
Ah, homens de pensamento
Não sabereis nunca o quanto
Aquele humilde operário
Soube naquele momento!
Naquela casa vazia
Que ele mesmo levantara
Um mundo novo nascia
De que sequer suspeitava.
O operário emocionado
Olhou sua própria mão
Sua rude mão de operário
De operário em construção
E olhando bem para ela
Teve um segundo a impressão
De que não havia no mundo

Coisa que fosse mais bela.
Foi dentro da compreensão
Desse instante solitário
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário
Cresceu em alto e profundo
Em largo e no coração
E como tudo que cresce
Ele não cresceu em vão.
Pois além do que sabia
— Exercer a profissão —
O operário adquiriu
Uma nova dimensão:

A dimensão da poesia.
E um fato novo se viu
Que a todos admirava:
O que o operário dizia
Outro operário escutava.
E foi assim que o operário
Do edifício em construção
Que sempre dizia sim
Começou a dizer não.
E aprendeu a notar coisas
A que não dava atenção:
Notou que sua marmita
Era o prato do patrão
Que sua cerveja preta
Era o uísque do patrão
Que seu macacão de zuarte
Era o terno do patrão
Que o casebre onde morava
Era a mansão do patrão
Que seus dois pés andarilhos
Eram as rodas do patrão
Que a dureza do seu dia
Era a noite do patrão
Que sua imensa fadiga
Era amiga do patrão.



E o operário disse: Não!
E o operário fez-se forte

Na sua resolução.
Como era de se esperar
As bocas da delação
Começaram a dizer coisas
Aos ouvidos do patrão.
Mas o patrão não queria
Nenhuma preocupação.
— “Convençam-no” do contrário — Disse ele sobre o operário

E ao dizer isso sorria.
Dia seguinte, o operário
Ao sair da construção
Viu-se súbito cercado
Dos homens da delação
E sofreu, por destinado
Sua primeira agressão.
Teve seu rosto cuspido
Teve seu braço quebrado
Mas quando foi perguntado
O operário disse: Não!
Em vão sofrera o operário
Sua primeira agressão
Muitas outras se seguiram
Muitas outras seguirão.
Porém, por imprescindível
Ao edifício em construção
Seu trabalho prosseguia
E todo o seu sofrimento
Misturava-se ao cimento

Da construção que crescia.
Sentindo que a violência
Não dobraria o operário
Um dia tentou o patrão
Dobrá-lo de modo vário.
De sorte que o foi levando
Ao alto da construção
E num momento de tempo
Mostrou-lhe toda a região
E apontando-a ao operário
Fez-lhe esta declaração:
— Dar-te-ei todo esse poder
E a sua satisfação
Porque a mim me foi entregue
E dou-o a quem bem quiser.
Dou-te tempo de lazer
Dou-te tempo de mulher.
Portanto, tudo o que vês
Será teu se me adorares
E, ainda mais, se abandonares
O que te faz dizer não.
Disse, e fitou o operário
Que olhava e que refletia
Mas o que via o operário
O patrão nunca veria.
O operário via as casas
E dentro das estruturas
Via coisas, objetos
Produtos, manufaturas.
Via tudo o que fazia
O lucro de seu patrão
E em cada coisa que via
Misteriosamente havia
A marca de sua mão.

E o operário disse: Não!
— Loucura! — Gritou o patrão
Não vês o que te dou eu?
— Mentira! — disse o operário

Não podes dar-me o que é meu.
E um grande silêncio fez-se
Dentro do seu coração
Um silêncio de martírios
Um silêncio de prisão
Um silêncio povoado
De pedidos de perdão
Um silêncio apavorado
Como o medo em solidão
Um silêncio de torturas
E gritos de maldição
Um silêncio de fraturas
A se arrastarem no chão.
E o operário ouviu a voz
De todos os seus irmãos
Os seus irmãos que morreram
Por outros que viverão.
Uma esperança sincera
Cresceu no seu coração
E dentro da tarde mansa
Agigantou-se a razão
De um homem pobre e esquecido
Razão porém que fizera
Em operário construído
O operário em construção.


ReviewReviewReviewReviewReviewUm pouco de História...Jul 5, '08 11:19 AM
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Category:Movies
Genre: Documentary
--- WILLIAM WALLACE (1270 - 1305) ---

William Wallace é o maior dos heróis escoceses, indiscutível líder da resistência escocesa durante os primeiros anos da longa, e no final bem sucedida, luta para liberar a Escócia do domínio inglês no final do século 13.

Registros da vida de Wallace são esparsos e muitas vezes inexatos. Porque antigas descrições dos seus feitos heróicos são especulativos, e também porque ele inspirou tamanho medo nas mentes dos escritores ingleses que eles o transformaram num verdadeiro demônio.

Muitas das histórias sobre Wallace remontam ao romance do fim do século 15 chamado "The Wallace", que é veementemente anti-inglês. Os contos mais populares sobre Wallace não têm evidência documental, mas eles se fixaram na imaginação popular. ---> Wallace representou o espírito do homem comum aspirando por liberdade contra o opressor e expôs a nobreza escocesa da época como um grupo de oportunistas sem princípios <---.

Diferentemente dos nobres escoceses coniventes que colaboraram com os ingleses em troca de favores financeiros, Wallace nunca procurou fama pessoal nem se beneficiou dela, ele não obteve nem riquezas nem terra.

Wallace nasceu por volta de 1270, provavelmente perto de Ellerslie (atual Elderslie), em Ayrshire, Escócia. Seu pai foi Sir Malcolm Wallace, pequeno proprietário de terras e pouco conhecido cavaleiro escocês. Acredita-se que sua mãe foi filha de Sir Hugh Crawford, xerife de Ayr, e acredita-se que ele teve um irmão mais velho chamado Malcolm. Não há muita informação confiável sobre os primeiros anos de Wallace. Acredita-se que ele passou sua infância em Dunipace, próximo à Stirling, com seu tio, que era um padre. Em 1286, aos 16 anos, Wallace preparava-se para cursar a vida na igreja.



Naquele ano o rei Alexander III morreu, ao cair num penhasco durante uma tempestade, sem deixar herdeiros ao trono. Sua neta, Margaret, foi declarada rainha da Escócia, mas ela tinha apenas 4 anos de idade e morava na Noruega. Um governo provisório, “os guardiões”, foi estabelecido para governar o pais até que Margaret tivesse idade suficiente para assumir. Contudo, o rei inglês Edward I tirou vantagem da instabilidade da sucessão escocesa.

Neste clima sem lei o pai de Wallace foi morto num conflito com tropas inglesas em 1291. É possível que a morte de seu pai nas mãos dos ingleses tenha contribuído para o desejo de Wallace lutar pela independência de seu país. Contudo, pouco é conhecido sobre sua vida neste período, com a excessão de que ele tornou-se um fora-da-lei, guerrilheiro e revolucionário, movendo-se constantemente para enfrentar a dominação inglesa, combatendo com sua característica ferocidade.

Na ausência de um claro successor ao trono escocês, os pretendentes solicitaram o julgamento do rei inglês Edward I. Os três principais candidatos eram John de Balliol, Robert de Bruce e John de Hastings. Em 1292, Balliol foi escolhido como rei por uma comissão cuja metade dos membros foram escolhidos por Bruce e a outra metade por Balliol. Fora o sudeste da Escócia, o resto do país estava em desordem e crescia o desafio contra os ingleses. Wallace envolveu-se numa luta com soldados ingleses em Ayr. Depois de matar vários deles, ele foi preso e jogado numa masmorra e largado pra morrer de fome. Dado como morto ele foi tomado pelos aldeões, que perceberam que ele ainda estava vivo e tomaram conta dele. Ao retomar suas forças Wallace recrutou vários rebeldes e começou uma sistemática e cruel perseguição aos ingleses e a seus simpatizantes escoceses.

Cada vez com mais apoio popular, os ataques ampliaram-se. Em maio de 1297, junto com outros 30 homens, Wallace vingou-se da morte de seu pai, matando o cavaleiro responsável e seus soldados. Agora, ele não era mais um simples fora-da-lei, mas um líder militar que tinha batido um dos cavaleiros do rei Edward I, ele tornou-se o inimigo do rei. Embora a maior parte do país estivesse em mãos escocesas em agosto de 1297, Wallace recrutou um bando de plebeus e pequenos proprietários de terra para atacar o resto das forças militares inglesas entre os rios Forth e Tay. Wallace e seu companheiro, Sir Andrew de Moray, marcharam na direção do castelo de Stirling, uma fortaleza de importância estratégica vital para os ingleses. Os comandantes ingleses devem ter se sentido falsamente confiantes de que os escoceses iriam fugir ou se render. Em 11 de setembro de 1297, o exército inglês, sob ordem de John de Warenne, Conde de Surrey, enfrentou Wallace perto de Stirling. Wallace tinha muito menos homens, mas Surrey tinha que atravessar uma ponte estreita sobre o rio Forth antes de alcançar as posições escocesas.



Os homens de Wallace atraíram os ingleses a fazer um avanço impulsivo e os massacraram enquanto atravessavam o rio; os ingleses perderam quase 5,000 homens. Wallace mostrou que não era apenas um líder carismático e guerreiro, mas que também tinha habilidade tática e militar. Nunca antes disso um exército escocês havia vencido o agressor inglês. Wallace capturou o castelo de Stirling e naquele momento a Escócia estava quase livre das forças inglesas.

Na época da batalha de “Stirling Bridge”, Wallace e Moray tinham menos de 30 anos de idade e eles não eram reconhecidos pelo seus inimigos aristocratas a não ser como meros comandantes locais. Com Wallace, os escoceses pebleus e cavaleiros, em vez dos nobres, se uniram numa luta pela liberdade do tirano estrangeiro. Enquanto a nobreza escocesa usualmente cedia às demandas inglesas por fidelidade, a força patriótica de Wallace manteve-se dedicada à luta pela independência escocesa.

Em outubro de 1296, Wallace invadiu o norte da Inglaterra e destruiu os condados de Northumberland e Cumberland. Retornando para a Escócia em dezembro de 1297, ele foi proclamado cavaleiro e guardião do reino, reinando em nome de Balliol que era prisioneiro dos ingleses. Em menos de 6 anos ele saiu do anonimato para tornar-se Sir William Wallace, detentor de um dos mais poderosos postos no reino. Mesmo assim muitos nobres escoceses ainda o apoiavam de má vontade.

A empolgação após a batalha de “Stirling Bridge” durou pouco. Edward I retornou para a Inglaterra após lutar na França em março de 1298. Em 3 de julho, ele invadiu a Escócia com a intenção de massacrar Wallace e todos os que ousavam declarar a independência da Escócia. Em 22 de julho, Edward I, com seu exército de 90.000 homens, atacou um exército bem menor comandado por Wallace perto de Falkirk. Estima-se que 10.000 escoceses foram mortos nesta batalha. Embora Edward I falhasse em subjulgar completamente a Escócia antes de voltar para a Inglaterra, a reputação militar de Wallace foi arruinada. Ele fugiu para as florestas e, em dezembro, desistiu de seu título de guardião do reino, sendo sucedido por Robert de Bruce (mais tarde rei Robert I) e Sir John Comyn "the Red".



Em 5 de agosto de 1305, Wallace foi traído por um cavaleiro escocês a serviço do rei inglês. Ele foi preso perto de Glasgow e levado para Londres onde negou-se o seu status de prisioneiro militar. Ele foi julgado por assassinato de civis e foi condenado como traidor do rei apesar de manter que ele nunca havia jurado fidelidade a Edward I. Em 23 de agosto de 1305, ele foi executado. Naquela época (e pelos próximos 550 anos), a punição para o crime de traição era que o condenado seria arrastado ao local da execução pendurado pelo pescoço (mas não até a morte), e estripado (or drawn) enquanto ainda vivo, suas entranhas seriam queimadas na frente dos seus olhos, ele seria decapitado e seu corpo dividido em 4 partes.

E este foi o destino de Wallace. Sua cabeça foi empalada numa estaca e mostrada na London Bridge, seu braço direito na ponte de Newcastle-upon-Tyne, seu braço esquerdo em Berwick, sua perna direita em Perth e a esquerda em Aberdeen. Edward I deve ter acreditado que a execução de Wallace quebraria o espírito dos escoceses. Ele estava errado. Ao executar Wallace de forma tão bárbara, Edward I martirizou um popular líder militar escocês e incendiou a determinação de liberdade no povo escocês.

Quase que imediatamente, Robert I “the Bruce” reviveu a rebelião nacional que acabou por conquistar a independência para a Escócia e foi coroado rei escocês em 1306. No seu caminho para tentar reconquistar a Escócia, Edward I morreu perto de Carlisle, na Inglaterra. Centenas de anos mais tarde, no século 19, estátuas comemorando Sir William Wallace foram colocadas próxima ao rio Tweed e em Lanark. Em 1869, o “National Wallace Monument” foi construído numa colina próxima à Stirling. Essa imensa torre domina a área onde os escoceses lutaram as batalhas mais decisivas contra os ingleses nos séculos 13 e 14, “Stirling Bridge” e “Bannockburn”.

Em 1995, a história de William Wallace ficou mundialmente conhecida através do filme de Mel Gibson "Braveheart" - em português: Coração Valente!

Uma história e um filme que embalam a minha vida...




Crédito do texto: MARCOS & MARCIA - VIAGEM À ESCÓCIA EM SET/2003
http://marcanc.com/viagens/sq200309/sq2003set_wall.html

Mais sobre o filme: http://www.emulinha.info/filmes/00837.html


ReviewReviewReviewReviewReviewSábado a noite...Jun 22, '08 11:00 AM
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Category:Restaurants
Cuisine: Irish
Location:...no St. John´ s Irish Pub!!!
Como é um mááááááááááááximo se achar na balada!!!!!!!!!!!!!
Depois das fases de embalo com as "tchurmas" quando se tem 18 a 20 anos,
Depois da fase de passar aaaanos entre namoro e "pseudo"- noivado,
Depois da fase de voltar a solteirice e não se achar mais em balada nenhuma,

Ontem, finalmente, eu achei um lugar que eu realmente me achei!!!
Autêntico pub irlandês localizado no Tatuapé (Sim! Do lado de casa.. hehehe)

Inaugurado em 2005, o St. John's Irish Pub tem todos os atributos de uma casa do gênero: iluminação baixa, paredes escuras, mesa de bilhar e jogo de dardos.

Sem contar na variedade de rótulos de cerveja – são mais de 50 opções e ainda quatro marcas de chope (Kaiser, Erdinger, Guinness e Heinecken) – e aquela decoração típica de clima europeu...

O som (claro!) é sempre voltado aos grandes clássicos do rock, alternando em música ambiente e shows ao vivo. Mas, dependendo do dia, parece que eles dão destaque para blues e jazz também (adooooro!)

Para comer rola uns pratos típicos irlandeses e comidinhas tradicionais de boteco, como porções de pastéis e tiras de filé mignon.

Um lugar onde eu encerrei uma noite cheia de encontros, com um bom chopp, um cigarrinho (sim! dei uma escurregada consciente, mas mesmo assim, ontem eu simplesmente me permiti a este direito e foi muuuuito bom! hehehe), uma sinuquinha, trilha sonora... e, claro, né? Em boa companhia... rs!

O site: http://www.stjohns.com.br


ReviewReviewReviewReviewReviewMinha Homenagem ao Solstício de InvernoJun 20, '08 11:53 AM
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Category:Books
Genre: Religion & Spirituality
Author:Alberto Caeiro
Quando está frio no tempo do frio, para mim é como se estivesse agradável,
Porque para o meu ser adequado à existência das cousas
O natural é o agradável só por ser natural.

Aceito as dificuldades da vida porque são o destino,
Como aceito o frio excessivo no alto do Inverno —
Calmamente, sem me queixar, como quem meramente aceita,
E encontra uma alegria no facto de aceitar —
No facto sublimemente científico e difícil de aceitar o natural
inevitável.

[Alberto Caeiro, in Poesia, ed Assírio & Alvim, Lisboa, 2001:p.131]

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Tenho pensado muuuito sobre esse período do ano e os movimentos que ele traz. Desde tempos longínquos, li e pesquisei como a humanidade festeja o nascimento do Sol e como também este parece ser o o fenômeno mais importante da Terra. É o solstício da Luz do Sol e da Lua e do nascimento da VIDA na Terra.

Éh...

De repente chego a pensar e sentir quanto os homens precisam de datas para os ritmar, festejando na terra os ritmos do céu... Sempre foi assim com menor ou maior fidelidade.

(Carol divagando... horizonte ao longe...)

Seja como for, o fato é que o dia 21 de Junho (para o Hemisfério Sul) é, porém, o dia do Sol planetário, com ou sem religiões, com ou sem bom ou mau aproveitamento. Tudo o que se passa no céu se reflete em manifestações de festa, pagã ou cristãs, religiosas ou não, inspirando-se nas celebrações celestes.

E por quê? Eis aí o motivo que recaí em Alberto Caero para homenagear o Solstício de Inverno... Porque parece este ser o tal "facto sublimemente científico e difícil de aceitar o natural inevitável"... eterna inspiração do homem com a cabeça nas estrelas e os pés na terra, festejando os deuses (ou um só Deus), pq assim é, também, o jeito e a condição natural humana de ligar sempre o céu e a terra e, consequentemente, se religar...

E já que "o meu ser adequado à existência das cousas"...
Que venha, então, o domingo e nossa celebração do Solstício de Inverno!!!!!

Afinal, pra mim e pro meu coração e pro jeito que eu tenho de sentir minha intuição, "o natural é o agradável só por ser natural". (Obrigada, amigas, por essa grande oportunidade)


ReviewReviewReviewA Dor A OusarJun 5, '08 4:52 PM
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Category:Books
Genre: Literature & Fiction
Author:"baby lónia"
se me custa pedir
mais dói faltar
o que preciso receber
sem pedir ousar
mas ouso
enfim
doer se é dor pedir
faltar é perceber
que custa
enfim
saber o quanto dói
a dor a ousar de
precisar

Publicado por "baby lónia" • às 01:01 AM • Categoria: Poesia • blábláblá
Fonte: http://www.mgrande.com/weblog/index.php/babylonia/comments/a_dor_a_ousar_mjm/

Legenda da foto:
Dalí, Figure and Drapery in a Landscape, 1934


ReviewReviewReviewReviewP.s. Eu Te AmoMay 31, '08 1:26 PM
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Category:Movies
Genre: Romantic Comedy
[Por Maria Clara Matos]

Comédias românticas são geralmente estereotipadas, classificadas como filmes para o público feminino, que assiste ao longa e acaba se esvaindo em lágrimas. Não chegaria ao ponto de dizer que P.S. Eu Te Amo, de Richard LaGrevenese (Paris, Te Amo), é uma produção para “elas”, mas ela rende boas lágrimas.

Quando uma pessoa amada morre, quem fica deseja poder ter tido mais alguns instantes com ela, fazer com que suas características permaneçam em nossa vida por mais algum tempo. Holy (Hilary Swank), protagonista de P.S. Eu Te Amo, tem essa “colher de chá”. Seu marido Gerry (Gerard Butler) morre devido a um tumor no cérebro e, durante todo período de sua doença, escreve cartas que serão enviadas à mulher após a sua morte. O longa centra-se na dificuldade de Holy em lidar com a morte do marido e os sentimentos que as cartas despertam nela.

Ir se divertir em uma boate, cantar num videokê, comprar um abajur ou fazer uma viagem: as cartas de Gerry dão os conselhos mais esdrúxulos à viúva, mas são eles que ajudam Holy a não enlouquecer e a voltar a tocar sua vida normalmente. Além das cartas, Holy tem uma turma de amigos que consegue levantar seu astral e garante uma boa dose de humor ao longa. As atrizes Lisa Kudrow, conhecida como Phoebe do seriado Friends, e Gina Gershon (Um Cara Quase Perfeito), formam uma dupla engraçada e revelam peculiaridades do universo feminino, como idéias sobre o casamento e o desejo de ser mãe.

Falando em atuações, quem pensaria que Hilary Swank, que vem de papéis mais fortes e trágicos como em Menina de Ouro, e Gerard Butler, o fortão de 300, formariam um casal tão entrosado e harmonioso? Pois esse é um dos pontos altos do longa. Tanto Hilary como Butler encarnam personagens simples, próximos da realidade do espectador, com muita competência.

Baseado no livro homônimo da escritora irlandesa Cecelia Ahern, os roteiristas Richard LaGrevenese e Steven Rogers conseguem criar uma ótima trama. Coesa e atraente, peca apenas quando abusa de alguns elementos inverossímeis, clichês da comédia romântica, como o desfecho da trama. No entanto, P.S. Eu Te Amo destaca-se no gênero pela qualidade e entrosamento dos atores. O romantismo continua o foco central do longa e, para quem gosta desse tipo de produção, é uma ótima opção.


ReviewReviewReviewReviewReviewMinha Odysseia PessoalMay 30, '08 1:41 PM
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Category:Books
Genre: History
Author:Jaa Torrano
[Roubado da sarah, rsrsss]

"Pesam meus dias os remoinhos de Posídon
vigílias em terras inimigas e os caminhos úmidos.
Paz em Ítaca que ainda não tive
deve ser algo terrível.

Como suportaria a paz pré-tumular em meu lar
banido do convívio com o inimigo
e exilado das regiões que meus olhos jamais viram?

Ainda que a Deusa me desse ambrosia
e vida imortal para eu gozar o seu amor
no umbigo do mar,

que alegria eu teria
se não mais visse
o Dia que até o ver o desconhecia?"

=========================================================
NOOOOOOOOOSSA, isso aqui caiu como uma luva pra mim hoje!

Desde o começo da semana, pesam sobre os meus dias os " remoinhos de Posídon" e, se isso não é uma das formas mais fortes de vivenciar um Deus.... olha, de fato, estamos quase lá!!!

"Vigílias em terras inimigas e os caminhos úmidos.
Paz em Ítaca que ainda não tive"
Engraçado como eu, filha das águas, ainda me espanto e admiro com a maleabilidade que os "caminhos úmidos" são capazes de pregar na gente. Quero dizer... uma coisa é vc pensar nos percalços da sua vida e entendê-los como algo estanque e reto, asfáltico, seco em dados e precisão. Outra coisa é vc achar que seu rumo vai pra um lado e de repente ele se umidesse e aí te leva pra outro.... como hoje que achei que estaria cumprindo o meu último dia de trabalho e, SIMPLESMENTE, "chuveu" na minha horta, a menina que eu estava treinando não vai mais ficar no escritório e nessas, eu ainda fico por aqui.....

(...)

"Como suportaria a paz pré-tumular em meu lar" -----> uma resposta que só sou capaz de dar pq, graças a prática da experiência viva, cá estou eu pra contar, após uma semana de cárcere em casa, com apenas um quarto para estar. E ainda suportar um 'exílio em liberdade' como sendo a maior paz que este momento é capaz de me dar.... Dialética a vida, viu????

"Ainda que a Deusa me desse ambrosia
e vida imortal para eu gozar o seu amor
no umbigo do mar,

que alegria eu teria
se não mais visse
o Dia que até o ver o desconhecia?"
---------------------------------------------------- > De fato, alegria nenhuma teria... por isso, firme e sólida estou aqui, enfrentando a odysseia pessoal dos meus dias, para seu colo profundo e fecundo que só a Minha Deusa pode me dar, seja de fato, a ambrosia e vida imortal de quem mergulha fundo em sua FÉ PERENE, perseverante nos ditames divinos (ainda que nevastos!), para enfim... "eu gozar o seu amor no umbigo do mar!!!"

Odoya!


ReviewEntre débitos e créditosMay 27, '08 2:18 PM
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Category:Other
Pois é... cá estou eu listando os débitos que tenho comigo mesmo no que tange minha "vida virtual" dentro do Multiply... Há algum tempo, quando descobri essa ferramenta como um poderoso instrumento de registro e vínculo, desse caminho onde permeio minha reforma íntima e minha revolução moral, pessoal, e pq não dizer real; percebi o quanto era importante PRA MIM disciplinar-me, seriamente, com esse "projeto-múltiplo", de oficializar-me em post, fotos, álbuns e vídeos.... tudo o que sou... tudo o que tenho... e toda a Síntese da Multiplicidade que carrego do Mundo, como bem me defini no Orkut.

E tudo isso, não só para balisar o propósito que aqui venho expôr com transparência e dignidade, mas também para ser coerente com a pulsão de dedicação e responsabilidade que habita em mim e em tudo o que eu me comprometo a fazer.

Eu sei que pode estar parecendo confuso a maioria dos olhos que por essas linhas percorrerem mais, como dedico esse pedaço para "resenhas críticas", resolvi escrever aqui minha própria resenha crítica, de como encaro esse movimento todo, o contexto em que ele se insere na minha vida e o que, hoje, posso dar a ele... assim como dele posso esperar no futuro.

O Multiply e as maravilhosas pessoas que por ele tb passaram em mim habitar entraram na minha vida num contexto de REPARAÇÃO muuuuito grande. Não obstante disso, mora aí minha palavra Ariana, nesse ano de Ares e com ele, todas as demandas de Ogum, a quem lhe honro - como padrinho - por em minha coroa estar.

Venho de um ciclo farto em "percalços familiares", de "fardos amorosos / emocionais", desestruturações pessoais, de autonomia e autenticidade que, JURO, se não fosse por meio esteio religioso e espiritual... posso garantir que hoje, cá não estaria mais para dizer essas poucas palavras errantes.

Não se trata aqui de estabelecer mais ou menos peso aos contratempos que a vida e minhas provações teimam em me proporcionar com o que a maioria daqui, eu sei, tb passam... Tão pouco ainda, querer com elas me equiparar ou disputar, numa gangorra de destruição e dor... pq, não! Escombros não tem valor gregário, para serem postos, assim... dessa maneira displicente... sobre uma balança estúpida de compaixão e condecendência... isso não!! A questão aqui é só de registro mesmo... um memorial... um local de ventura e segurança que eu tenha, ao menos, um cantinho onde me escorar.

E como Filha de Santo, Filha das Águas, Filha do Mensageiro (Sim! Hoje tenho coragem no peito para, enfim, dizer) e Senhora de Meus Rumos... encaro meus "pontos baixos" talvez do mesmo modo que riu com os meus "pontos altos"... Não só pelo grupo e vínculo que aqui encontrei, mas pela licença e aval que deles recebi para livre transitar... e, só por esse passaporte de enorme privilégio e estimada honra, é que venho dedicado cada minuto que tenho disponível para a ele (re)doar, retribuir, recompensar, (re)agradecer o que deles ganho a cada momento.

Assim... o projeto Carol Yara nasceu... que deságua minhas idéias, meus sentimentos, minhas ideologias e minhas crenças, para unica e exclusivamente conseguir ser no mundo. E desde então, passei a carregar um caderninho de bolso, para registro de todos os temas e todos os tópicos que em mim, sinto a necessidade de discutir e "oficilizar" / publicar para que, apartir disso aqui... a coisa ganhe cada vez mais "ares de verdade".

E num balanço rápido e comedido... acho até que carolinei! rs. Dei pro gasto exatamente naquilo que eu sei fazer... e acho até que me reencontrei numa porrada de coisas (desculpe a expressão). Assim, hoje, em meio a um dilúvio enoooooooorme que, certamente culminará na minha próxima lunação (não estranhem se virem carol saindo de Torre, de Morte e por aí vai...), passo para dizer que SIM! Sei exatamente do que ainda precisaria registrar aqui... as páginas que alí eu gostaria de estar e até os assuntos que eu deveria abordar (de Santa Sara Kali até temas de ordem estrutural, como médium, trabalhadora, estudiosa e "maga" das minhas próprias percepções devotivas, sacras e espirituais.

Contudo, por hora não vou... limito-me a deixar aqui essas poucas palavras rotas e confusas para que os meus possam, de alguma forma, entender e partilhar desse momento de decisão que eu devo, a partir de agora, me concentrar. É claro que por aqui ainda vou passar (assim eu preciso, antes de mais nada) mas, por hora, o que eu precisava dizer é que, tenham agora em mim o olhar íntimo de quem, desnuda, se apresenta na frente do espelho dos olhos de quem por aqui me ler e, em sussuros, apenas diz:

_ Prazer!


"Sou como você me vê,
Posso ser leve como uma brisa,
ou forte como uma ventania,
depende de quando e como você me vê passar!"

(Clarice Lispector)


ReviewReviewReviewReviewReviewSER CIGANOMay 21, '08 7:05 PM
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Category:Books
Genre: Biographies & Memoirs
Author:Rorarni / Mirian Stanescon
Ser Cigano é respeitar a liberdade, a natureza e acima de tudo a vida
É viver e deixar viver
É ter a lucidez de saber esperar. É não esgotar todos os recursos
É preferir morrer com honra, do que viver desonrado
É ter como lema ser feliz
É agradecer as pequeninas coisas da vida
É dignificar seus velhos. É glorificar suas crianças
É respeitar os povos e as coisas que se desconhece
É nunca contestar a Justiça Divina
É acima de tudo amar e respeitar Deus e Seu filho
Jesus Cristo, nosso grande Mensageiro.

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SOBRE A AUTORA:
Miriam Stanescon É Filha de Alberto Batuli e Lhuma Stanescon, que até 1998 foi a grande líder dos ciganos no Brasil. Seus antepassados são do Clã Kalderash, que viveram na Rússia no século XIX. É a primeira mulher cigana a concluir um curso superior, bacharelando-se advogada. Foi com base na vida dela que Glória Peres se inspirou para produzir a novela “Explode Coração”, exibida pela Rede Globo. SITE: http://www.mirianstanescon.com.br/


ReviewReviewConto: Hermes e o escultorMay 14, '08 11:04 PM
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Category:Books
Genre: Literature & Fiction
Author:João Luís Almeida Machado*
Um texto para se pensar sobre:
O NOSSO LUGAR NO MUNDO

Certa vez, Hermes quis saber qual o grau de estima que os homens lhe devotavam. Tomou a aparência de um mortal e foi ao ateliê de um escultor. Ao ver uma estátua de Zeus, perguntou:

- Quanto custa?
- Um dracma – respondeu o artesão

Hermes então sorriu e continuou a conversa:

- E aquela, de Hera?
- É mais cara.

Hermes avistou ao fundo sua própria estátua. Achava que por ser conhecido pelos homens como Deus do Comércio e Mensageiro dos Deuses, teria um preço mais alto do que o dos demais imortais que habitavam o Monte Olimpo. E então perguntou:

- E a estátua de Hermes, quanto custa?
- Se você comprar as outras duas pode levar a de Hermes de graça...

MORAL "besta" DA HISTÓRIA: Quem se acha mais importante que os outros acaba valendo menos do que espera.

E continua o autor.......... Apesar de ser um dos deuses do Olimpo grego, Hermes se parece muito com os seres humanos, reles mortais. Como tantas e tantas pessoas mundo afora, o mensageiro dos deuses se deixou levar pela soberba e se iludiu com a vaidade. Humildade não é adjetivo que possa ser encontrado nessa breve fábula que nos foi trazida graças ao gênio inventivo de um dos grandes contadores de história da humanidade, o fantástico Esopo.

Mas o que significa ser humilde? Não são poucas as pessoas que confundem essa qualidade essencial aos homens com a subserviência. Não, não estamos falando de pessoas que baixam as cabeças e abrem mão de sua altivez. Afinal de contas podemos ser humildes e manter a nossa cabeça erguida a despeito de nossas atitudes modestas e simples.

Humildade também não é sinônimo de fraqueza como tantos apregoam. O humilde é, sim, forte porque mantém sempre uma posição de respeito em relação aos demais sem abdicar de um tratamento igual como retorno por esse seu posicionamento justo e equilibrado.

A fala tranqüila e ponderada, com os olhos nos olhos dos interlocutores, sem a necessidade de alterar o tom de voz (para cima ou para baixo), utilizando palavras que denotem boa educação e apresentando idéias com base em argumentos seguros e sólidos são características inerentes às pessoas sensatas e que sabem qual é o seu lugar no mundo.

Quem pode duvidar disso tendo em vista exemplos como os de Gandhi, Madre Teresa de Calcutá, Dalai Lama ou São Francisco de Assis. Suas imagens e realizações são cultuadas até os dias de hoje mesmo não tendo sido esse o objetivo de suas existências.

Hermes, por outro lado, tão ávido estava por reconhecimento que hoje jaz praticamente esquecido nessa Terra...


*Editor do Portal Planeta Educação; Doutorando pela PUC-SP no programa Educação:Currículo; Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie-SP; Professor universitário e Pesquisador atuando no Centro Universitário Senac em Campos do Jordão


ReviewReviewReviewReversos e DesejosMay 9, '08 2:04 PM
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Category:Books
Genre: Biographies & Memoirs
Author:Pedro A. Nicoletti
Minhas primeiras impressões com o tema DESEJO (tb tão central no Arcano dos Enamorados, qto a questão da dúvida e da escolha), o qual, fiz questão em postar nesse pedaço aqui, dedicado a resenhas... pq é de um "Author" tão literariamente humano, que me fez pensar é ínfima (e até tola) que separa Drummond de Nós, assim... de modo grosseiro e até segregário mesmo.

Ok... preâmbulos a parte... a questão é que, esse poema eu achei naquele site [www.jornaldapoesia.com.br] e é de um "alguém virtual", quem eu simplesmente desconheço origem e procedência... mas que, ao cair googlenianamente em seu site... li isso aqui e resplandeci... pelo belo starting na reflexão de um tema, tão complicado e ao mesmo gostoso de sentir...

Reversos e Desejos

Desejamos o que é proibido,
queremos o que não se pode ter,
esperando que houvesse acontecido,
sempre remoendo o que poderia ser…

Acordado durante a noite,
eu busco entender,
porque sou tão indeciso?
porque não faço acontecer?

Como um navio naufragando
sinto-me pesado e sem ar
meus pés vão afundando
nesse imenso mar de pesar…

Mas então percebo que
é bobagem ficar assim a remoer
uma situção que não existe
e que jamais vai retroceder.

Pedro A. Nicoletti
Visitem: http://jornaldapoesia.wordpress.com/2008/04/13/esse-e-meu

PS: Atenção a sensibilidade da foto... tb foi escolha de publicação dele... :c)


ReviewReviewReviewReviewReviewO AlquimistaApr 19, '08 5:40 PM
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Category:Books
Genre: Religion & Spirituality
Author:Sim, apesar de tudo, é ele: Paulo Coelho
"O Alquimista pegou um livro que alguém na caravana havia trazido. Enquanto folheava suas páginas, encontrou uma história sobre Narciso. O alquimista conhecia a lenda de narciso, um rapaz que todos os dias se debruçava na margem de um lafo para contemplar sua própria beleza. Era tão fascinado por si mesmo que certa manhã, caiu no lago e morreu afogado. No lugar onde caiu, um flor surgiu, que a chamaram de Narciso.

Mas não era assim que o autor do livro terminava a lenda. Ele dizia que, quando Narciso morreu, vieram as deusas do bosque e viram o lago, que antes era de água doce, transformado num lago de lágrimas salgadas (PS: sempre eu em meus temas de encontro das águas... doces com as salgadas... Salve Minhas Mãe D'águas, rss).

_ Por que você chora? - perguntaram as deusas.
_ Choro por Narciso - respondeu o lago.
_ Ah, não nos espanta que você chore por Narciso - disseram elas. _Afinal de contas, apesar de sempre corrermos atrás dele pelo bosque, você era o único que contemplava de perto sua beleza.
_ Mas Narciso era belo? - perguntou o lago.
_ Quem melhor do que você poderia saber disso? - disseram, supresas, as deusas _ Afinal de contas, era nas suas margens que ele debruçava-se todos os dias para contemplar-se!

O lago ficou quieto por algum tempo. Por fim, disse:
_ Choro por Narciso, mas jamais notei que Narciso era belo. Choro porque, todas as vezes que ele se debruçava sobre minhas margens, eu podia ver, no fundo dos seus olhos, a minha própria beleza refletida.

"Que bela história", pensou o Alquimista."
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História transcrita na snopse na contracapa do livro, "O Alquimista" conta a trajetoria de um jovem pastor que, certa noite, tem um sonho repetido: fala de um tesouro oculto, guardado perto das Pirâmides do Egito. O rapaz resolve seguir seu sonho e, assim, defronta-se com os grandes mistérios que acompanham o Homem desde o começo dos tempos: os sinais de Deus, a Lenda Pessoal que cada um de nós precisa viver, a misteriosa Alma do Mundo, onde qualquer pessoa pode penetrar se ouvir o próprio coração...

Um livro simbólico, um trabalho bonito que - independente do autor, já que eu, particularmente falando, não tenho predileções pelos textos do Paulo Coelho - para quem quiser experimentar um novo paradigma sobre "A Arte Sagrada", tem aí um prato cheio de um novo sabor sobre como ver e perceber o mundo a sua volta.

Recomendo!


ReviewReviewReviewReviewReviewGladiador, 2000Apr 17, '08 8:48 AM
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Category:Movies
Genre: Action & Adventure
Maximus é um importante general romano com a total confiança de Marcus Aurelius, o César da Época, que está em seus últimos dias de reinado. O imperador atiça a fúria de seu filho Commodus ao comunicá-lo o interesse de transferir seu reinado para Maximus, por considerá-lo com mais diginidade e propriedade a sucessão do que ele, seu filho de sangue real. Commodus então inicia uma profunda revolta movida por vingança. Assassina seu pai e, ao pedir a lealdade de Maximus e ao tê-la negada, expande sua área de atividade para o general e sua família. Maximus é condenado à morte, mas escapa e começa uma longa jornada de sobrevivência e glória, até reencontrar um sentido a sua vida: vingar seus entes queridos. É assim que o general mais respeitado do Império Romano, tornou-se um escravo e, de escravo, um gladiador: O Espanhol! Áquele que inflama as massa e ousou desafiar o império.

Vencedor de 5 Oscars, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Ator (Russell Crowe), Melhores Efeitos Especiais, Melhor Figurino e Melhor Som. Foi ainda indicado em outras 7 categorias: Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Joaquin Phoenix), Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora.

Ganhou 2 Globos de Ouro: Melhor Filme - Drama e Melhor Trilha Sonora, além de ter sido indicado em outras 3 categorias: Melhor Diretor, Melhor Ator - Drama (Russell Crowe) e Melhor Ator Coadjuvante (Joaquin Phoenix).



ReviewReviewReviewReviewReviewUm episódio marcante...Apr 16, '08 3:25 PM
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Category:Other
ABALO SÍSMICO

"Acho que, às vezes,
o chão pode se mover
sobre os nossos pés.

O passo falseia, tropeçamos...
e, nessas horas, nos agarramos
no que encontramos por perto

E nos seguramos o mais forte que podemos..."

[Final do episódio "012 - A Cerâmica Não Leva a Lugar Nenhum" da Série Anos Incríveis. Pensamentos do protagonista, Kevin Arnold]


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