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 Julho 2008
Seus planos estão em andamento, porém, coisas acontecem com as pessoas próximas, e como resultado disto seus planos precisam ser adiados, pois será imprescindível você prestar a devida ajuda. Evite considerar a situação toda como uma perda de tempo, ou dificuldade desnecessária, pois no ato de prestar ajuda seus planos acabarão sendo melhorados também.
Engraçado como eu já estava meio que "premeditando", "antevendo" esse movimento todo tb?!?! As coisas parecem já terem sido encaminhadas pra isso e ler essa, do Seu Quiroga, para os Aquarianos no mês de julho... puutz!! Foi como chover no molhado, mas... fazer o quê?!
Acredito que, seja "tocando em frente" pela reta direta, ou contornando pelos meandros que a vida implica (seja pelo atalho, seja pelo caminho mais longo) o que não pode acontecer é eu perder, nesse momento da minha vida, o foco!! A rota pode e deve ser sempre recalculada... mas o destino: ah! Meu amigo... esse tem que ser preservado...
Já que, como ensina a música, "cada um sem si carrega o dom de ser capaz de ser feliz!" É pra lá que eu vou focar...e não párar de andar!!!!!
Esse foi o trocadilho mais surreal dos últimos tempos.... para tratar de uma coisa que realmente está rolando na minha casa, além de ser algo que tb diz respeio ao meu trabalho. Sendo o nome do meu chefe, Franco, a piadinha surreal do momento, o termo franco acabou ganhando um outro conceito... rsrsrsrsss.
  5 junho 2008 O QUE FAZER? Data estelar: Vênus e Marte sem sextil; Lua começa a crescer transitando pelo signo de Câncer.
Enquanto isso, aqui na Terra nossa humanidade não tem o aconchego da normalidade para protegê-la e incentivá-la a continuar progredindo, pois a sua casa, que é o todo da civilização, está em franco colapso, e não há pessoa entre o céu e a terra que esteja livre do estremecimento. O que fazer?
Em primeiro lugar, enxotar para longe a angústia e as preocupações, pois estas são insidiosas o suficiente para alimentar tudo que for incorreto, tudo que promove a desconfiança e o mal. Simultaneamente a esta atitude, que limpa os relacionamentos sociais, cada pessoa é responsável pela renovação espiritual, tirando o sagrado dos templos e arraigando o espírito através de cada pequena ou grande tarefa cotidiana. O espírito é o belo, o bom, o justo e o verdadeiro.
Ai ai... Seu Quiroga, assim o senhor me mata...
  2 junho 2008 A boa disposição de satisfazer os desejos de alguém acabará reforçando os laços que unem você a esta pessoa. Porém, isto significará, também, você ter de renunciar aos seus desejos em particular para satisfazer os de outrem.
 Sim, sou obrigada a confessar que essa é, sem dúvida nenhuma, o retrato da minha semana... Porém, não se trata de levantar aqui a Bandeira da Renúncia Pessoal e esquecer os aprendizados passados a respeito da anulação X autonomia porque essa eu aprendi para nunca mais esquecer.... MAS, o que temos aqui é análise real e nefasta que, perante certas coisas da sua vida - ao menos não imediatamente - ainda não é possível de se fazer nada a respeito e, sendo assim, o melhor é ganhar tempo... levar...
Estou um pouco nessas de satisfazer a minha casa, satisfazer meu trabalho, mesmo qdo a única insatisfeita sou eu... contudo, dessa vez, a pegada é fazer o que eu acho que tenho que fazer pelo motivo certo!! Não pq o código moral e ético, do certo e errado mandou e a ele eu digo amém sem olhar pra mim... Não! Pq, a essa chance de passar algumas atitudes a limpo, eu assim faço olhando pra mim, olhando para as minhas questões, olhando para os meus desejos e dizendo ao outro... olha, fulano, vc pode ir até aqui! Vc pode esperar de mim até este tanto... a partir daqui, estou te avisando de antemão que não estarei mais disponível.
O exercício do reconhecimento dos meus limites e a experimentação em respeitá-los. Será que é viagem demais?? Ou mais uma boa desculpa racional para me boicotar???
Ainda estou pensando..... :-S
 | Category: | Books | | Genre: | Religion & Spirituality | | Author: | Sim, apesar de tudo, é ele: Paulo Coelho |
"O Alquimista pegou um livro que alguém na caravana havia trazido. Enquanto folheava suas páginas, encontrou uma história sobre Narciso. O alquimista conhecia a lenda de narciso, um rapaz que todos os dias se debruçava na margem de um lafo para contemplar sua própria beleza. Era tão fascinado por si mesmo que certa manhã, caiu no lago e morreu afogado. No lugar onde caiu, um flor surgiu, que a chamaram de Narciso.
Mas não era assim que o autor do livro terminava a lenda. Ele dizia que, quando Narciso morreu, vieram as deusas do bosque e viram o lago, que antes era de água doce, transformado num lago de lágrimas salgadas (PS: sempre eu em meus temas de encontro das águas... doces com as salgadas... Salve Minhas Mãe D'águas, rss).
_ Por que você chora? - perguntaram as deusas. _ Choro por Narciso - respondeu o lago. _ Ah, não nos espanta que você chore por Narciso - disseram elas. _Afinal de contas, apesar de sempre corrermos atrás dele pelo bosque, você era o único que contemplava de perto sua beleza. _ Mas Narciso era belo? - perguntou o lago. _ Quem melhor do que você poderia saber disso? - disseram, supresas, as deusas _ Afinal de contas, era nas suas margens que ele debruçava-se todos os dias para contemplar-se!
O lago ficou quieto por algum tempo. Por fim, disse: _ Choro por Narciso, mas jamais notei que Narciso era belo. Choro porque, todas as vezes que ele se debruçava sobre minhas margens, eu podia ver, no fundo dos seus olhos, a minha própria beleza refletida.
"Que bela história", pensou o Alquimista." -----------------------------------------------------------------
História transcrita na snopse na contracapa do livro, "O Alquimista" conta a trajetoria de um jovem pastor que, certa noite, tem um sonho repetido: fala de um tesouro oculto, guardado perto das Pirâmides do Egito. O rapaz resolve seguir seu sonho e, assim, defronta-se com os grandes mistérios que acompanham o Homem desde o começo dos tempos: os sinais de Deus, a Lenda Pessoal que cada um de nós precisa viver, a misteriosa Alma do Mundo, onde qualquer pessoa pode penetrar se ouvir o próprio coração...
Um livro simbólico, um trabalho bonito que - independente do autor, já que eu, particularmente falando, não tenho predileções pelos textos do Paulo Coelho - para quem quiser experimentar um novo paradigma sobre "A Arte Sagrada", tem aí um prato cheio de um novo sabor sobre como ver e perceber o mundo a sua volta.
Recomendo! 

17 abril 2008 De repente, assim de repente, a leveza sai do ar e no seu lugar entra um peso que, inicialmente, é difícil de interpretar. Porém, este peso é real, quase que dá para tocá-lo, só que, talvez, este não seja seu, mas de pessoas próximas a você.
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