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Esse site é bem famoso. Afinal, um lugar que se intitula "Templo de Apolo" tem que ter muita coisa de especial. rss. E, nessas, o que eu mais gostei foi ver informações sobre outras crenças (como a Céltica, Nórdica, Egípcia, Grega e Cristã) coexistindo no mesmo espaço... E mais que isso... links que discutem filosofia, história, astronomia e arte como muitos aspectos que corroboram com essa busca e aprendizado bem "apolínios" de "Conhece-te a ti mesmo"...
PS: Eles tb tem um banco de imagem... maravilhoso!!!
Se você é como eu que gosta de passear em um "sítio" cheio de arte, espiritualidade e cultura... esse site engloba tudo isso! Arte Grega e Romana, Estudos da Mitologia, Desenho de estátuas dos Deuses, os Poetas da Mitologia, os Deuses Gregos e Romanos e mais uma porção de coisas legais.
Como é bom aprender... Alguém que é embarcar nessa comigo?! rss
Um site onde encontrei muuuuuuito informação bacana para complementar meus estudos a cerca do Panteon Grego. Por reunir não apenas as informações elementares (que a gente sempre acha lançando no google), mas também por passar indicar mitógrafos, ordenar didaticamente os deuses antigos, os olímpicos (ou olimpianos); além de falar sobre a gênese, mitos heróicos, lendas diversas e destaque aos personagens mais difícil de se encontrar, como Os eólios, Tantálidas e átridas.
E o bacana é que, segundo a home, o Portal Graecia Antiqua reúne uma série de monografias e artigos de conteúdo puramente educativo, destinados à divulgação da cultura grega antiga na Web. Modo de estudo clássico que eu gosto mais para vivenciá-los espiritualmente falando...
(Sem falar que lá vc acha mais coisas sobre Arte, Cultura, Religião) Ameeeeeeeeei
Bom gente... além dos decks novos (pessoal do get, confiram no site do grupo!) estou com minhas duas mais novas biblinhas de estudos... hehehehe.
A primeira:
AS MELHORES HISTORIAS DA MITOLOGIA AFRICANA Uma verdadeira 'dança-do-fogo' divina, repleta de ação e humor, é o que o leitor irá desfrutar ao ler 'As Melhores Histórias da Mitologia Africana'. Ogum, o temperamental deus da guerra; Oxóssi, o vibrante deus da caça; Iemanjá, a sedutora deusa dosmares; Exu, o deus ladino, fértil em truques e estratagemas; Xangô, o destemido deus do fogo e dos metais. Esses e muitos outros personagens são os protagonistas deste volume, cujas histórias são parte integrante de uma das mais ricas culturas da humanidade; a cultura africana, a mesma que inspirou quase tudo o que há de mais inovador na arte ocidental, como a música - jazz , bossa-nova, hip-hop - e as artes plásticas, das quais o exemplo mais notável é o pintor espanhol Pablo Picasso.
O GRANDE LIVRO DA MITOLOGIA (nas Artes Visuais) Percorrendo mais de dois milênios de pinturas, mosaicos, afrescos e esculturas, esse livro mostra um vasto panorama dos personagens e lendas da mitologia clássica nas artes visuais. Uma obra com mais de 550 imagens, textos introdutórios que reconstroem a articulação entre os mitos gregos e romanos, e também um glossário de deuses, deusas e heróis.
Em um daqueles importantes momentos especiais da vida da gente, acredito piamente que "Eles" e "Elas" vêem prozear com a gente... Como uma grande amiga querida disse - há pouco - em seu Blog: "Eu não consigo estudar mitologia sem pensar que esses momentos são instantes em que a divindade te olha e te manda uma bênção." Também penso assim. E, sobretudo, também sinto assim...
E por pensar e sentir assim, quis postar aqui um texto que li hoje que, de modo materialmente sério e sensível, veio me tocar. Talvez por tudo o que anda rolando, ou talvez por nada. Mas, em tempos de Roda da Fortuna, a gente não tem muito o que "empacar" com uma posição só...
É deixar rolar... certo? rs -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
"Baubo é uma antiga Deusa da Grécia associada à sexualidade sagrada. É também um arquétipo da vida, da morte e da fertilidade. A sexualidade sagrada, a fertilidade e a imortalidade são conceitos que estão unidos na concepção mágica dos povos antigos. A representação da vulva não é mais do que a perpetuação do feito mágico do nascimento. Na figura da Deusa Baubo, o seu ventre representa o símbolo numinoso da fertilidade. Enquanto que na posição frontal, toda a nua feminilidade da Deusa é permeada pelo numinoso que dela emana como fascinação, essa limitação à zona do ventre ou do útero expressa, no aspecto inumano e grotesco, a autonomia radical do ventre em relação aos "centros superiores" do coração, seios, cabeça, e assim entroniza-o como sagrado.
Baubo é uma antiga Deusa Grega do Ventre, conhecida também pelo nome de Iamba. Era esposa de Dysaules e mãe de Mise. Nas suas representações não possui cabeça, mas apenas um rosto que aparece no torso.
A sua história chega-nos da Antiga Grécia, quando Deméter era a Deusa Mãe da Terra e todos os dias passeava pelos prados para deles cuidar, garantindo assim que houvesse abundância no nosso planeta. Regava as plantas, fazia florescer as árvores, sempre acompanhada da filha Perséfone que amava profundamente.
Certo dia, Hades, o Deus dos Infernos "sequestrou" Perséfone e levou-a para as entranhas da terra. Deméter caiu então em profunda depressão. A terra reflete o seu desespero e os campos tornam-se estéreis.
Deméter, na sua peregrinação em busca da filha, chegou a um lugar chamado Eleusis chorando muito. A pequena ama Baubo, vendo-a tão desesperada, acercou-se dela dançando; em seguida levantou a saia e mostrou a vulva. Deméter sorriu e Baubo abraçou-a, dizendo-lhe que, como Deusa da Terra, ela não podia ser destruidora mas sim transformadora. Em seguida continuou a contar-lhe histórias picantes e divertidas. As duas riram muito juntas até que a Mãe da Terra adquiriu novas forças para ir em busca da filha. A Terra riu com as Deusas, a Terra floresceu.
A dimensão contagiante da alegria e do riso sagrado, juntamente com as festividades e cerimoniais em que se vê envolta, afastam a humanidade dos seus pesares que constantemente a aferroam, afirma a vida e vence os temores da morte e da esterilidade. Através da alegria e do riso esquecemo-nos dos limites da nossa existência, além de que mais facilmente conseguimos vencer os obstáculos que põem em perigo a continuidade da vida.
Baubo é a Deusa radiante, amante do sorriso. Ela é a combinação do impulso sexual, natural e instintivo, e da arte altamente elaborada de amar.
Baubo vive em cada uma de nós; é a capacidade que todas nós temos de nos levantar e seguir em frente depois de um momento triste, de apostar no riso, como auxiliar na cura para as nossas depressões. Baubo faz-nos ainda entender como é poderoso, belo e mágico o corpo feminino. Qualquer que seja a sua forma e o seu tamanho, o nosso corpo é único e, portanto, especial.
Muitas pessoas ainda hoje sentem-se mal amadas, ou até indignas de serem amadas e muitas ainda têm a certeza de ter perdido a capacidade de amar. Mas este vazio difuso de que as pessoas se queixam pode ser explicado em termos de perda da conexão com a Deusa, aquela que renova a vida, traz amor, paixão e fertilidade. É a Deusa Baubo que faz a ligação com uma camada importante da nossa vida instintiva, trazendo-nos de volta o riso, a alegria, a beleza e a energia criativa que une a sexualidade à espiritualidade.
Hoje já não temos a oportunidade de segurar a imagem da Deusa com o carinho de antigamente, pois a mente racional simplesmente relegou-a para a categoria de “práticas pagãs arcaicas”. Entretanto, no corpo do pensamento psicológico (e no campo devotivo que a Carol carrega em seu Coração), as imagens das Deusas são consideradas "arquétipos" (ou forças vitais). Arquétipos são formas preexistentes que integram a estrutura herdada da psique comum de todas as pessoas,enquanto essas energias primordiais inspirada e alimentam nossas próprias forjas de início). Essas estruturas psíquicas (e essas energias primordiais) são dotadas de densidade emocional e quando ativadas têm o poder de transformar o nosso consciente.
Acredito, que Deusas como Baubo, segura e confiante no seu corpo e na sua sexualidade, podem ensinar-nos a adquirir confiança em nós próprias.
Quando você também estiver pronto... faça como ela: ria alto e o quanto puder. Rir é contagioso. Portanto, a partir de hoje, sorria muito e "infecte" o mundo com a "epidemia" do seu sorriso".
Assim chegou o meu inverno... com o calor de um compromisso e, com ele, a base de um verdadeiro sacramento!
[... esse ser ávido e destemido, único, capaz de constituir preceitos como honra e caráter, virtude! Um sentimento vasto e tácito que só quem, alguma vez na vida, já se comprometeu integramente a alguma coisa que lhe era muuuuito sagrado sabe exatamente sobre o que estou falando...]
Eu, particularmente, só aprendi a me lançar no mundo e às pessoas sobre o manto real do compromisso. E, ter a oportunidade de resgatá-lo e reafirmá-lo, de um certo modo, como eu tive neste fds, foi pra mim um gosto tão bom de retorno a origens e familiaridades que não consegui resisti a tentação de aqui registrar. Porque assim foi o jeito que eu aprendi a ser na vida e assim é também a única forma que eu acredito ser possível prosperar...
Portanto, deixo aqui o meu louvor a esta Grande Comunhão!!!
Um tributo que começa como base uma reflexão bastante filosófica: É sabido que, em diversas culturas e mitologias, o solstício de inverno era celebrado como o nacimento da luz, o nascimento da "criança da promessa", que ao crescer traria luz e calor (Ave Apollo!). Com o advento do cristianismo, o nascimento de Jesus passou a ser comemorado na mesma data, como sincretismo ou alusão à questão da criança da promessa.
Logo, o nascimento de qualquer divindade de luz trata-se, em verdade, refere-se a um Simbolismo de Esperança no Futuro!!!... e em nome desse sentimento, associo Apollo ao meu Oxalá Querido, por carregarem em seu bojo a mesma irradiação celestial!!!
"E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da Nova Aliança no meu sangue derramado em favor de vós." (Lucas 22:19-20) ---> Passagem que deu origem a tradição da Eucaristia dos Católicos (do grego εὐχαριστία, cujo significado é "reconhecimento", "ação de graças") que, pra mim, nada mais é do que a confirmação de um voto, a renovação de um compromisso!!
Exatamente como senti, domingo, na majestosa companhia de amigos. E assim irei honrar meu compromisso... para sempre!
Sim! Eu que venho em companhia dos ctônicos, neste fim de semana, estive excepcionalmente em visita à Luz...
Uma passagem como poucas na vida da gente... onde - de primeira mão - já adianto que aprendi como os simples aspectos fortes dos nossos modos de nos religar com o espiritual são, de fato, as mais incríveis e intensas essências divinas que podemos encontrar em vida... UAU!!! E que justamente nessa forma tão singela e natural (mas forte! absurdamente forte!!) de expressarmos o sagrado em nós é que somos verdadeiramente agraciados por suas indiziveis magnitudes. Porque são nesses raros e caros momentos da nossa existência que descobrimos a real latência digna de chamarmos de dádiva sobre a Terra!
NOSSA... devo dizer também o quanto pequena e ainda impura me senti perante tanta luz brilhante!!!! Um resplendor que, confesso, mal consegui reter os olhos a pino para apreciar.. Era demais pra minha vista, sabem como é??? Tudo o que consegui foi me guardar a minha insignificante condição e me emocionar.
Que honra! Que privilégio!
Um clarão que foi desde o colo do mensageiro, do sábado, até a Dama de escuro véu, a Grande Senhora Gentil, do domingo... Sem esquecer, é claro, das chamas gêmeas flamejantes a despontar ao léu (incrível vibração suave que franca vem nos presentear...)
Acompanhada por meu mangue primordial, enlaçada por minha queda d'água essencial e, claro, recoberta por minha maré fundamental..... devo explicar o quanto só consegui perceber - paradoxalmente - quão escuras estavam as minhas águas, naquele momento... Enegradas no coração de um começo de noite, seivada no seio de minh'alma. E que, dela, venho me despertar... É bem verdade que, no começo, estranhei muito o quanto eu só conseguia reconhecer meu elemento vital desse modo tão sombrio... mas, definitivamente, não me espantei! Porque a oeste, alí, descalça, nada eu poderia fazer senão me render aquela leve sensação de poça d'água a molhar meus pés, em tamanha escuridão... resignei-me!
Até.... de fato entender - com aquele tipo de insight que só o Brilhante é capaz de jorrar - que, afinal, qual outra sensação eu poderia ter perante a luz senão a escuridão??? Já que não se tem sombra sem luz...
Sim... já fazia tempo que eu devia essa explicação... pq meu Multiply é Yara... e como "filha das águas" e "filha de caboclo", os Índios de Oxósse, achei que não teria deidade melhor a se reverenciar que trouxesse em seu bojo o encontro das águas doces (rio) com as águas do mar (peixes / sereia) com o mito indígena.
Lá vai:
O folclorista brasileiro Câmara Cascudo reconta em "Lendas Brasileiras" (1945) a lenda da Iara (Uyára era o deus amazônico dos peixes: era , segundo outros, a Sereia ou Mãe d'água, pois Y-Yáraquer dizer - a que mora na água. A raça desses monstros marinhos chamavam de Y-Yára-ruoiara).
Deitada sobre a branca areia do igarapé, brincando com os matupiris, que lhe passam sobre o corpo meio oculto pela corrente que se dirige para o igapó, uma linda tapuia canta à sombra dos jauaris, sacudindo os longos e negros cabelos, tão negros como seus grandes olhos.
As flores lilases do mururé formam uma grinalda sobre sua fronde que faz sobressair o sorriso provocador que ondula os lábios finos e rosados.
Canta, cantando o exílio, que os ecos repetem pela floresta, e que, quando chega a noite, ressoam nas águas do gigante dos rios.
Cai a noite, as rosas e os jasmins saem dos cornos dourados e se espalham pelo horizonte, e ela canta e canta sempre; porém o moço tapuio que passa não se anima a procurar a fonte do igarapé.
Ela canta e ele ouve; porém, comovido, foge repetindo: - “É bela, porém é a morte... é a Iara”.
Para mais: http://www.amazonia.com.br/folclore/lenda_iara.asp
Em lunação de Sumo Sacerdotisa Numa regência que começou aos pés de Mercúrio Sobre o manto roxo da lama divina de Nanã Que englobaria uma época de clausura e coroação Não tive como deixar de homenagiá-los!
"É uma lei da natureza: os homens se congregam onde as águas convergem" Jacques Cousteau (1914-1997) naturalista francês
Teste que eu fiz de um site que a Inês postou aqui De fato, como todos falaram, tosco como qq teste de internet. Mas postei o resultado porque aqui do outro lado ficou a questão? Qto de um "Deus" o sue interior pode suportar?????
Enfim... não reparem... é só um momento papisa que já já deve passar... (oceano fuuundo em impressões)
Imagine uma belíssima senhora, velha e sábia, manifestando-se diante de você.
(Se é para pensar numa belíssima senhora, bela e sábia, então fico com Nanã Buruquê!)
Você enxerga as qualidades da Grande Sacerdotisa dentro dela. Ao fitar os olhos dela, você pode ver a sabedoria, pode ver todo o conhecimento que existe nas profundezas dela e se sente humilde diante do poder que jorra dos seus olhos e do seu coração, um poder pelo qual, na verdade, você vem ansiando há muitos e muitos anos. É seu direito divino voltar a se alinhar com esta energia conscientemente.
Você ganhou o direito de canalizar este poder para todas as áreas da sua vida, independente da sua idade terrena atual. Encoste as palmas das suas mãos nas palmas das mãos da anciã e sinta a energia dela penetrando os chacras das palmas das suas mãos, movendo-se para dentro do seu corpo, e simplesmente vivencie a conexão com esta parte de si.
A Grande Sacerdotisa entende a Linguagem Sagrada da Natureza.Ela é una com a Mãe Terra e o Pai Céu. O Casamento Sagrado entre o Feminino Divino e Masculino Divino ocorreu dentro dela e ela possui uma força central interior que poucos experienciaram. É esta força central interna que agora você está pronto para absorver no DNA do seu corpo atual. Então, quando se sentir pronto, tome uma inspiração profunda, abrindo conscientemente a sua energia e permitindo que esta força se mova para dentro das suas células e para dentro do DNA do seu corpo.
Este é o poder do seu eu equilibrado em poder – espírito e ciência em perfeito equilíbrio. Você conhece a sua verdade; você adotou muitos aspectos do seu eu autêntico, e o mundo é visto de modo muito diferente através dos olhos da anciã.
(...)
O DESAFIO DE LORD KUTHUMI – CANALIZAÇÃO DO EQUINÓCIO 21:3 Kuthumi canalizado por Michelle Eloff
Texto que me deparei hoje, em meu primeiro dia de lunação com a Sacerdotisa e que parece ter vindo diretamente para me acordar... Me ajudou muuuito pensar a coisa toda de um modo diferente. E se essa lâmina vem com todo o pesado da espiritualidade sagrada, quem sou eu para questionar!
Sim, por mais incrível que possa parecer, ontem (terça-feira) encontrei o "Senhor dos Movimentos e do Livre Trânsito" absolutamente sereno e estático, em um belíssimo cenário bucólico. Justo ele! Tão falante, tão imponente... alí estava, quieto e franzino... como se assim só estivesse a me esperar.
Ao passar por acaso naquele que seria o meu canto de devoção (juro! foi suuuper sem querer pq esse nem era para ter sido o meu caminho; salvo pelos pequenos "acidente de percurso"), senti uma pulsão de vida a jorrar se líqüido grosso e fosco sobre minhas escaras para me regenerar... Assim, pús-me a te caçar, frenéticamente, em meio ao bosque até assim parar, cara-a-cara, olhos-nos-olhos, como na 1ª vez... no momento da concepção, qdo encheu com seu gozo sagrado o meu espírito-discípulo, a recomeçar!
---> E foi entre o cheiro de mato (Oxóssi ê, Meu Pai!) dos arbustros da praça... ---> Entre o barulho fundo das águas (Odoya, Minha Mãe!) da beira da lagoinha... ---> E o toque frio do minério de ferro (Ogunhê, Padrinho!) daquela estátua...
Que vi, senti e percebi como todas as coisas convergem em uma e, nessas, tudo termina num "virtuoso papo-sacro". Uma experiência única, difícil de explicar para quem, como eu, só conseguiu suspirar...
CRÉDITO DAS FOTOS: Ronaldo sabino ... o meu mais sincero obrigado!!!!
Sagrado tremor que do fundo dos mares vem me engolir. O Oceano se agita e a realeza se personifica para aqui se manifestarem. Poseidon se levantar... Sedendo caminho para Iemanjá passar! Juntos, ao som de núpcias matrimoniais, em minh'alma, eles sapateiam a bailar. Na qualidade de filha das águas, líqüida, até em essência mercúria de ser e flexibilizar, resigno-me sobre os vossos dilúvios que, por agora, vem me inundar. De Tsunami(lar) a mar(tírio), passo a basilar algas de identidade úmida, clorofilada em força e autêntica, que só eu sei germinar... E nos Recifes de Corais que cálidos vem me esfolar, salivo-me as chagas que com pipocas e sal marinho ão de me renovar...
Saravá o Povo das Águas, salve o Senhor que traz as Mensagens.
Saravá minha Perseverança de Umbanda, salve minha percepção (nova, mas firme) Helênica de viver
E que assim seja, ontem, hoje e sempre... o Hino que reclama toda essa estrutura dentro de mim!
"Refletiu a luz divina com todo seu esplendor é do reino de Oxalá Onde há paz e amor Luz que refletiu na terra Luz que refletiu no mar Luz que veio, de Aruanda Para todos iluminar
A Umbanda é paz e amor É um mundo cheio de luz É a força que nos dá vida e a grandeza nos conduz.
Avante filhos de fé, Como a nossa lei não há, Levando ao mundo inteiro A Bandeira de Oxalá ! Levando ao mundo inteiro A Bandeira de Oxalá !
Conta a lenda que Maria Madalena, Maria Jacobé, Maria Salomé, José de Arimatéia e Trofino, junto com Sara, uma egípcia cigana escrava, foram atirados ao mar, numa barca sem remos e sem provisões.
Desesperadas, as três Marias puseram-se a orar e a chorar. Aí então Sara retira o diklô (lenço) da cabeça, chama por Kristesko (Jesus Cristo) e prometeu que, se todos se salvassem, ela seria escrava de Jesus, e jamais andaria com a cabeça descoberta em sinal de respeito. Milagrosamente, a barca sem rumo e à mercê de todas as intempéries, atravessou o oceano e aportou com todos salvos em Petit-Rhône, hoje a tão querida Saintes-Maries-de-La-Mer (cidade a sul da França), onde até hoje ergue-se um santuário e que, anualmente, nessa época do ano, recebe peregrinações do mundo inteiro. Sara cumpriu a promessa até o final dos seus dias. Sua história e milagres a fez Padroeira Universal do Povo Cigano, sendo festejada todos os anos nos dias 24 e 25 de maio. Segundo Míriam Stanescon - Rorarni (princesa do clã Kalderash), deve ter nascido deste gesto de Sara Kali a tradição de toda mulher cigana casada usar um lenço que é a peça mais importante do seu vestuário: a prova disto é que quando se quer oferecer o mais belo presente a uma cigana se diz: Dalto chucar diklô (Te darei um bonito lenço).
Além de trazer saúde e prosperidade, Sara Kali é cultuada também pelas ciganas por ajudá-las diante da dificuldade de engravidar. Muitas que não conseguiam ter filhos faziam promessas a ela, no sentido de que, se concebessem, iriam à cripta da Santa, em Saintes-Maries-de-La-Mer, paa uma noite de vigília e depositariam em seus pés como oferenda um diklô, o mais bonito que encontrassem. E lá existem centenas de lenços, como prova que muitas ciganas receberam esta graça.
Para as mulheres ciganas, o milagre mais importante da vida é o da fertilidade porque não concebem suas vidas sem filhos. Quanto mais filhos a mulher cigana tiver, mais dotada de sorte ela é considerada pelo seu povo. A pior praga para uma cigana é desejar que ela não tenha filhos e a maior ofensa é chamá-la de DY CHUCÔ (ventre seco). Talvez seja este o motivo das mulheres ciganas terem desenvolvido a arte de simpatias e garrafadas milagrosas para fertilidade.
Antes da alma conhecer por experiência própria as virtudes de estar num corpo, ela nasce contra a sua vontade e não quer entrar nele. Mas, depois de viver e conhecer o significado de ser capaz de praticar uma vida repleta de altos e baixos... no momento do luto, quando ela se vai, a alma deixa agora o corpo, um pouco tb contra a sua vontade.
Por isso, algumas culturas proferem algumas orações fúnebres para ajudar a minimizar o trauma da alma de se separar do corpo, pois em alguns casos, isto é muito doloroso para ela. Na cultura juldaica, por exemplo, temos "O Cadish" que facilita o caminho todo esse percurso, graças a seu Hino em Louvor a Deus...
Embora os cabalistas do século XVI atribuíssem um caráter místico ao Cadish, alegando que toda vez que era recitado a alma que se foi elevava-se a um nível espiritual mais alto, quão maior será este valor, quanto mais forte for o vínculo relacionado à pessoa que o recita.
É uma expressão pública de fé em Deus por parte dos que ficam, uma aceitação da Sua vontade mesmo em face da dor e da tristeza, uma submissão aos desígnios divinos diante da incapacidade de racionalizar uma tragédia pessoal.
[Atenção.... este não é a tradução do hebraico oiginal... trata-se apenas de uma livre adaptação de fé, carinho, respeito e muita devoção]
Que seja exaltado e santificado [Nome do que se foi] no mundo que Ele criou segundo Sua vontade. Que agora em seu seu reino, [Nome do que se foi] se estabeleça no caminho de sua redenção para que assim, possa Ele se aproximar em vossa vida e em vossos dias e na vida de todas as divindades, pronta e brevemente, e dizei Amém.
Que Seu grande nome seja bendito eternamente e por todo o sempre; que seja bendito. Que Seu grande nome seja bendito eternamente e por todo o sempre. Que seja bendito, louvado, glorificado, exaltado, engrandecido, honrado, elevado e excelentemente adorado [Nome do que se foi]
Bendito seja [Nome das Divindades em Louvação], acima de todas as bênçãos, hinos, louvores e consolos que possam ser proferidos no mundo, e dizei Amém.
Que haja paz abundante emanada dos Céus, e bênção de vida sobre nós, os que ficaram...; e dizei Amém. Aquele que estabelece paz em Suas Alturas, [Nome das Divindades em Louvação], possam Eles estabelecer paz para nós e para todo que aqui ficaram; e dizei Amém.
À APOLO, À BAST, À SÃO FRANCISCO DE ASSIS E À OXÓSSE DAS MATAS, por encontrarem a melhor maneira de responder aos nossos apelos de minimizar a dor e ajudar os nossos entes, tão queridos, a encontrar o caminho do bálsamo salutar!!!
Lugar onde encontrei um Espaço Real para esse Viver que, só se tornou "Alternativo", pq a sociedade de hoje inverteu muuuitos dos valores que aqui se encontra de amizade, solidariedade, fraternidade e cumplicidade. Uma proposta linda, fruto de profissionais corajosíssimas, merecedoras de todo incentivo e congratulações :D
Hermes, mensageiro ou intérprete da vontade dos deuses, (daí o termo hermenêutica) era um deus grego correspondente ao Mercúrio romano. Era um dos 12 deuses do Olimpo. Filho de Zeus e de Maia, nasceu na Arcádia, revelando logo extraordinária inteligência.Divindade muito antiga, Hermes era invocado, a princípio, como deus dos pastores e protetor dos rebanhos, dos cavalos e animais selvagens; mais tarde tornou-se deus dos viajantes, e em sua homenagem foram erguidas estátuas à beira das estradas (hermas). Posteriormente, Hermes tornou-se deus do comércio e até dos ladrões; para proteger compradores e vendedores, inventou a balança. Hermes era quem guiava as almas dos heróis ou pessoas importantes até o rio Estige, lugar que ligava o reino dos vivos com o reino dos mortos. Também considerado deus da eloqüência e patrono dos esportistas, é representado como um jovem de belo rosto; normalmente nu, vestido com túnica curta. Na cabeça, levam um capacete com asas, calça sandálias aladas e traz na mão seu principal símbolo, o caduceu.
Era também o deus dos sonhos, a quem os gregos ofereciam a última libação antes de dormir. Visto que Hermes é o Deus da Comunicação e da eloqüência, ele também traz sonhos aos mortais. O hino homérico dedicado a ele o descreve como aquele que é o “de múltiplas formas, agradavelmente astuto, um ladrão, protetor dos rebanhos, portador de sonhos, observador noturno, um ladrão nos portões, aquele que logo iria fazer feitos maravilhosos entre os Deuses imortais”. Mas foi, sobretudo, venerado pelos atletas, na sua qualidade de inventor da corrida a pé e do pugilato. O nome Hermes, que pode se aparentar a uma raiz sânscrita que designa a tempestade, parece ter designado um deus do vento... Contudo, seus diferentes atributos e epítetos de representação, tornam-o complexo em sua essência associativa.
Assim, o Hermes protector dos pastores e dos rebanhos é figurado, habitualmente, transportando um carneiro aos ombros. Quando ele surge na sua qualidade de protector dos viajantes é representado com um rosto barbudo e longo cabelo encaracolado, colocado no topo de uma coluna que, por sua vez, é colocada nas encruzilhadas das estradas. Mas a sua representação mais freqüente é a de jovem atleta, com suas sandálias aladas e, nas mãos, o caduceu.
Dentre as aventuras de Hermes a mais citada é uma referente ao roubo de parte do rebanho de Apolo praticado quando criança. Além disso, é o Deus que mais aparece nas lendas, mas em geral, no papel secundário de leva e traz dos outros Deuses. Ele ajudou o pai, ZEUS, a subtrair o irmão DIONÍSIO, quando criança, da vingança de HERA. Era também o encarregado de missões delicadas: acompanhar as três Deusas durante o julgamento de Paris; leiloar HÉRACLES; ajudar diversos Heróis em suas proezas (PERSEU e ODISSEU, por exemplo); conduzir o troiano Príamos até a tenda do grego Aquiles; matar ARGOS, o guardião de cem olhos de IÓ; etc...
Além disso, passou a ser também considerado, em épocas tardias, o inventor das práticas mágicas; devido a sua capacidade de interpretar e transmitir os desígnios dos outros Deuses, recebeu o epíteto Hermeneus (intérprete), de onde veio à palavra "hermenêutica". {Especial Identificação! rss}.... No Olimpo como na terra, viveu muitas aventuras e teve numerosos filhos. Com Vênus, Hermafrodito, ser de dupla natureza, homem e mulher; com Antianira teve Equíon; com Equíone teve Autólico, avô de Ulisses; com a ninfa Driopéia teve Pã, divindade dos pastores e rebanhos e etc.
Em períodos antigos, Hermes era o Deus fálico dos caminhos e demarcações... Seu nome, na forma herma, era usado para designar um pilar de pedras como ponto de passagem; viajantes costumavam colocar uma pedra no pilar para ter boa sorte. No século VI a.C., Hiparcos, filho de Pisístrato, trocou o pilar de pedras que marcava o caminho do meio da deme (circunscrição administrativa) de cada vila na ágora central de Atenas por um pilar quadrado ou retangular de pedra ou bronze em cujo cimo ficava o busto de Hermes usando barba; um falo ereto erguia-se da base do pilar.
É por excelência, o símbolo da oralidade e eloqüência. Relata-se também que Hermes aprendeu a prever o futuro e a interpretar presságios e sinais da natureza com pedras de seixo com as Thriae, três deusas virgens da natureza. Outras histórias contam que ele aprendeu a prever o futuro com Apolo, que possuía poderes oraculares, em troca de outro instrumento musical, a siringe, por exemplo: a flauta que seria usada pelo Deus Pã.
Protegia as Artes e ensinou aos povos todos os exercícios que tinham por fim desenvolver a agilidade, a graça e a beleza do corpo. Era, ele próprio, um corredor infatigável, hábil navegador, bravo guerreiro, assim como comerciante consumado. Portanto, por conta de todos esses motivos, o Deus Hermes era motivo de grande veneração entre os gregos, que o consideravam um benfeitor e defensor da humanidade perante os deuses do Olimpo.
QUEM EU TENHO UM CARINHO TODO ESPECIAL
FONTE: livre edição dos sítios Grecia Antiqua e Reconstrucionismo Helênico no Brasil!