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 | Category: | Movies | | Genre: | Documentary |
--- WILLIAM WALLACE (1270 - 1305) --- William Wallace é o maior dos heróis escoceses, indiscutível líder da resistência escocesa durante os primeiros anos da longa, e no final bem sucedida, luta para liberar a Escócia do domínio inglês no final do século 13. Registros da vida de Wallace são esparsos e muitas vezes inexatos. Porque antigas descrições dos seus feitos heróicos são especulativos, e também porque ele inspirou tamanho medo nas mentes dos escritores ingleses que eles o transformaram num verdadeiro demônio. Muitas das histórias sobre Wallace remontam ao romance do fim do século 15 chamado "The Wallace", que é veementemente anti-inglês. Os contos mais populares sobre Wallace não têm evidência documental, mas eles se fixaram na imaginação popular. ---> Wallace representou o espírito do homem comum aspirando por liberdade contra o opressor e expôs a nobreza escocesa da época como um grupo de oportunistas sem princípios <---. Diferentemente dos nobres escoceses coniventes que colaboraram com os ingleses em troca de favores financeiros, Wallace nunca procurou fama pessoal nem se beneficiou dela, ele não obteve nem riquezas nem terra. Wallace nasceu por volta de 1270, provavelmente perto de Ellerslie (atual Elderslie), em Ayrshire, Escócia. Seu pai foi Sir Malcolm Wallace, pequeno proprietário de terras e pouco conhecido cavaleiro escocês. Acredita-se que sua mãe foi filha de Sir Hugh Crawford, xerife de Ayr, e acredita-se que ele teve um irmão mais velho chamado Malcolm. Não há muita informação confiável sobre os primeiros anos de Wallace. Acredita-se que ele passou sua infância em Dunipace, próximo à Stirling, com seu tio, que era um padre. Em 1286, aos 16 anos, Wallace preparava-se para cursar a vida na igreja.  Naquele ano o rei Alexander III morreu, ao cair num penhasco durante uma tempestade, sem deixar herdeiros ao trono. Sua neta, Margaret, foi declarada rainha da Escócia, mas ela tinha apenas 4 anos de idade e morava na Noruega. Um governo provisório, “os guardiões”, foi estabelecido para governar o pais até que Margaret tivesse idade suficiente para assumir. Contudo, o rei inglês Edward I tirou vantagem da instabilidade da sucessão escocesa. Neste clima sem lei o pai de Wallace foi morto num conflito com tropas inglesas em 1291. É possível que a morte de seu pai nas mãos dos ingleses tenha contribuído para o desejo de Wallace lutar pela independência de seu país. Contudo, pouco é conhecido sobre sua vida neste período, com a excessão de que ele tornou-se um fora-da-lei, guerrilheiro e revolucionário, movendo-se constantemente para enfrentar a dominação inglesa, combatendo com sua característica ferocidade. Na ausência de um claro successor ao trono escocês, os pretendentes solicitaram o julgamento do rei inglês Edward I. Os três principais candidatos eram John de Balliol, Robert de Bruce e John de Hastings. Em 1292, Balliol foi escolhido como rei por uma comissão cuja metade dos membros foram escolhidos por Bruce e a outra metade por Balliol. Fora o sudeste da Escócia, o resto do país estava em desordem e crescia o desafio contra os ingleses. Wallace envolveu-se numa luta com soldados ingleses em Ayr. Depois de matar vários deles, ele foi preso e jogado numa masmorra e largado pra morrer de fome. Dado como morto ele foi tomado pelos aldeões, que perceberam que ele ainda estava vivo e tomaram conta dele. Ao retomar suas forças Wallace recrutou vários rebeldes e começou uma sistemática e cruel perseguição aos ingleses e a seus simpatizantes escoceses. Cada vez com mais apoio popular, os ataques ampliaram-se. Em maio de 1297, junto com outros 30 homens, Wallace vingou-se da morte de seu pai, matando o cavaleiro responsável e seus soldados. Agora, ele não era mais um simples fora-da-lei, mas um líder militar que tinha batido um dos cavaleiros do rei Edward I, ele tornou-se o inimigo do rei. Embora a maior parte do país estivesse em mãos escocesas em agosto de 1297, Wallace recrutou um bando de plebeus e pequenos proprietários de terra para atacar o resto das forças militares inglesas entre os rios Forth e Tay. Wallace e seu companheiro, Sir Andrew de Moray, marcharam na direção do castelo de Stirling, uma fortaleza de importância estratégica vital para os ingleses. Os comandantes ingleses devem ter se sentido falsamente confiantes de que os escoceses iriam fugir ou se render. Em 11 de setembro de 1297, o exército inglês, sob ordem de John de Warenne, Conde de Surrey, enfrentou Wallace perto de Stirling. Wallace tinha muito menos homens, mas Surrey tinha que atravessar uma ponte estreita sobre o rio Forth antes de alcançar as posições escocesas.  Os homens de Wallace atraíram os ingleses a fazer um avanço impulsivo e os massacraram enquanto atravessavam o rio; os ingleses perderam quase 5,000 homens. Wallace mostrou que não era apenas um líder carismático e guerreiro, mas que também tinha habilidade tática e militar. Nunca antes disso um exército escocês havia vencido o agressor inglês. Wallace capturou o castelo de Stirling e naquele momento a Escócia estava quase livre das forças inglesas. Na época da batalha de “Stirling Bridge”, Wallace e Moray tinham menos de 30 anos de idade e eles não eram reconhecidos pelo seus inimigos aristocratas a não ser como meros comandantes locais. Com Wallace, os escoceses pebleus e cavaleiros, em vez dos nobres, se uniram numa luta pela liberdade do tirano estrangeiro. Enquanto a nobreza escocesa usualmente cedia às demandas inglesas por fidelidade, a força patriótica de Wallace manteve-se dedicada à luta pela independência escocesa. Em outubro de 1296, Wallace invadiu o norte da Inglaterra e destruiu os condados de Northumberland e Cumberland. Retornando para a Escócia em dezembro de 1297, ele foi proclamado cavaleiro e guardião do reino, reinando em nome de Balliol que era prisioneiro dos ingleses. Em menos de 6 anos ele saiu do anonimato para tornar-se Sir William Wallace, detentor de um dos mais poderosos postos no reino. Mesmo assim muitos nobres escoceses ainda o apoiavam de má vontade. A empolgação após a batalha de “Stirling Bridge” durou pouco. Edward I retornou para a Inglaterra após lutar na França em março de 1298. Em 3 de julho, ele invadiu a Escócia com a intenção de massacrar Wallace e todos os que ousavam declarar a independência da Escócia. Em 22 de julho, Edward I, com seu exército de 90.000 homens, atacou um exército bem menor comandado por Wallace perto de Falkirk. Estima-se que 10.000 escoceses foram mortos nesta batalha. Embora Edward I falhasse em subjulgar completamente a Escócia antes de voltar para a Inglaterra, a reputação militar de Wallace foi arruinada. Ele fugiu para as florestas e, em dezembro, desistiu de seu título de guardião do reino, sendo sucedido por Robert de Bruce (mais tarde rei Robert I) e Sir John Comyn "the Red".  Em 5 de agosto de 1305, Wallace foi traído por um cavaleiro escocês a serviço do rei inglês. Ele foi preso perto de Glasgow e levado para Londres onde negou-se o seu status de prisioneiro militar. Ele foi julgado por assassinato de civis e foi condenado como traidor do rei apesar de manter que ele nunca havia jurado fidelidade a Edward I. Em 23 de agosto de 1305, ele foi executado. Naquela época (e pelos próximos 550 anos), a punição para o crime de traição era que o condenado seria arrastado ao local da execução pendurado pelo pescoço (mas não até a morte), e estripado (or drawn) enquanto ainda vivo, suas entranhas seriam queimadas na frente dos seus olhos, ele seria decapitado e seu corpo dividido em 4 partes. E este foi o destino de Wallace. Sua cabeça foi empalada numa estaca e mostrada na London Bridge, seu braço direito na ponte de Newcastle-upon-Tyne, seu braço esquerdo em Berwick, sua perna direita em Perth e a esquerda em Aberdeen. Edward I deve ter acreditado que a execução de Wallace quebraria o espírito dos escoceses. Ele estava errado. Ao executar Wallace de forma tão bárbara, Edward I martirizou um popular líder militar escocês e incendiou a determinação de liberdade no povo escocês. Quase que imediatamente, Robert I “the Bruce” reviveu a rebelião nacional que acabou por conquistar a independência para a Escócia e foi coroado rei escocês em 1306. No seu caminho para tentar reconquistar a Escócia, Edward I morreu perto de Carlisle, na Inglaterra. Centenas de anos mais tarde, no século 19, estátuas comemorando Sir William Wallace foram colocadas próxima ao rio Tweed e em Lanark. Em 1869, o “National Wallace Monument” foi construído numa colina próxima à Stirling. Essa imensa torre domina a área onde os escoceses lutaram as batalhas mais decisivas contra os ingleses nos séculos 13 e 14, “Stirling Bridge” e “Bannockburn”. Em 1995, a história de William Wallace ficou mundialmente conhecida através do filme de Mel Gibson "Braveheart" - em português: Coração Valente! Uma história e um filme que embalam a minha vida...  Crédito do texto: MARCOS & MARCIA - VIAGEM À ESCÓCIA EM SET/2003 http://marcanc.com/viagens/sq200309/sq2003set_wall.htmlMais sobre o filme: http://www.emulinha.info/filmes/00837.html
Segundo protesto do dia (rss... Carol em momento de lavar a alma!!!)
Mas antes, faço aqui apenas uma explicação inicial. Eu sou filha de Militante!
Ex-secretária geral do extinto Partido Comunista Brasileiro (PCB). Delegada sindical, grevista de piquete em porta de agênicas do Banco do Brasil. Mulher combativa e revolucionária. Alguém com quem aprendi a lutar sempre por aquilo que acreditamos! Em compreender que a vida seria pouca e em vão se fosse pra ser vivida só pra si... que todas as oportunidades que nos é dado só tem um real sentido se pudessem ser revertidas a extender esse benefício a todos que não podem ter a mesmo chance que eu. E que nossa passagem pela Terra, ainda que rota e efêmera, verdadeiramente só pode ser plena, se de algum modo atuarmos em nosso meio para transformar o nosso mundo, um lugar para todos nós vivermos. Um lugar mais justo, fraternal e humano.
Enfim... isto posto, vai aqui o meu Manifesto! Cresci, aprendi, desenvolvi e reaprendi, pra mim, exatamente como a minha visão Materialista de História, de Marx, formou o meu modo de encarar as relações interpessoais... E quer mais? Sejam ela de que natureza forem... as sociais, as profissionais e até mesmo qua?? As familiares também! Por que tudo, de um modo ou de outro, sempre pode ser resumido a uma relação de poder, entre os que podem mais contram os que podem menos. Como melhor Marx explica:
"a História de toda a humanidade como a História dos constantes choques entre as classes sociais antagônicas entre si: homens livres e escravos, patrícios e plebeus, barões e servos – em suma – os que oprimem e os que são oprimidos, os que mandam em antagonismo com os que obedecem"
 Com isso, não quero eu posar de vítima das circuntâncias... só constatar como algumas máximas, quando bem definidas e exploradas podem sim, ser aplicadas nos mais variados âmbitos da vida da gente. E por esses dias, notei nitidamente como a relação familiar é dotada dessa dialética... composta não tão somente por opressores e oprimidos... mas tb por aquela camada média que exerce um papel absurdamente relevante a situação mas, ao mesmo tempo, é a mantenedora das opressões.
Assim, em 1848, no célebre Manifesto do Partido Comunista, Marx e Engels escreveram sobre esse segmento social: "a classe média é conservadora, e tem medo de mudanças, porem almeja ter o poder que a burguesia detém (...)elas tendem em serem uma mola propulsora ao retardamento do processo de conscientização social que deverá estar presente naqueles que vivem-do-trabalho (...)". Assim eles nos alertam o quanto a classe média tem suas ações e seus discursos fundamentados em seus próprios interesses, já que, na qualidade de testa de ferro da burguesia, ela sempre vai jogar os seus interesses para aqueles que conseguirem a manutenção e aumento dos seus confortos.
E o mais triste é ver isso acontecer nas mais sutis das relações. Quando classes médias, como tios e tias, entram para participar do discurso do núcleo familiar para, uma hora, defender os mais fracos da falta de postura digna de pais e mães, por apelo a moral e os bons costumes que os filhos merecem e devem ter em situações de opressão (Quanta bondade! Quanta gentileza!!) Aí... em um piscar dos olhos, quem te estendia o braço e te chamava para o "levante revolucionário" é quem se alia com seus opressões e passa, mascaradamente a defender a manutenção das coisas, por medo e coerção de ser diretamente afetado em seus interesse.
E á, nessa horas, eu olho para situações como a de ontem na minha casa, e me sinto como William Walace (líder revolucionário da independência da Escócia, retratado pelo filme da minha vida, Coração Valente!) ao ser traído pelos nobres líderes dos clãs escoceses, ao se retirarem exatamente na hora do campo de batalha e, ainda, numa última ação desesperada em agarrar o Rei da Inglaterra com as próprias mãos (sim!!! eu fiz isso...) ele é detido e protegido, na hora, pelo "Cavaleiro Real" que, ao guerrear, Walace descobre se tratar justamente de Robert de Bruce, o cabeça da clã e quem tinha lhe dado a sua palavra que estaria ao seu lado contra os ingleses.
Acho que em toda a minha vida, nunca mais eu vou esquecer os olhos de desolado e decepção que vi e senti (e mais tarde, de tantas inúmeras vezes que já assisti esse filme), sem querer, protagonizei exatamente o que ele percebeu do mundo e de quão maior são as relações de poder como naquele momento do filme. O quanto ele se deixa cair sentado no chão da Escócia, com a roupa e a cara toda suja de sangue, cansado, exausto de uma luta que, naquele momento ele tinha a mais absoluta certeza das coisas: ele lutara sozinho!!!
E foi exatamente assim que me senti ontem: lutando sozinha! :'(
"(...) E um grande silêncio fez-se
| Com o medo em solidão (...)"
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Essa trilha me pegou justamente como ela começa, ontem, a noite, após assistir o Filme P.S. Eu te amo.
E, sem manjar nada de inglês, acabei, sem querer, protagonizando metalingüísticamente a sua tradução, antes de entrar novamente dentro de casa e cassá-la na net (já que, de algum modo, ela estava significando tanto naquele momento e eu, sem ao menos entender o que ela tinha pra dizer):
"Então enquanto eu me reviro nos lençóis E, mais uma vez, não consigo dormir Saio porta fora e subo a rua, Olho as estrelas sob os meus pés Relembro coisas certas que eu transformei em erradas E aqui vou eu"
============================================================== Letra Original, em inglês: http://letras.terra.com.br/james-blunt/457086/
Letra Traduzida, em portugês: http://letras.terra.com.br/james-blunt/713848/ ==============================================================
E um destaque ao seu climax, que tb resolveu dialogar (e muito!) com a temática chave do meu Arcano da Lunação (Os Enamorados), que trata justamente sobre a difícil sina de ter que escolher por algo que, de repente, na prática, vc não tem muito escapatória em deixar de optar...
Páris... por Vênus! O Enamorado pela Loira Amada! E Carol, com sua forja, em ser mãe... sempre!!!
Como fugir disso?! De sempre cometer Same Mistake!
(Carol falando com a vida/ o destino/ ou com o Tarot) "Não estou pedindo uma segunda chance, Estou gritando com toda a força da minha voz Me dê razão, mas não me dê escolha, Porque eu cometerei o mesmo erro outra vez". | Same Mistake | | All The Lost Souls | | James Blunt | |
Link: http://peganomeu.wordpress.com/2008/01/20/ps-eu-te-amoBlog de alguém que, assim como eu, tb se lançou nessas de "ir atrás" de tudo o que diz respeito ao filme... nas suas palavras:
"Bônus do editor do texto: Como fiquei muito empolgado com o filme, encontrei a trilha sonora e deixo disponível para quem quiser curtir".
Além da trilha, o site disponibiliza resenhas, vídeos, extras e ainda, acho até que o filme mesmo, em DVDRip.
 | Category: | Movies | | Genre: | Romantic Comedy |
[Por Maria Clara Matos]
Comédias românticas são geralmente estereotipadas, classificadas como filmes para o público feminino, que assiste ao longa e acaba se esvaindo em lágrimas. Não chegaria ao ponto de dizer que P.S. Eu Te Amo, de Richard LaGrevenese (Paris, Te Amo), é uma produção para “elas”, mas ela rende boas lágrimas.
Quando uma pessoa amada morre, quem fica deseja poder ter tido mais alguns instantes com ela, fazer com que suas características permaneçam em nossa vida por mais algum tempo. Holy (Hilary Swank), protagonista de P.S. Eu Te Amo, tem essa “colher de chá”. Seu marido Gerry (Gerard Butler) morre devido a um tumor no cérebro e, durante todo período de sua doença, escreve cartas que serão enviadas à mulher após a sua morte. O longa centra-se na dificuldade de Holy em lidar com a morte do marido e os sentimentos que as cartas despertam nela.
Ir se divertir em uma boate, cantar num videokê, comprar um abajur ou fazer uma viagem: as cartas de Gerry dão os conselhos mais esdrúxulos à viúva, mas são eles que ajudam Holy a não enlouquecer e a voltar a tocar sua vida normalmente. Além das cartas, Holy tem uma turma de amigos que consegue levantar seu astral e garante uma boa dose de humor ao longa. As atrizes Lisa Kudrow, conhecida como Phoebe do seriado Friends, e Gina Gershon (Um Cara Quase Perfeito), formam uma dupla engraçada e revelam peculiaridades do universo feminino, como idéias sobre o casamento e o desejo de ser mãe.
Falando em atuações, quem pensaria que Hilary Swank, que vem de papéis mais fortes e trágicos como em Menina de Ouro, e Gerard Butler, o fortão de 300, formariam um casal tão entrosado e harmonioso? Pois esse é um dos pontos altos do longa. Tanto Hilary como Butler encarnam personagens simples, próximos da realidade do espectador, com muita competência.
Baseado no livro homônimo da escritora irlandesa Cecelia Ahern, os roteiristas Richard LaGrevenese e Steven Rogers conseguem criar uma ótima trama. Coesa e atraente, peca apenas quando abusa de alguns elementos inverossímeis, clichês da comédia romântica, como o desfecho da trama. No entanto, P.S. Eu Te Amo destaca-se no gênero pela qualidade e entrosamento dos atores. O romantismo continua o foco central do longa e, para quem gosta desse tipo de produção, é uma ótima opção.

Título Original: P.S. I Love You Gênero: Romance Tempo de Duração: 126 minutos Site Oficial: http://psiloveyoumovie.warnerbros.comPois é... o trailler não faz juz ao potencial criativo do filme... E acho que nem os posts, propriamente dito, pq tudo que foi produzido no sentido de lançar e divulgar a produção, vai carregada de um marketing horroroso, típico desses lançamentos de mercado... Contudo, mesmo tendo achado videos mais interessantes para aqui postar, achei que este ainda era a melhor pedida. Porque mesmo assim... desse jeito mesmo que é... esse filme significou um algo importante pra mim, nesses dias de controvérsias, reflexão e dedicação ao que eu chamo de "reparação". E, sem cartas, sem saudade, sem sentir nada que me faria me identificar com o apelo da perda amorosa do filme, hoje trago ele para o meu canto sagrado do Multiply, porque um dia... esse sentimento me foi familiar. E além disso, todos os outros assuntos tratados que, de certa forma, conversam muito com o que venho enfrentando por aqui, cá no peito. Afinal, eis um ano de Ares, não?!?! Import.flv (5.3 MB)
|  | P.S. - Eu Te Amo
[Sinopse]
O roteirista de As Pontes de Madison retoma o romance, agora numa fita estrelada por Gerard Butler (300) e Hilary Swank (Menina de Ouro). Eles interpretam um apaixonado casal vítima de uma tragédia. Engraçado e impetuo-so, o irlandês Gerry (Butler) morre em conseqüência de uma doença terminal. Porém quando Gerry morre, a vida de Holly Holly Kennedy (Hilary Swank) também acaba, já que ela entra em profunda depressão.
Mas o que ela não esperava era que, imaginando que isto poderia acontecer, Gerry deixou para ela diversas cartas antes de morrer. Cada uma delas busca guiar Holly no caminho de sua recuperação, não apenas da dor pela sua perda mas também de sua própria redescoberta. Com Kathy Bates (126min).
Aqui, vale o acréscimo da Carol, dizendo que o tema "perda de um grande amor" é pano de fundo para os outros assunto que, particularmente pra mim, muito me interessa discutir: casa, família, solidão, profissão, realização e, não obstante, a redescoberta (ou deveria dizer "reparação", minha palavra ariana?) da própria vida. |
Trilha tema dos Irmãos Elric, do anime Fullmetal Achemist. Um trailler que, mesmo quem não conhecer nada da história, pode se deixar tocar apenas pela imagem de dois jovens, em busca de suas trajetórias pessoais de vida... MAS, "(...) o caminho que eles decidiram levar não é fácil e eles encontrarão uma série de obstáculos até seu objetivo final: recuperar o que lhes foi tirado(...)" Para mais, acesse: http://carolyara.multiply.com/photos/album/12/Memorial_FMA Import.flv (10.1 MB)
 | Category: | Movies | | Genre: | Action & Adventure |
Maximus é um importante general romano com a total confiança de Marcus Aurelius, o César da Época, que está em seus últimos dias de reinado. O imperador atiça a fúria de seu filho Commodus ao comunicá-lo o interesse de transferir seu reinado para Maximus, por considerá-lo com mais diginidade e propriedade a sucessão do que ele, seu filho de sangue real. Commodus então inicia uma profunda revolta movida por vingança. Assassina seu pai e, ao pedir a lealdade de Maximus e ao tê-la negada, expande sua área de atividade para o general e sua família. Maximus é condenado à morte, mas escapa e começa uma longa jornada de sobrevivência e glória, até reencontrar um sentido a sua vida: vingar seus entes queridos. É assim que o general mais respeitado do Império Romano, tornou-se um escravo e, de escravo, um gladiador: O Espanhol! Áquele que inflama as massa e ousou desafiar o império.
Vencedor de 5 Oscars, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Ator (Russell Crowe), Melhores Efeitos Especiais, Melhor Figurino e Melhor Som. Foi ainda indicado em outras 7 categorias: Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Joaquin Phoenix), Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora.
Ganhou 2 Globos de Ouro: Melhor Filme - Drama e Melhor Trilha Sonora, além de ter sido indicado em outras 3 categorias: Melhor Diretor, Melhor Ator - Drama (Russell Crowe) e Melhor Ator Coadjuvante (Joaquin Phoenix).

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