YARA ~~~ filha das águas ~~~

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Photo AlbumRoda Mundo, Roda Gigante! (51 photos)Jul 23, '08 9:33 PM
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Pois é... essa lunação deu o que falar...
Com a companhia do Arcano X, prestes a findar,
resolvi eternizá-lo em seus muuuitos momentos,
muitos giros e muitas voltas, para sempre.
nesse singelo álbum.....

Blog EntryQuando "Baubo" veio comigo prozear...Jul 11, '08 12:35 AM
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Em um daqueles importantes momentos especiais da vida da gente, acredito piamente que "Eles" e "Elas" vêem prozear com a gente... Como uma grande amiga querida disse - há pouco - em seu Blog: "Eu não consigo estudar mitologia sem pensar que esses momentos são instantes em que a divindade te olha e te manda uma bênção." Também penso assim. E, sobretudo, também sinto assim...

E por pensar e sentir assim, quis postar aqui um texto que li hoje que, de modo materialmente sério e sensível, veio me tocar. Talvez por tudo o que anda rolando, ou talvez por nada. Mas, em tempos de Roda da Fortuna, a gente não tem muito o que "empacar" com uma posição só...

É deixar rolar... certo? rs

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"Baubo é uma antiga Deusa da Grécia associada à sexualidade sagrada. É também um arquétipo da vida, da morte e da fertilidade. A sexualidade sagrada, a fertilidade e a imortalidade são conceitos que estão unidos na concepção mágica dos povos antigos. A representação da vulva não é mais do que a perpetuação do feito mágico do nascimento. Na figura da Deusa Baubo, o seu ventre representa o símbolo numinoso da fertilidade. Enquanto que na posição frontal, toda a nua feminilidade da Deusa é permeada pelo numinoso que dela emana como fascinação, essa limitação à zona do ventre ou do útero expressa, no aspecto inumano e grotesco, a autonomia radical do ventre em relação aos "centros superiores" do coração, seios, cabeça, e assim entroniza-o como sagrado.

Baubo é uma antiga Deusa Grega do Ventre, conhecida também pelo nome de Iamba. Era esposa de Dysaules e mãe de Mise. Nas suas representações não possui cabeça, mas apenas um rosto que aparece no torso.

A sua história chega-nos da Antiga Grécia, quando Deméter era a Deusa Mãe da Terra e todos os dias passeava pelos prados para deles cuidar, garantindo assim que houvesse abundância no nosso planeta. Regava as plantas, fazia florescer as árvores, sempre acompanhada da filha Perséfone que amava profundamente.

Certo dia, Hades, o Deus dos Infernos "sequestrou" Perséfone e levou-a para as entranhas da terra. Deméter caiu então em profunda depressão. A terra reflete o seu desespero e os campos tornam-se estéreis.

Deméter, na sua peregrinação em busca da filha, chegou a um lugar chamado Eleusis chorando muito. A pequena ama Baubo, vendo-a tão desesperada, acercou-se dela dançando; em seguida levantou a saia e mostrou a vulva. Deméter sorriu e Baubo abraçou-a, dizendo-lhe que, como Deusa da Terra, ela não podia ser destruidora mas sim transformadora. Em seguida continuou a contar-lhe histórias picantes e divertidas. As duas riram muito juntas até que a Mãe da Terra adquiriu novas forças para ir em busca da filha. A Terra riu com as Deusas, a Terra floresceu.

A dimensão contagiante da alegria e do riso sagrado, juntamente com as festividades e cerimoniais em que se vê envolta, afastam a humanidade dos seus pesares que constantemente a aferroam, afirma a vida e vence os temores da morte e da esterilidade. Através da alegria e do riso esquecemo-nos dos limites da nossa existência, além de que mais facilmente conseguimos vencer os obstáculos que põem em perigo a continuidade da vida.

Baubo é a Deusa radiante, amante do sorriso. Ela é a combinação do impulso sexual, natural e instintivo, e da arte altamente elaborada de amar.

Baubo vive em cada uma de nós; é a capacidade que todas nós temos de nos levantar e seguir em frente depois de um momento triste, de apostar no riso, como auxiliar na cura para as nossas depressões. Baubo faz-nos ainda entender como é poderoso, belo e mágico o corpo feminino. Qualquer que seja a sua forma e o seu tamanho, o nosso corpo é único e, portanto, especial.

Muitas pessoas ainda hoje sentem-se mal amadas, ou até indignas de serem amadas e muitas ainda têm a certeza de ter perdido a capacidade de amar. Mas este vazio difuso de que as pessoas se queixam pode ser explicado em termos de perda da conexão com a Deusa, aquela que renova a vida, traz amor, paixão e fertilidade. É a Deusa Baubo que faz a ligação com uma camada importante da nossa vida instintiva, trazendo-nos de volta o riso, a alegria, a beleza e a energia criativa que une a sexualidade à espiritualidade.

Hoje já não temos a oportunidade de segurar a imagem da Deusa com o carinho de antigamente, pois a mente racional simplesmente relegou-a para a categoria de “práticas pagãs arcaicas”. Entretanto, no corpo do pensamento psicológico (e no campo devotivo que a Carol carrega em seu Coração), as imagens das Deusas são consideradas "arquétipos" (ou forças vitais). Arquétipos são formas preexistentes que integram a estrutura herdada da psique comum de todas as pessoas,enquanto essas energias primordiais inspirada e alimentam nossas próprias forjas de início). Essas estruturas psíquicas (e essas energias primordiais) são dotadas de densidade emocional e quando ativadas têm o poder de transformar o nosso consciente.

Acredito, que Deusas como Baubo, segura e confiante no seu corpo e na sua sexualidade, podem ensinar-nos a adquirir confiança em nós próprias.

Quando você também estiver pronto... faça como ela: ria alto e o quanto puder. Rir é contagioso. Portanto, a partir de hoje, sorria muito e "infecte" o mundo com a "epidemia" do seu sorriso".


Essências relacionadas : baunilha, amêndoa, lírio oriental, bergamota.

Pedras relacionadas : carneliam, coral, ágata, jaspar castanho (pedras alaranjadas), pedra do boji, larimar, obsidiana."

Texto pesquisado e desenvolvido por

ROSANE VOLPATTO

(Adaptado)

http://www.rosanevolpatto.trd.br/baubo.html

Imagem: Google




Blog Entry"De visita à Luz"Jun 23, '08 9:20 PM
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Sim! Eu que venho em companhia dos ctônicos, neste fim de semana, estive excepcionalmente em visita à Luz...


Uma passagem como poucas na vida da gente... onde - de primeira mão - já adianto que aprendi como os simples aspectos fortes dos nossos modos de nos religar com o espiritual são, de fato, as mais incríveis e intensas essências divinas que podemos encontrar em vida... UAU!!! E que justamente nessa forma tão singela e natural (mas forte! absurdamente forte!!) de expressarmos o sagrado em nós é que somos verdadeiramente agraciados por suas indiziveis magnitudes. Porque são nesses raros e caros momentos da nossa existência que descobrimos a real latência digna de chamarmos de dádiva sobre a Terra!

NOSSA... devo dizer também o quanto pequena e ainda impura me senti perante tanta luz brilhante!!!! Um resplendor que, confesso, mal consegui reter os olhos a pino para apreciar.. Era demais pra minha vista, sabem como é???  Tudo o que consegui foi me guardar a minha insignificante condição e me emocionar.

Que honra! Que privilégio!

Um clarão que foi desde o colo do mensageiro, do sábado, até a Dama de escuro véu, a Grande Senhora Gentil, do domingo... Sem esquecer, é claro, das chamas gêmeas flamejantes a despontar ao léu (incrível vibração suave que franca vem nos presentear...)


Acompanhada por meu mangue primordial, enlaçada por minha queda d'água essencial e, claro, recoberta por minha maré fundamental..... devo explicar o quanto só consegui perceber - paradoxalmente - quão escuras estavam as minhas águas, naquele momento...    Enegradas no coração de um começo de noite, seivada no seio de minh'alma. E que, dela, venho me despertar... É bem verdade que, no começo, estranhei muito o quanto eu só conseguia reconhecer meu elemento vital desse modo tão sombrio... mas, definitivamente, não me espantei! Porque a oeste, alí, descalça, nada eu poderia fazer senão me render aquela leve sensação de poça d'água a molhar meus pés, em tamanha escuridão... resignei-me!

Até.... de fato entender - com aquele tipo de insight que só o Brilhante é capaz de jorrar - que, afinal, qual outra sensação eu poderia ter perante a luz senão a escuridão??? Já que não se tem sombra sem luz...



VideoUm arrastão de sensações!!Jun 19, '08 1:15 AM
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Assim é pra mim o "Arrastão" de Elis Regina, neste festival da TV Record.
Quantas forem as vezes que eu ver ou escutar a Elis cantando essa música,
tantas serão as vezes que eu vou me arrepiar da ponta dos pés até o último
fio de cabelo do crânio de frio, ao mesmo tempo choro e emoção... sensações
que eu simplesmente não consigo explicar... São aqueles poucos minutos que
toda a sua forja faz todo o sentido e vc só pode fazer é contemplar... ai ai ai

"Valha-me Deus, nosso Senhor do Bonfim!!!!!"


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Photo AlbumTributo as minhas Águas (32 photos)Jun 19, '08 12:18 AM
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Em lunação de Sumo Sacerdotisa
Numa regência que começou aos pés de Mercúrio
Sobre o manto roxo da lama divina de Nanã
Que englobaria uma época de clausura e coroação
Não tive como deixar de homenagiá-los!



"É uma lei da natureza: os homens se congregam onde as águas convergem"
Jacques Cousteau (1914-1997) naturalista francês

LinkHermes em São Paulo!!!May 30, '08 1:55 PM
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Link: http://vidasimples.abril.uol.com.br/edicoes/067/mente_aberta/conteudo_...

(além daqui... cá dentro em meu Coração!)

Mercúrio, mensageiro dos deuses, descansa em plena praça da República, no centro de São Paulo. Segundo a reportagem da Revista "Vida Simples", lá existe uma reprodução da obra clássica de Lisipo, exposta no Museu Nacional de Nápoles, na Itália.

Um lugar que, a partir de hoje, com certeza, lá irei estar... =)

ReviewReviewReviewReviewReviewO AlquimistaApr 19, '08 5:40 PM
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Category:Books
Genre: Religion & Spirituality
Author:Sim, apesar de tudo, é ele: Paulo Coelho
"O Alquimista pegou um livro que alguém na caravana havia trazido. Enquanto folheava suas páginas, encontrou uma história sobre Narciso. O alquimista conhecia a lenda de narciso, um rapaz que todos os dias se debruçava na margem de um lafo para contemplar sua própria beleza. Era tão fascinado por si mesmo que certa manhã, caiu no lago e morreu afogado. No lugar onde caiu, um flor surgiu, que a chamaram de Narciso.

Mas não era assim que o autor do livro terminava a lenda. Ele dizia que, quando Narciso morreu, vieram as deusas do bosque e viram o lago, que antes era de água doce, transformado num lago de lágrimas salgadas (PS: sempre eu em meus temas de encontro das águas... doces com as salgadas... Salve Minhas Mãe D'águas, rss).

_ Por que você chora? - perguntaram as deusas.
_ Choro por Narciso - respondeu o lago.
_ Ah, não nos espanta que você chore por Narciso - disseram elas. _Afinal de contas, apesar de sempre corrermos atrás dele pelo bosque, você era o único que contemplava de perto sua beleza.
_ Mas Narciso era belo? - perguntou o lago.
_ Quem melhor do que você poderia saber disso? - disseram, supresas, as deusas _ Afinal de contas, era nas suas margens que ele debruçava-se todos os dias para contemplar-se!

O lago ficou quieto por algum tempo. Por fim, disse:
_ Choro por Narciso, mas jamais notei que Narciso era belo. Choro porque, todas as vezes que ele se debruçava sobre minhas margens, eu podia ver, no fundo dos seus olhos, a minha própria beleza refletida.

"Que bela história", pensou o Alquimista."
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História transcrita na snopse na contracapa do livro, "O Alquimista" conta a trajetoria de um jovem pastor que, certa noite, tem um sonho repetido: fala de um tesouro oculto, guardado perto das Pirâmides do Egito. O rapaz resolve seguir seu sonho e, assim, defronta-se com os grandes mistérios que acompanham o Homem desde o começo dos tempos: os sinais de Deus, a Lenda Pessoal que cada um de nós precisa viver, a misteriosa Alma do Mundo, onde qualquer pessoa pode penetrar se ouvir o próprio coração...

Um livro simbólico, um trabalho bonito que - independente do autor, já que eu, particularmente falando, não tenho predileções pelos textos do Paulo Coelho - para quem quiser experimentar um novo paradigma sobre "A Arte Sagrada", tem aí um prato cheio de um novo sabor sobre como ver e perceber o mundo a sua volta.

Recomendo!


Blog EntryArtigo: ALQUIMIA - A ARTE SAGRADAApr 19, '08 5:21 PM
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Hoje em dia, com todos os avanços tecnológicos no processamento e difusão da informação e as novas descobertas cientificas sobre o nosso passado histórico, ainda pouco se conhece ou está apenas se começando a compreender, sobre o propósito real dos alquimistas e o verdadeiro significado da sua arte.


A ALQUIMIA COMO PRÁTICA MILENAR

Segundo registros históricos, a alquimia foi praticada e difundida em civilizações antigas como a Ásia, África e Europa, segundo sustentam alguns historiadores, por mais e 5000 anos. Alguns afirmam ainda que a real origem da alquimia está associada à herança de conhecimentos de antigas civilizações já extintas em tempos remotos. A alquimia, ou chamada por outros nomes segundo a época e localização, foi praticada nas civilizações antigas da Mesopotâmia, Egito, Pérsia, Índia, China, Grécia, o Império Romano, o Império Islâmico e mais adiante em toda a Europa até o século XIX sendo disseminada em escolas dedicadas exclusivamente para esta finalidade.


ALQUIMIA E CHARLATANISMO

A alquimia ganhou sua fama como sendo sinônimo de charlatanismo durante o século XIX, quando virou moda, sendo praticada por pessoas de todos os níveis culturais e estratos sociais, desde mendigos até reis e Papas, pelos interesses mais mundanos . Foi por causa dos sopradores (falsos alquimistas) que a alquimia foi desprestigiada, desprestigio que se mantém até os dias de hoje (Alguma semelhança com o caminho do Paganismo e dos Cultos Afro-brasileiros??? hehehe, acho que não...).

Contudo, é preciso salientar que foram os sopradores os que desenvolveram os fundamentos da indústria química e metalúrgica atuais. Deste modo os sopradores gozaram de prestígio e estimação na época moderna através das suas contribuições mundanas como a invenção da pólvora, refinamento dos minerais, processos metalúrgicos, produção de tintas, pinturas, cosméticos, cerâmicos, cristais, licores, extratos entre outras descobertas.


A VERDADEIRA ALQUIMIA

Só no século XX foi redescoberta para o mundo uma reconsideração do significado profundo da alquimia como prática para transformação espiritual do ser humano para estados mais elevados de consciência, por pesquisadores como Carl Jung. Ele descobriu uma grande ligação entre a simbologia alquímica e aspectos relacionados à psique humana recentemente desenvolvida.

Na atualidade os investigadores (e, devo dizer, eu também!! rss) julgam a alquimia como autêntica e valiosa pelos seus aspectos espirituais e extrafísicos afirmando que o desenvolvimento da química e metalurgia, como derivada desta ciência, é uma mera corrupção da tradição hermética original. Os métodos alquímicos estão passando por uma recente fase de renascimento na atualidade através dos movimentos esotéricos e místicos da Nova Era.

A historia da verdadeira alquimia tem se convertido em um vigoroso campo acadêmico. É de grande valor para historiadores e filósofos pelos seus aspectos místicos, esotéricos e artísticos. A medida que a obscura linguagem hermética dos alquimista vêm sendo gradativamente decifrada, os historiadores estão sendo mais conscientes das conexões intelectuais entre esta arte e as outras facetas da cultura ocidental, tais como sociologia, psicologia, cabalismo, espiritualismo, rosacruscismo, criptografia, bruxaria, ciência, filosofia entre outras.


A ALQUIMIA COMO CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO

Existem muitas definições que descrevem o que é a alquimia. Desde o lado mais íntimo e profundo da alquimia, ela pode ser definida como a arte sagrada que, através da prática paciente, sabedoria e fé, busca servir de apoio à natureza para permitir a expansão de consciência e aperfeiçoamento do ser humano por meio dos processos de transformação espiritual que atravessa.

Uma prática comum dos alquimistas era o emprego de metáforas e complexos sistemas simbólicos absurdos e desconexos para esconder seus verdadeiros aspectos extrafísicos propositalmente para evitar deixar cair em mãos de sopradores. Para esta finalidade foram utilizadas substancias químicas, estados físicos e processos da matéria metaforicamente para ocultar o aspecto paralelo ligado aos aspectos internos do ser humano. Assim mesmo, muitos símbolos da alquimia são derivados da astrologia devido a que por ambas terem o conhecimento oculto como objetivo comum terminaram se entrelaçando e complementando ao longo do tempo desde épocas antigas.

Sendo assim, a transmutação do chumbo em ouro, uma das maiores ambições dos alquimistas como comumente se conhece, simboliza, na realidade, a transformação do ser humano imperfeito, enfermo, corrompível, efêmero e ignorante, simbolizado pelo chumbo ou saturno, até um estado perfeito, saudável, incorrompível, eterno e iluminado, simbolizado pelo ouro ou o sol. Da mesma maneira a pedra filosofal representa um estado de ser, oculto no interior do ser humano, que, se aflorado, promoveria este processo de transformação espiritual próprio assim como daqueles que estão por perto.

O elixir da vida ou panacéia universal, aquela que é a cura de todos os males, bastante procurado pelos alquimistas, é bastante similar à vida eterna pregada por Jesus Cristo, vida  eterna que está além do mundo material e que é somente alcançada quando somos capazes de morrer em prol do renascimento para um novo estado de consciência. (Atenção Strigois de Plantão: Alguma coisa haver com o Vampyrismo do modo como o conheçemos e o compreendemos?!? hehehe, acho que não...)

Pelo visto anteriormente a alquimia deixou uma mensagem poderosa, valida até, e especialmente, nos dias de hoje, a busca da perfeição...

Em um mundo onde o ser humano comum perdeu o contato com sua parte divina, seu Ser Superior, a alquimia aparece como um chamado para que o ser humano pare de Fazer para começar a Ser... ser aquilo que está oculto dentro dele... ser aquilo que o transforma em divindade caminhando na terra.



VideoEu sou Maria, MariaApr 10, '08 5:33 PM
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Para quem não sabe... eu trago "no corpo uma marca"
de ter Maria no nome, Maria Carolina Pereira Carvalho.

(Pús aqui pra não esquecer, toda vez que tiver que passar pela lunação do Carro e, nesse ponto, ser lembrada da Guerreira que habita em mim!!!!!)

Maria, Maria
É um dom, uma certa magia,
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece viver e amar
Como outra qualquer do planeta
Maria, Maria
É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que ri quando deve chorar
E não vive, apenas agüenta
Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo uma marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida

---> Eu ia colocar um video em que o próprio Milton estivesse cantando. MAS, como ele sempre nutriu um amor incondicional pela nossa Pimentinha, assim como eu, achei que ele não iria se importar de tê-la aqui. Porque só ela daria conta de comportar a feminilidade máxima de interpretar uma canção como essa!


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Blog EntryDas Mães para os PaisApr 10, '08 4:42 PM
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POis é... foi bem assim que passei de uma lunação para outra.
Saíndo do colo das minhas mães para os punhos de meus pais...


ARCANO VII

Sim! Foi a primeira vez que usei meu Tarot dos Orixás... e por uma razão muito simples: ainda não o tinha colocado nas mãos de um guia de Umbanda para consagrá-lo pra mim, por isso, ainda não o tinha "inaugurado" para mim.

E o impacto foi recheado de tanta associação cognitiva que, de fato, não foi possível postar logo de cara. Para quem está perguntando "que carta é essa"... SIM! É ele... o Senhor deste Ano Novo Astrológico.. o Que parte rumo aos seus objetivos...

Ave Ares! Salve Marte, The Chariot, ou seja, O CARRO!!!

E, com diveeeeeeeeersos dados curiosos:
  • Segundo o próprio manual que segue essas lâminas, "nesta carta, predominam duas cores: o azul (em agumas correntes afro-brasileiros, se dá Azul escuro para Ogum e não Vermelho como na Umbanda) e o verde; o primeiro relacionado com Ogum, (São Jorge), e o verde, que corresponde a Oxóssi (São Sebastião). Ambos, com uma forte ligação entre si. São lutadores, Defensores da Ordem, Valentes e Guerreiros.

  • Pois bem... para quem nunca viu e não sabe, ao ser coroado "Filho de Santo", no terreiro onde eu freqüento, você ganha um cordão de fitas de cetim trançados, com as cores que sinaliza "quem são os donos" da sua coroa mediúnica. A esse cordão, damos o nome de "Quelê" e as cores que ele traz indica de onde vem a sua linhagem... Todo mundo passa a ter o seu Pai e Mãe de santos, que te guiam no trabalho de Umbanda e o Santo que te protege. A mim, fui coroada como Filha de Oxósse com Iemanjá, tendo em Ogum, o tal padrinho de proteção... rsss (vide foto ao lado). Quero dizer... já não bastava a minha lunação com a Imperatriz (Iemanjá), cá estou eu, com a Lunação do Carro (Ogum) que, no Tarot que eu consagrei, justamente para essa lunação, é a síntese de Ogum com Oxósse... MEEEEEEEEEDO (como diria, Pietra!!)

  • E MAIS:no domingo da Lunação, teve Trabalho para Ogum e, nesse dia, eu fiquei dentro da gira. Mesmo com o pé machucado, eu dei passagem rápida para os meus Orixás. E, diferente dos outros dias de trabalho... meu Ogum veio... veio forte... e o curto espaço de tempo que ficou, ele usou para falar comigo... E o que ele disse, NOSSA, parecia antecipar as orientações do Arcano que ia tirar (Vide o Próximo Post!)

  • E isso ficou muito claro, quando, pós gira de Ogum, eu esperei os Ciganos descerem em terra para dar o meu tarot para ser consagrado nas mãos da Sara, a Rainha dos Ciganos. Pois bem, pedi a ela que virasse o Arcano pra mim, da Lunação... e ela disse??? NÃO! Esse era o "meu fundamento e minha forja", que tem que fazer isso sou eu... a única coisa que ela iria fazer, a mais, nessa lunação, era tirar uma carta que eu deveria colocar cruzada sobre o Arcano do Mês, em cima dele, porque essa carta daria um complemento a sua expressão particular........ e, advinhem que carta foi essa????

ELEMENTO ÁGUA
(eu juro... rsrsss)

            Neste Tarot, uma presença muito forte, é a forma diferenciada que ele tem de trabalhar com as cartas figuradas. Como seu princípío de trabalho usa como base o poder dos elementais... a "tal corte" desse baralho não possui associação com o trabalho normal. Eles usam apenas 3 figuras que são: 1) O Elemento em si (Terra, Fogo, Água, Ar)... 2) O Elemental (Duendes e Gnomos, Salamandras, Ondinas e Sereias, Fadas e Silfos)... 3) A Mensagem do Elemento (Mensagem da Terra, Mensagem do Fogo, Mensagem da Água, Mensagem do Ar)

  • Ter "O Elemento Água" como "complemento a sua expressão particular", do meu Arcano Maior, foi outra coisa de assustar!!!!!! Porque eu trabalho com o Seu Ogum Beira Mar e o Caboclo é o Areia do Mar... dá pra imaginar isso??? Ambos que emanam de um mesmo pedacinho da natureza onde mora muuuuito de toda a minha essência!
  • Com mais um detalhe particular: Este mês, onde a Lunação pegará Abril certinho, é o mês onde a gente comemora a Festa de Ogum, porque seu dia festivo é 23 de Abril (para o sincretismo com São Jorge) e 19 de Abril (para o sincretismo com Sto. Expedito)
Enfim... muuuuuuuuuitas associações e para muito pouca explicação, na verdade. Quero dizer, em uma infinidade de possibilidades, dentro das 22 Cartas dos Arcanos Menores, e mais 78 entre todas as lâminas (para complemento, rsss)... ainda, em infinitas lunações disponíveis... e essa carta vem, nesse dia, para essa lunação, com todas essas características... POMBAS! Mesmo sendo filha de santo, espiritualista, aquariana... ainda sim fico atônita com essas "coincidências", sabem???

...enfim...
Alguma dúvida ainda sobre minha alm'água?!

rsrsrsrsrsrrs

ReviewReviewReviewReviewReviewEros e PsiqueApr 1, '08 12:07 AM
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Category:Books
Genre: Arts & Photography
Author:Fernando Pessoa {...sempre ele...rs}
Conta a lenda que dormia
Uma Princesa encantada
A quem só despertaria
Um Infante, que viria
De além do muro da estrada.

Ele tinha que, tentado,
Vencer o mal e o bem,
Antes que, já libertado,
Deixasse o caminho errado
Por o que à Princesa vem.

A Princesa Adormecida,
Se espera, dormindo espera,
Sonha em morte a sua vida,
E orna-lhe a fronte esquecida,
Verde, uma grinalda de hera.

Longe o Infante, esforçado,
Sem saber que intuito tem,
Rompe o caminho fadado,
Ele dela é ignorado,
Ela para ele é ninguém.

Mas cada um cumpre o Destino
Ela dormindo encantada,
Ele buscando-a sem tino
Pelo processo divino
Que faz existir a estrada.

E, se bem que seja obscuro
Tudo pela estrada fora,
E falso, ele vem seguro,
E vencendo estrada e muro,
Chega onde em sono ela mora,

E, inda tonto do que houvera,
À cabeça, em maresia,
Ergue a mão, e encontra hera,
E vê que ele mesmo era
A Princesa que dormia.

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POR CAROLINA CARVALHO:

Sim, meus pais não tem reinado algum e eu, tenho apenas um irmão mais velho. Sou dona de muitos encantos, porém, muitos dos que já se aproximaram de mim ou que de mim, de fato, já tiveram enamorados, acham por bem não se aproximarem muito além do sensato. Até meu irmão, que nem tem a menor graça, logo arranjou sua pretendente e se casou e já tem sua princesinha (Maria Alice, minha sobrinha).



Mesmo preocupada com minha solidão, minha cara família, ainda sem ter se quer um Conselho com o oráculo de Apolo, já de me vestir de luto, por seis anos, ao abandonar-me só, no alto da montanha dessa casa, a ter com o monstro da sobrecarga e das questões intrapessoais, a quailidade de esposa, dona das coisas aqui em SP.

Por anos, sozinha e desesperada, meu pranto ecoou sobre o cansaço, até que uma brisa, regada a um pouco de vodka (né Paulinha, rs!) me levou flutuando até um vale cheio de flores, onde havia um palácio maravilhoso, com pilares de ouro, paredes de prata e chão de pedras preciosas.



Mesmo surpresa e ainda que sozinha, estar ao lado de um grande amor parecia-me o bastante para ser feliz... mesmo que, de fato, eu não pudesse ver o que seu rosto me escondia. As pérfidas a minha volta, que observavam de longe o que eu vivia, aconselhavam-me a largar tudo, caso eu ainda quisesse me proteger... e, a dúvida ia me dilacerando.

Até que cai na armadilha. Busquei a luz da verdade e estremeci a tal ponto que a faca escorregou de minha mão e o clarão que rajou da lamparina da realidade entornou. E muito mais do que uma gota de óleo fervente caíra sobre o ombro de uma relação ferida. Disse: "Não há amor onde não há confiança".



Tão forte que se tornou o meu desespero em contornar aquela situação... Empreguei todas as minhas forças para recuperar o amor de Eros. Até me colocar de serva de Afrodite, eu me fiz, sem obter resultado

Desde então... muitas tem sido minhas provas para amadurecer minha alma. Separar uma grande quantidade de trigo, milho, papoula e muitos outros grãos misturados. Colher um pouco de lã de ouro de umas ovelhas ferozes. Recolher em um jarro de cristal um pouco da água negra que saía de uma nascente que ficava no alto de uns penhascos. Até descer até ao Hades e trazer uma caixinha com a beleza imortal, o cofre da beleza usado por Perséfone e, dali, sucumbir ao sono profundo.

O que não seria possível, sem CLARO, eu poder contar com a ajuda de centenas de formigas, maravilhosos amigos, que me ajudam a fazer todo o meu trabalho. Caniço mágico dos Oráculos que guiam os melhores momentos e ora para agir. Além, é claro, da águia adivina que sempre aparece na forma da minha Fé, que enchem bem fundo o Jarro da Água de que sou feita.

Uma trajetória de vida, onde minh'alma, dia após dia, é forjada e purificada pelos sofrimentos e infortúnios que colho da vida, e preparada, assim, para gozar a pura e verdadeira felicidade...



Blog EntryIemanjá, meu mar!!!Mar 19, '08 12:20 PM
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Iemanjá, a Rainha do Mar e  Mãe de quase todos os Orixás, é uma Deusa abrasileirada, sendo resultado da miscigenação de elementos europeus, ameríndios e africanos.

É um mito de poder aglutinador, reforçado pelos cultos de que é objeto no candomblé, principalmente na Bahia, e na Umbanda, no sudeste do país. É também considerada a Rainha das Bruxas e de tudo que vem do mar, assim como é protetora dos pescadores e marinheiros. Governa os poderes de regeneração e pode ser comparada à Deusa Ísis.

Os grandes seios ostentados por Iemanjá, deve-se à sua origem pela linha africana, aliás, ela já chegou ao Brasil como resultado da fusão de Kianda angolense (Deusa do Mar) e Iemanjá (Deusa dos Rios). Os cabelos longos e lisos prendem-se à sua linhagem ameríndia e é em homenagem à Iara dos tupis.

De acordo com cada região que a cultua recebe diversos nomes: Sereia do Mar, Princesa do Mar, Rainha do Mar, Inaê, Mucunã, Janaína. Sua identificação na liturgia católica é: Nossa Senhora de Candeias, Nossa Senhora dos Navegantes,  Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora da Piedade e Virgem Maria.

Do mesmo modo que varia seu nome, variam também suas formas de culto. A sua festa na Bahia, por exemplo é realizada no dia 2 de fevereiro, dia de Nossa Senhora das Candeias. Mas já no Rio de Janeiro é dia 31 de dezembro que se realiza suas festividades. As oferendas também diferem, mais a maioria delas consiste em pequenos presentes tais como: pentes, velas, sabonetes, espelhos, flores, etc. Na celebração do Solstício de Verão, seus filhos devotos vão às praias vestidos de branco e entregam ao mar barcos carregados de flores e presentes. Às vezes ela aceita as oferendas, mas algumas vezes manda-as de volta. Ela leva consigo para o fundo do mar todos os nossos problemas, aflições e nos trás sobre as ondas a esperança de um futuro melhor.


Blog EntryPOEMA PARA A FILHA DA ÁGUAFeb 15, '08 1:09 AM
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Teatro do Incêndio
Segunda-feira, 9 de Julho de 2007



Na ponta da praia surgem na primeira grama de areia
Os pés serenos de uma juventude alheia e ... abrangente.
A Yara da pedra e dos peixes e das frestas
Fresca folha orvalhada de sal.
Seus cabelos em ondas Suecas desenterram
Antigas queixas e me mergulham olhos brilhos pele
Sentada clara e quase real.
Vou telegrafar uma mensagem, sou muito telepata;
Dizer bem baixinho se posso ligar hoje
Para o telefone que você anotou no papelzinho.
Talvez você atenda com uma tiara de pétalas
Cercada de bichos silvestres num vestido de voil sem dó.
Vou encomendar flores virtuais
Para jogar pra você quando tiver voltado para o mar.
Vou pensar em você todo dia quando a tardinha for rezar
Para a Mãe D'água te devolver em seis meses.
Oxum, Senhora, faz calma nos cursos dela e cuida de mim silencioso
[nessas margens.
Protetora, permita paz nessa nova alvorada
Despeja fria sua nascente em meu peito pequeno e magro;
Mãe dela, cerca sua vida de sorrisos finos.
Porém muito respeitosos. Outra mãe sentou Sibila pela terra...

Vou pensar mil vezes em me afogar
Cada vez que a vida me deixar cansado
E eu entrar em desespero de te encontrar.
Poderia ser um dia como agora,
Esta noite longa de chuva luminosa estelar.
Mas falta um número no seu endereço;
Não sei em que praia de que mar.

Postado por Marcelo Marcus Fonseca às 04:08 

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