YARA ~~~ filha das águas ~~~

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ReviewReviewReviewReviewReviewUm pouco de História...Jul 5, '08 11:19 AM
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Category:Movies
Genre: Documentary
--- WILLIAM WALLACE (1270 - 1305) ---

William Wallace é o maior dos heróis escoceses, indiscutível líder da resistência escocesa durante os primeiros anos da longa, e no final bem sucedida, luta para liberar a Escócia do domínio inglês no final do século 13.

Registros da vida de Wallace são esparsos e muitas vezes inexatos. Porque antigas descrições dos seus feitos heróicos são especulativos, e também porque ele inspirou tamanho medo nas mentes dos escritores ingleses que eles o transformaram num verdadeiro demônio.

Muitas das histórias sobre Wallace remontam ao romance do fim do século 15 chamado "The Wallace", que é veementemente anti-inglês. Os contos mais populares sobre Wallace não têm evidência documental, mas eles se fixaram na imaginação popular. ---> Wallace representou o espírito do homem comum aspirando por liberdade contra o opressor e expôs a nobreza escocesa da época como um grupo de oportunistas sem princípios <---.

Diferentemente dos nobres escoceses coniventes que colaboraram com os ingleses em troca de favores financeiros, Wallace nunca procurou fama pessoal nem se beneficiou dela, ele não obteve nem riquezas nem terra.

Wallace nasceu por volta de 1270, provavelmente perto de Ellerslie (atual Elderslie), em Ayrshire, Escócia. Seu pai foi Sir Malcolm Wallace, pequeno proprietário de terras e pouco conhecido cavaleiro escocês. Acredita-se que sua mãe foi filha de Sir Hugh Crawford, xerife de Ayr, e acredita-se que ele teve um irmão mais velho chamado Malcolm. Não há muita informação confiável sobre os primeiros anos de Wallace. Acredita-se que ele passou sua infância em Dunipace, próximo à Stirling, com seu tio, que era um padre. Em 1286, aos 16 anos, Wallace preparava-se para cursar a vida na igreja.



Naquele ano o rei Alexander III morreu, ao cair num penhasco durante uma tempestade, sem deixar herdeiros ao trono. Sua neta, Margaret, foi declarada rainha da Escócia, mas ela tinha apenas 4 anos de idade e morava na Noruega. Um governo provisório, “os guardiões”, foi estabelecido para governar o pais até que Margaret tivesse idade suficiente para assumir. Contudo, o rei inglês Edward I tirou vantagem da instabilidade da sucessão escocesa.

Neste clima sem lei o pai de Wallace foi morto num conflito com tropas inglesas em 1291. É possível que a morte de seu pai nas mãos dos ingleses tenha contribuído para o desejo de Wallace lutar pela independência de seu país. Contudo, pouco é conhecido sobre sua vida neste período, com a excessão de que ele tornou-se um fora-da-lei, guerrilheiro e revolucionário, movendo-se constantemente para enfrentar a dominação inglesa, combatendo com sua característica ferocidade.

Na ausência de um claro successor ao trono escocês, os pretendentes solicitaram o julgamento do rei inglês Edward I. Os três principais candidatos eram John de Balliol, Robert de Bruce e John de Hastings. Em 1292, Balliol foi escolhido como rei por uma comissão cuja metade dos membros foram escolhidos por Bruce e a outra metade por Balliol. Fora o sudeste da Escócia, o resto do país estava em desordem e crescia o desafio contra os ingleses. Wallace envolveu-se numa luta com soldados ingleses em Ayr. Depois de matar vários deles, ele foi preso e jogado numa masmorra e largado pra morrer de fome. Dado como morto ele foi tomado pelos aldeões, que perceberam que ele ainda estava vivo e tomaram conta dele. Ao retomar suas forças Wallace recrutou vários rebeldes e começou uma sistemática e cruel perseguição aos ingleses e a seus simpatizantes escoceses.

Cada vez com mais apoio popular, os ataques ampliaram-se. Em maio de 1297, junto com outros 30 homens, Wallace vingou-se da morte de seu pai, matando o cavaleiro responsável e seus soldados. Agora, ele não era mais um simples fora-da-lei, mas um líder militar que tinha batido um dos cavaleiros do rei Edward I, ele tornou-se o inimigo do rei. Embora a maior parte do país estivesse em mãos escocesas em agosto de 1297, Wallace recrutou um bando de plebeus e pequenos proprietários de terra para atacar o resto das forças militares inglesas entre os rios Forth e Tay. Wallace e seu companheiro, Sir Andrew de Moray, marcharam na direção do castelo de Stirling, uma fortaleza de importância estratégica vital para os ingleses. Os comandantes ingleses devem ter se sentido falsamente confiantes de que os escoceses iriam fugir ou se render. Em 11 de setembro de 1297, o exército inglês, sob ordem de John de Warenne, Conde de Surrey, enfrentou Wallace perto de Stirling. Wallace tinha muito menos homens, mas Surrey tinha que atravessar uma ponte estreita sobre o rio Forth antes de alcançar as posições escocesas.



Os homens de Wallace atraíram os ingleses a fazer um avanço impulsivo e os massacraram enquanto atravessavam o rio; os ingleses perderam quase 5,000 homens. Wallace mostrou que não era apenas um líder carismático e guerreiro, mas que também tinha habilidade tática e militar. Nunca antes disso um exército escocês havia vencido o agressor inglês. Wallace capturou o castelo de Stirling e naquele momento a Escócia estava quase livre das forças inglesas.

Na época da batalha de “Stirling Bridge”, Wallace e Moray tinham menos de 30 anos de idade e eles não eram reconhecidos pelo seus inimigos aristocratas a não ser como meros comandantes locais. Com Wallace, os escoceses pebleus e cavaleiros, em vez dos nobres, se uniram numa luta pela liberdade do tirano estrangeiro. Enquanto a nobreza escocesa usualmente cedia às demandas inglesas por fidelidade, a força patriótica de Wallace manteve-se dedicada à luta pela independência escocesa.

Em outubro de 1296, Wallace invadiu o norte da Inglaterra e destruiu os condados de Northumberland e Cumberland. Retornando para a Escócia em dezembro de 1297, ele foi proclamado cavaleiro e guardião do reino, reinando em nome de Balliol que era prisioneiro dos ingleses. Em menos de 6 anos ele saiu do anonimato para tornar-se Sir William Wallace, detentor de um dos mais poderosos postos no reino. Mesmo assim muitos nobres escoceses ainda o apoiavam de má vontade.

A empolgação após a batalha de “Stirling Bridge” durou pouco. Edward I retornou para a Inglaterra após lutar na França em março de 1298. Em 3 de julho, ele invadiu a Escócia com a intenção de massacrar Wallace e todos os que ousavam declarar a independência da Escócia. Em 22 de julho, Edward I, com seu exército de 90.000 homens, atacou um exército bem menor comandado por Wallace perto de Falkirk. Estima-se que 10.000 escoceses foram mortos nesta batalha. Embora Edward I falhasse em subjulgar completamente a Escócia antes de voltar para a Inglaterra, a reputação militar de Wallace foi arruinada. Ele fugiu para as florestas e, em dezembro, desistiu de seu título de guardião do reino, sendo sucedido por Robert de Bruce (mais tarde rei Robert I) e Sir John Comyn "the Red".



Em 5 de agosto de 1305, Wallace foi traído por um cavaleiro escocês a serviço do rei inglês. Ele foi preso perto de Glasgow e levado para Londres onde negou-se o seu status de prisioneiro militar. Ele foi julgado por assassinato de civis e foi condenado como traidor do rei apesar de manter que ele nunca havia jurado fidelidade a Edward I. Em 23 de agosto de 1305, ele foi executado. Naquela época (e pelos próximos 550 anos), a punição para o crime de traição era que o condenado seria arrastado ao local da execução pendurado pelo pescoço (mas não até a morte), e estripado (or drawn) enquanto ainda vivo, suas entranhas seriam queimadas na frente dos seus olhos, ele seria decapitado e seu corpo dividido em 4 partes.

E este foi o destino de Wallace. Sua cabeça foi empalada numa estaca e mostrada na London Bridge, seu braço direito na ponte de Newcastle-upon-Tyne, seu braço esquerdo em Berwick, sua perna direita em Perth e a esquerda em Aberdeen. Edward I deve ter acreditado que a execução de Wallace quebraria o espírito dos escoceses. Ele estava errado. Ao executar Wallace de forma tão bárbara, Edward I martirizou um popular líder militar escocês e incendiou a determinação de liberdade no povo escocês.

Quase que imediatamente, Robert I “the Bruce” reviveu a rebelião nacional que acabou por conquistar a independência para a Escócia e foi coroado rei escocês em 1306. No seu caminho para tentar reconquistar a Escócia, Edward I morreu perto de Carlisle, na Inglaterra. Centenas de anos mais tarde, no século 19, estátuas comemorando Sir William Wallace foram colocadas próxima ao rio Tweed e em Lanark. Em 1869, o “National Wallace Monument” foi construído numa colina próxima à Stirling. Essa imensa torre domina a área onde os escoceses lutaram as batalhas mais decisivas contra os ingleses nos séculos 13 e 14, “Stirling Bridge” e “Bannockburn”.

Em 1995, a história de William Wallace ficou mundialmente conhecida através do filme de Mel Gibson "Braveheart" - em português: Coração Valente!

Uma história e um filme que embalam a minha vida...




Crédito do texto: MARCOS & MARCIA - VIAGEM À ESCÓCIA EM SET/2003
http://marcanc.com/viagens/sq200309/sq2003set_wall.html

Mais sobre o filme: http://www.emulinha.info/filmes/00837.html


Blog EntryMinha Veia RevolucionáriaJul 5, '08 9:37 AM
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Segundo protesto do dia (rss... Carol em momento de lavar a alma!!!)

Mas antes, faço aqui apenas uma explicação inicial. Eu sou filha de Militante!

Ex-secretária geral do extinto Partido Comunista Brasileiro (PCB). Delegada sindical, grevista de piquete em porta de agênicas do Banco do Brasil. Mulher combativa e revolucionária. Alguém com quem aprendi a lutar sempre por aquilo que acreditamos! Em compreender que a vida seria pouca e em vão se fosse pra ser vivida só pra si... que todas as oportunidades que nos é dado só tem um real sentido se pudessem ser revertidas a extender esse benefício a todos que não podem ter a mesmo chance que eu. E que nossa passagem pela Terra, ainda que rota e efêmera, verdadeiramente só pode ser plena, se de algum modo atuarmos em nosso meio para transformar o nosso mundo, um lugar para todos nós vivermos. Um lugar mais justo, fraternal e humano.

Enfim... isto posto, vai aqui o meu Manifesto! Cresci, aprendi, desenvolvi e reaprendi, pra mim, exatamente como a minha visão Materialista de História, de Marx, formou o meu modo de encarar as relações interpessoais... E quer mais? Sejam ela de que natureza forem... as sociais, as profissionais e até mesmo qua?? As familiares também! Por que tudo, de um modo ou de outro, sempre pode ser resumido a uma relação de poder, entre os que podem mais contram os que podem menos. Como melhor Marx explica:

"a História de toda a humanidade como a História dos constantes choques entre as classes sociais antagônicas entre si: homens livres e escravos, patrícios e plebeus, barões e servos – em suma – os que oprimem e os que são oprimidos, os que mandam em antagonismo com os que obedecem"



Com isso, não quero eu posar de vítima das circuntâncias... só constatar como algumas máximas, quando bem definidas e exploradas podem sim, ser aplicadas nos mais variados âmbitos da vida da gente. E por esses dias, notei nitidamente como a relação familiar é dotada dessa dialética... composta não tão somente por opressores e oprimidos... mas tb por aquela camada média que exerce um papel absurdamente relevante a situação mas, ao mesmo tempo, é a mantenedora das opressões.

Assim, em 1848, no célebre Manifesto do Partido Comunista, Marx e Engels escreveram sobre esse segmento social: "a classe média é conservadora, e tem medo de mudanças, porem almeja ter o poder que a burguesia detém (...)elas tendem em serem uma mola propulsora ao retardamento do processo de conscientização social que deverá estar presente naqueles que vivem-do-trabalho (...)". Assim eles nos alertam o quanto a classe média tem suas ações e seus discursos fundamentados em seus próprios interesses, já que, na qualidade de testa de ferro da burguesia, ela sempre vai jogar os seus interesses para aqueles que conseguirem a manutenção e aumento dos seus confortos.

E o mais triste é ver isso acontecer nas mais sutis das relações. Quando classes médias, como tios e tias, entram para participar do discurso do núcleo familiar para, uma hora, defender os mais fracos da falta de postura digna de pais e mães, por apelo a moral e os bons costumes que os filhos merecem e devem ter em situações de opressão (Quanta bondade! Quanta gentileza!!) Aí... em um piscar dos olhos, quem te estendia o braço e te chamava para o "levante revolucionário" é quem se alia com seus opressões e passa, mascaradamente a defender a manutenção das coisas, por medo e coerção de ser diretamente afetado em seus interesse.

E á, nessa horas, eu olho para situações como a de ontem na minha casa, e me sinto como William Walace (líder revolucionário da independência da Escócia, retratado pelo filme da minha vida, Coração Valente!) ao ser traído pelos nobres líderes dos clãs escoceses, ao se retirarem exatamente na hora do campo de batalha e, ainda, numa última ação desesperada em agarrar o Rei da Inglaterra com as próprias mãos (sim!!! eu fiz isso...) ele é detido e protegido, na hora, pelo "Cavaleiro Real" que, ao guerrear, Walace descobre se tratar justamente de Robert de Bruce, o cabeça da clã e quem tinha lhe dado a sua palavra que estaria ao seu lado contra os ingleses.

Acho que em toda a minha vida, nunca mais eu vou esquecer os olhos de desolado e decepção que vi e senti (e mais tarde, de tantas inúmeras vezes que já assisti esse filme), sem querer, protagonizei exatamente o que ele percebeu do mundo e de quão maior são as relações de poder como naquele momento do filme. O quanto ele se deixa cair sentado no chão da Escócia, com a roupa e a cara toda suja de sangue, cansado, exausto de uma luta que, naquele momento ele tinha a mais absoluta certeza das coisas: ele lutara sozinho!!!



E foi exatamente assim que me senti ontem: lutando sozinha! :'(

"(...) E um grande silêncio fez-se

Dentro do seu coração

Um silêncio de martírios

Um silêncio de prisão.

Um silêncio povoado

De pedidos de perdão

Um silêncio apavorado

Com o medo em solidão (...)"

[O Operário em Construção,
Vinícius de Morais]

Blog EntryUma devoção especial => Ele é O CARA!!!Apr 30, '08 12:42 PM
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Hermes, mensageiro ou intérprete da vontade dos deuses, (daí o termo hermenêutica) era um deus grego correspondente ao Mercúrio romano. Era um dos 12 deuses do Olimpo. Filho de Zeus e de Maia, nasceu na Arcádia, revelando logo extraordinária inteligência.Divindade muito antiga, Hermes era invocado, a princípio, como deus dos pastores e protetor dos rebanhos, dos cavalos e animais selvagens; mais tarde tornou-se deus dos viajantes, e em sua homenagem foram erguidas estátuas à beira das estradas (hermas). Posteriormente, Hermes tornou-se deus do comércio e até dos ladrões; para proteger compradores e vendedores, inventou a balança. Hermes era quem guiava as almas dos heróis ou pessoas importantes até o rio Estige, lugar que ligava o reino dos vivos com o reino dos mortos. Também considerado deus da eloqüência e patrono dos esportistas, é representado como um jovem de belo rosto; normalmente nu, vestido com túnica curta. Na cabeça, levam um capacete com asas, calça sandálias aladas e traz na mão seu principal símbolo, o caduceu.



Era também o deus dos sonhos, a quem os gregos ofereciam a última libação antes de dormir. Visto que Hermes é o Deus da Comunicação e da eloqüência, ele também traz sonhos aos mortais. O hino homérico dedicado a ele o descreve como aquele que é o “de múltiplas formas, agradavelmente astuto, um ladrão, protetor dos rebanhos, portador de sonhos, observador noturno, um ladrão nos portões, aquele que logo iria fazer feitos maravilhosos entre os Deuses imortais”.

Mas foi, sobretudo, venerado pelos atletas, na sua qualidade de inventor da corrida a pé e do pugilato. O nome Hermes, que pode se aparentar a uma raiz sânscrita que designa a tempestade, parece ter designado um deus do vento... Contudo, seus diferentes atributos e epítetos de representação, tornam-o complexo em sua essência associativa.


Assim, o Hermes protector dos pastores e dos rebanhos é figurado, habitualmente, transportando um carneiro aos ombros. Quando ele surge na sua qualidade de protector dos viajantes é representado com um rosto barbudo e longo cabelo encaracolado, colocado no topo de uma coluna que, por sua vez, é colocada nas encruzilhadas das estradas. Mas a sua representação mais freqüente é a de jovem atleta, com suas sandálias aladas e, nas mãos, o caduceu.

Dentre as aventuras de Hermes a mais citada é uma referente ao roubo de parte do rebanho de Apolo praticado quando criança. Além disso, é o Deus que mais aparece nas lendas, mas em geral, no papel secundário de leva e traz dos outros Deuses. Ele ajudou o pai, ZEUS, a subtrair o irmão DIONÍSIO, quando criança, da vingança de HERA. Era também o encarregado de missões delicadas: acompanhar as três Deusas durante o julgamento de Paris; leiloar HÉRACLES; ajudar diversos Heróis em suas proezas (PERSEU e ODISSEU, por exemplo); conduzir o troiano Príamos até a tenda do grego Aquiles; matar ARGOS, o guardião de cem olhos de IÓ; etc...


Além disso, passou a ser também considerado, em épocas tardias, o inventor das práticas mágicas; devido a sua capacidade de interpretar e transmitir os desígnios dos outros Deuses, recebeu o epíteto Hermeneus (intérprete), de onde veio à palavra "hermenêutica". {Especial Identificação! rss}.... No Olimpo como na terra, viveu muitas aventuras e teve numerosos filhos. Com Vênus, Hermafrodito, ser de dupla natureza, homem e mulher; com Antianira teve Equíon; com Equíone teve Autólico, avô de Ulisses; com a ninfa Driopéia teve Pã, divindade dos pastores e rebanhos e etc.

Em períodos antigos, Hermes era o Deus fálico dos caminhos e demarcações...
Seu nome, na forma herma, era usado para designar um pilar de pedras como ponto de passagem; viajantes costumavam colocar uma pedra no pilar para ter boa sorte. No século VI a.C., Hiparcos, filho de Pisístrato, trocou o pilar de pedras que marcava o caminho do meio da deme (circunscrição administrativa) de cada vila na ágora central de Atenas por um pilar quadrado ou retangular de pedra ou bronze em cujo cimo ficava o busto de Hermes usando barba; um falo ereto erguia-se da base do pilar.


É por excelência, o símbolo da oralidade e eloqüência. Relata-se também que Hermes aprendeu a prever o futuro e a interpretar presságios e sinais da natureza com pedras de seixo com as Thriae, três deusas virgens da natureza. Outras histórias contam que ele aprendeu a prever o futuro com Apolo, que possuía poderes oraculares, em troca de outro instrumento musical, a siringe, por exemplo: a flauta que seria usada pelo Deus Pã.


Protegia as Artes e ensinou aos povos todos os exercícios que tinham por fim desenvolver a agilidade, a graça e a beleza do corpo. Era, ele próprio, um corredor infatigável, hábil navegador, bravo guerreiro, assim como comerciante consumado. Portanto, por conta de todos esses motivos, o Deus Hermes era motivo de grande veneração entre os gregos, que o consideravam um benfeitor e defensor da humanidade perante os deuses do Olimpo.

QUEM EU TENHO UM CARINHO TODO ESPECIAL

 FONTE: livre edição dos sítios Grecia Antiqua e Reconstrucionismo Helênico no Brasil!


ReviewReviewReviewReviewReviewGladiador, 2000Apr 17, '08 8:48 AM
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Category:Movies
Genre: Action & Adventure
Maximus é um importante general romano com a total confiança de Marcus Aurelius, o César da Época, que está em seus últimos dias de reinado. O imperador atiça a fúria de seu filho Commodus ao comunicá-lo o interesse de transferir seu reinado para Maximus, por considerá-lo com mais diginidade e propriedade a sucessão do que ele, seu filho de sangue real. Commodus então inicia uma profunda revolta movida por vingança. Assassina seu pai e, ao pedir a lealdade de Maximus e ao tê-la negada, expande sua área de atividade para o general e sua família. Maximus é condenado à morte, mas escapa e começa uma longa jornada de sobrevivência e glória, até reencontrar um sentido a sua vida: vingar seus entes queridos. É assim que o general mais respeitado do Império Romano, tornou-se um escravo e, de escravo, um gladiador: O Espanhol! Áquele que inflama as massa e ousou desafiar o império.

Vencedor de 5 Oscars, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Ator (Russell Crowe), Melhores Efeitos Especiais, Melhor Figurino e Melhor Som. Foi ainda indicado em outras 7 categorias: Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Joaquin Phoenix), Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora.

Ganhou 2 Globos de Ouro: Melhor Filme - Drama e Melhor Trilha Sonora, além de ter sido indicado em outras 3 categorias: Melhor Diretor, Melhor Ator - Drama (Russell Crowe) e Melhor Ator Coadjuvante (Joaquin Phoenix).



LinkO Carro e a Arte de Seguir em FrenteApr 11, '08 12:52 AM
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Link: http://zephyrusprana.wordpress.com/2007/12/26/o-carro-e-a-arte-de-segu...

Temática básica para quem, como eu, está sobre a regência do mais "controvertido" arcano do Tarot. Pressagia o sucesso, a vitória, o bom êxito... mas não te conta o suor e a lágrima que vc tem que derramar para fazê-lo acontecer... hehehehe

MusicTrilhas TemáticasApr 10, '08 6:08 PM
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De: MARCUS VIANNA

O que passou e o que virá
Se irmanam em cruz no coração
Pois quem ardeu ao sol de uma paixão
Sabe renascer das cinzas da solidão

Deixa eu te tomar entre os braços
E ir aos jardins do céu, que o arcanjo zelou
Quero ouvir romanças dos lábios teus
Como flores que o tempo não levará, porque não são daqui
Vidas, Amores e Guerras A Casa Das Sete Mulheres A Casa Das Sete Mulheres (Marcos Viana) 

ReviewReviewReviewReviewReviewA Casa das 7 Mulheres (em meu Carro!!!)Apr 10, '08 6:03 PM
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Category:Movies
Genre: Documentary

AQUELES FORAM TEMPOS CONVULSIVOS...



Um povo ainda em formação lutava por sua terra, seu gado, suas mulheres e seus filhos. Para o campo migravam os homens, numa marcha sem volta. Idealistas, sanguinários, libertários, soldados, peões, maridos, pais. No campo sangravam. No campo, passavam frio e fome. Apartavam-se até dos ideais, por vezes, da razão. Escondiam o medo na insanidade. Perdiam as roupas, os cavalos, as batalhas.


AQUI FICAVAM AS MULHERES...



Com elas, moças que viam a meninice passar, esperando seus irmãos, seus pais, um pretendente que pudesse transpor a porteira só para cruzá-la novamente rumo à morte.


AQUELES FORAM TEMPOS DE ESPERA...



E a espera trazia a incerteza, a angústia, o medo e a solidão, que disputava com a insanidade um lugar no coração. Mas na casa também repousavam a vida e a obstinação. A esperança de que uma ferida não fosse encontrar a morte ao cair da noite. Enquanto isso, colocavam as dores para quarar ao sol. E rezavam crentes. Cozinhavam os doces e teciam as roupas... E amavam, amavam com gana e com fé.


AQUELES NÃO FORAM SÓ TEMPOS DE UMA HISTÓRIA GAÚCHA...



Não se trata apenas das mulheres - suas dores e seus amores - nem apenas dos homens e de seu sangue derramado, Farrapos. Aqueles foram tempos humanos! Que nasce do conflito, da discórdia, mas também dos ideais e da dignidade. E, sobretudo, é uma história de amor, desse sentimento que fala aos homens de bravura, às mulheres enlevadas, às mães zelosas e ao coração de qualquer um que a escute...


AQUELES TB FORAM NOSSOS TEMPOS, TEMPO DA NOSSA HISTÓRIA...



Onde o épico e o nobre, heróis e heroínas, cravavam suas histórias no bojo das nossas. Por um homem e sua mulher, que juntos, embrenhavam-se nos pampas em uma lição de bravura, doçura e coragem.


A MESMA QUE HOJE, EU TIRO PRA MIM!!!

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