YARA ~~~ filha das águas ~~~

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Blog EntryLivre-arbítrio e as concessões...Jul 25, '08 10:00 PM
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É... não é de hoje que esses dois amantes de famílias rivais vêem me alertar de seus flertes...

Sabe quando há momentos da vida da gente em que fazer concessões significa mesmo a genuína expressão de seu livre-arbítrio?! Pois é... como boa aquariana que sou, podas e cerceaduras são verdadeiros motivos de urticária, ojeriza e repugnância.. já que todas chegam aos meus ouvidos como sinônimo ou de anulação ou de violação do maior valor intríseco a minha intimidade:


A Liberdade!



Durante muito tempo agi de modo a ir contra a correnteza dos meus desejos e dos meus valores em detrimento de uma expectativa coletiva ou de um certo senso esperado... E, ao longo desses anos todos, vi o quanto de mim e de minha personalidade eu negligenciava no trato com as pessoas, por conta disso. Para atender a esse apelo. E ainda fazia isso porque eu achava que "abrir mão" desse ou daquele momento, sentimento ou objetivo poderiam ser renúncias honrosas... que só me afetariam num sentido de adiar um pouco mais o foco. O que era pra hoje e agora, ia sendo deixado pra daqui a pouco, depois, amanhã e amanhã.. e assim... as coisas iam sempre sendo protelada. Pelos outros que nunca demonstravam limites em suas posições e, fundamentalmente por mim, que nunca sabia estabelecê-los nem para fora e nem para dentro de minhas próprias decisões.

Tudo foi indo, de modo imperativo e emergente e eu sempre movida por aquele conceito meio "alardeante" de quem passa uma vida apagando incêndios. Fazendo A 'só mais essa vez', fazendo B 'só porque não tem outro jeito' e, desta forma, eu sempre me acomodava como vítima das circunstâncias. Como a que não tem outra opção...

Hoje, 6 anos presa a esses hábitos contraproducentes, cá estou eu de novo! Reformada, determinada e consciente das minhas próprias questões... porém, não exatamente mudada!

Digo isso porque, de uns meses para cá, foi apresentada ao mundo inexorável das "escolhas" e da autonomia para governar minha vida segunda as minhas próprias posições. E deste então... SIM! Não sou mais aquela mulher que se submete ao estabelecido e nem ditames dos outros. Porém, os meus conceitos e os meus valores de respeito e responsabilidade não mudaram... eles ainda continuam os mesmos e, por conta disso, alguns atos de concessão e poda não mudaram efetivamente dos contextos... Talvez o que tenha mudado sim, tenha sido as minhas motivações. Os reais focos das decisões.

E nesse sentido, hoje, quando deixei de sair ou de cumprir com determinado compromisso que dizia respeito única e exclusivamente a mim por condições adversas de casa e de família... hoje eu faço (quando faço!) por mim... Porque assim EU escolhi. Porque assim os meus valores ficariam mais tranqüilos em prosseguir e eu não me sentiria efetivamente livre e senhora de mim mesma senão tivesse a autoridade única de abdicar dignamente de certas situações - não exatamente prioritárias - sempre que eu achar necessário.

Portanto, assim sendo, resta ainda uma única questão que ainda me preocupa: qual será e como a gente reconhece o fio tênue que separa o aprimoramento moral e os novos conceitos de conduta e comportamento com os tais antigos hábitos contraproducentes e o velho costume da anulação. Que se mantém vivo em nosso íntimo como um gatilho, carregado, sempre a postos, pronto para nos boicotar os sentidos e disfarçar os motivos, só para nos guiar à teimosa mania de nos negligenciar???

Porque hoje, sexta-feira, quase meia-noite, tendo deixado conscientemente de lado um belo compromisso que eu tinha muita vontade pessoal de ter ido para ficar em casa honrando os meus demais compromissos (de mim para comigo mesma)... e ainda, depois de uma semana de planejamentos corrompidos - ora pela falta de uma infra-estrutura decente e necessária de distinção das coisas (no que tange família, trabalho, privacidade etc.), ora por omissão voluntária e assumida, da minha parte, de uma programação mais rígida e endurecida - novamente me percebo aqui... na cozinha de casa... computador remontado na mesa das refeições, pronta para me sujeitar (de novo, por imposição própria) a varar mais uma das muitas noites que eu já virei só para fazer "tudo aquilo" (atenção as aspas, rs) o que não rendeu durante os meus dias... no decorrer da semana. E SIM, reincidente em mais um daqueles velhos hábitos que eu simplesmente adoraria abolir da minha vida!!! Só porque assim eu tenho a paz e a infra que do contrário eu não consigo ter de outro modo (ao menos por enquanto.............)



E, por conta disso, e de toda essa situação de contrários é que me faz vacilar se minhas concessões estão de fato sendo expressão do meu livre-arbírtrio ou se o meu livre-arbítrio é quem tem sido refém dos meus próprios calotes pessoais.

Ehhh... de fato, uma resposta como essa, sincera e profundas a uma percepção ainda tão confusa das coisas, eu ainda não tenho não... mas, ao menos, uma certeza eu tenho: esses dois amantes de famílias rivais só vão sossegar aqui dentro do meu peito quando alguns dos meus sentidos não for mais tão entrelaçado a percepção que ainda tenho do meio e, portanto, conseguir modo de ser seguramente distinto.

Contudo, de qualquer forma, ainda sim, quero ter muito com o que eu me contentar (e por isso, quem sabe me regozijar!): ambos se amam!!! E essa mão-dada do livre-arbítrio com as concessões não são mais sobrepuljadas a um falso moralismo barato, condicionado a este ou aquele quesito. Certo ou errados, os dois caminham apaixonados, lado a lado, nas minhas formas de olhar para o mundo porque sem elas... na minha avaliação... não poderia haver liberdade verdadeira!

ReviewReviewReviewReviewReviewPor toda a minha vida MESMO...Jul 11, '08 1:34 AM
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Category:Music
Genre: Alternative Rock
Artist:{Especial sobre os Mamonas Assassinas}
Por esses dias, minhas prozas tem rolado com Baubo... uma Deusa que, através da alegria e do riso nos ensina a esquecer os limites da nossa existência, para que mais facilmente conseguamos vencer os obstáculos que põem em perigo a continuidade da vida... e, para tanto, recomenda a tearapia da alegria!!! Rir e sorrir. Dançar e Amar. Brincar e ser livre... quer coisa melhor para uma Aquariana????

Pois é... foi assim que hoje, madrugada de quinta pra sexta, assisti o especial "Por toda a minha vida", da Globo, falando sobre o grupo Mamonas Assassinas.

SIM!!! EU CURTO MAMONAS ASSASSINAS!!!

Sim... os caras fazem parte da minha adolescência e de uma parte de diversão e irreverência que resume muito um pedaço muito importante de mim que as vezes esqueço que sou... Pra vcs terem uma idéia... a coisa é tão parte da minha identidade que... "Carolinar" já virou verbo... e tudo que implica bagunça, festa, comemoração e coisas típicas já virou sinônimo de Carolina.

E eu gosto mesmo!!! Adoro fantasias, adoro bancar a palhaça em ggrupos, pago os diversos micos mais bizarros como comer burguer king a primeira vez com a coroinha e tudo, em plena praça de alimentação de shopping. Ivento temas de comemoração, decorações, roupas típicas e brincadeiras, músicas.

Na minha família... essas coisas já viraram "coisas da Carol"... jargões do tipo: aí a parte de brincadeira a gente conversa com a Carol... a aquariana da família!! Eu e antigamente, um primo meu (o outro aquariano, o Caio) éramos os "bobos da corte" da família... éramos os "responsáveis" pela diversão... e advinha quem descobriu os mamonas para a família??? NóS!! rsrsrsr.

Ouvimos a primeira vez e não paramos mais...
Por conta do deboche, da sátira, da leveza, da alegria... Os caras pareciam integrar tudo aquilo que eu sabia fazer dentro do âmbito familiar mas com toda a licença poética. E aí eu adorava, eu gostava mesmo. Porque, com eles, não tinha aquilo que eu odeio: o convencional, o institucional... Com eles, as apresentações podiam ser de pantufas, perucas, fantasiados... não importava!!



E eles pulavam... e eles brincavam... qtas vezes eu via entrevista deles, respondendo com uma puta ironia aquilo que era o óbvio do óbvio:

(Repórter) _ E aí Dinho, e esse próximo show, como vai ser?
(Dinho) _ Ah, Rapaz! Esse vai ser meio diferente.. super diferente. A gente no palco, cantando e pulando... o público embaixo, pulando e cantando tb... a gente achou que assim ia ficar assim... bem melhor mesmo, bem diferente....

Quer dizer... por que não?? Explorar a possibilidade de até fazer "críticas sérias" com um jeito escrachado, debochado e inteligente!!!

"Abra sua mente
Gay também é gente
Baiano fala oxente
E come vatapá

Você pode ser gótico
Ser punk ou skinhead
Tem gay que é muhamed
Tentando camuflar
(allah meu bom allah)"

Por essas e outras, com o especial da globo que me resgatou um pedaço de mim que vai me acompanhar "Por toda a minha vida mesmo"... resolvi prestigiá-los aqui. Atendendo ao chamado de Baibo, de riso e alegria, com aquilo que eu trago de saudoso, gostoso e especial... Portanto, ao top de 4 já vai:

... já, já já, já vai!!! huahauahu
Atenção creuzebek, creuzebek meu filho,
Vamos lá que vai começar a baixaria ..."



:D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D



ReviewReviewReviewReviewReviewUm pouco de História...Jul 5, '08 11:19 AM
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Category:Movies
Genre: Documentary
--- WILLIAM WALLACE (1270 - 1305) ---

William Wallace é o maior dos heróis escoceses, indiscutível líder da resistência escocesa durante os primeiros anos da longa, e no final bem sucedida, luta para liberar a Escócia do domínio inglês no final do século 13.

Registros da vida de Wallace são esparsos e muitas vezes inexatos. Porque antigas descrições dos seus feitos heróicos são especulativos, e também porque ele inspirou tamanho medo nas mentes dos escritores ingleses que eles o transformaram num verdadeiro demônio.

Muitas das histórias sobre Wallace remontam ao romance do fim do século 15 chamado "The Wallace", que é veementemente anti-inglês. Os contos mais populares sobre Wallace não têm evidência documental, mas eles se fixaram na imaginação popular. ---> Wallace representou o espírito do homem comum aspirando por liberdade contra o opressor e expôs a nobreza escocesa da época como um grupo de oportunistas sem princípios <---.

Diferentemente dos nobres escoceses coniventes que colaboraram com os ingleses em troca de favores financeiros, Wallace nunca procurou fama pessoal nem se beneficiou dela, ele não obteve nem riquezas nem terra.

Wallace nasceu por volta de 1270, provavelmente perto de Ellerslie (atual Elderslie), em Ayrshire, Escócia. Seu pai foi Sir Malcolm Wallace, pequeno proprietário de terras e pouco conhecido cavaleiro escocês. Acredita-se que sua mãe foi filha de Sir Hugh Crawford, xerife de Ayr, e acredita-se que ele teve um irmão mais velho chamado Malcolm. Não há muita informação confiável sobre os primeiros anos de Wallace. Acredita-se que ele passou sua infância em Dunipace, próximo à Stirling, com seu tio, que era um padre. Em 1286, aos 16 anos, Wallace preparava-se para cursar a vida na igreja.



Naquele ano o rei Alexander III morreu, ao cair num penhasco durante uma tempestade, sem deixar herdeiros ao trono. Sua neta, Margaret, foi declarada rainha da Escócia, mas ela tinha apenas 4 anos de idade e morava na Noruega. Um governo provisório, “os guardiões”, foi estabelecido para governar o pais até que Margaret tivesse idade suficiente para assumir. Contudo, o rei inglês Edward I tirou vantagem da instabilidade da sucessão escocesa.

Neste clima sem lei o pai de Wallace foi morto num conflito com tropas inglesas em 1291. É possível que a morte de seu pai nas mãos dos ingleses tenha contribuído para o desejo de Wallace lutar pela independência de seu país. Contudo, pouco é conhecido sobre sua vida neste período, com a excessão de que ele tornou-se um fora-da-lei, guerrilheiro e revolucionário, movendo-se constantemente para enfrentar a dominação inglesa, combatendo com sua característica ferocidade.

Na ausência de um claro successor ao trono escocês, os pretendentes solicitaram o julgamento do rei inglês Edward I. Os três principais candidatos eram John de Balliol, Robert de Bruce e John de Hastings. Em 1292, Balliol foi escolhido como rei por uma comissão cuja metade dos membros foram escolhidos por Bruce e a outra metade por Balliol. Fora o sudeste da Escócia, o resto do país estava em desordem e crescia o desafio contra os ingleses. Wallace envolveu-se numa luta com soldados ingleses em Ayr. Depois de matar vários deles, ele foi preso e jogado numa masmorra e largado pra morrer de fome. Dado como morto ele foi tomado pelos aldeões, que perceberam que ele ainda estava vivo e tomaram conta dele. Ao retomar suas forças Wallace recrutou vários rebeldes e começou uma sistemática e cruel perseguição aos ingleses e a seus simpatizantes escoceses.

Cada vez com mais apoio popular, os ataques ampliaram-se. Em maio de 1297, junto com outros 30 homens, Wallace vingou-se da morte de seu pai, matando o cavaleiro responsável e seus soldados. Agora, ele não era mais um simples fora-da-lei, mas um líder militar que tinha batido um dos cavaleiros do rei Edward I, ele tornou-se o inimigo do rei. Embora a maior parte do país estivesse em mãos escocesas em agosto de 1297, Wallace recrutou um bando de plebeus e pequenos proprietários de terra para atacar o resto das forças militares inglesas entre os rios Forth e Tay. Wallace e seu companheiro, Sir Andrew de Moray, marcharam na direção do castelo de Stirling, uma fortaleza de importância estratégica vital para os ingleses. Os comandantes ingleses devem ter se sentido falsamente confiantes de que os escoceses iriam fugir ou se render. Em 11 de setembro de 1297, o exército inglês, sob ordem de John de Warenne, Conde de Surrey, enfrentou Wallace perto de Stirling. Wallace tinha muito menos homens, mas Surrey tinha que atravessar uma ponte estreita sobre o rio Forth antes de alcançar as posições escocesas.



Os homens de Wallace atraíram os ingleses a fazer um avanço impulsivo e os massacraram enquanto atravessavam o rio; os ingleses perderam quase 5,000 homens. Wallace mostrou que não era apenas um líder carismático e guerreiro, mas que também tinha habilidade tática e militar. Nunca antes disso um exército escocês havia vencido o agressor inglês. Wallace capturou o castelo de Stirling e naquele momento a Escócia estava quase livre das forças inglesas.

Na época da batalha de “Stirling Bridge”, Wallace e Moray tinham menos de 30 anos de idade e eles não eram reconhecidos pelo seus inimigos aristocratas a não ser como meros comandantes locais. Com Wallace, os escoceses pebleus e cavaleiros, em vez dos nobres, se uniram numa luta pela liberdade do tirano estrangeiro. Enquanto a nobreza escocesa usualmente cedia às demandas inglesas por fidelidade, a força patriótica de Wallace manteve-se dedicada à luta pela independência escocesa.

Em outubro de 1296, Wallace invadiu o norte da Inglaterra e destruiu os condados de Northumberland e Cumberland. Retornando para a Escócia em dezembro de 1297, ele foi proclamado cavaleiro e guardião do reino, reinando em nome de Balliol que era prisioneiro dos ingleses. Em menos de 6 anos ele saiu do anonimato para tornar-se Sir William Wallace, detentor de um dos mais poderosos postos no reino. Mesmo assim muitos nobres escoceses ainda o apoiavam de má vontade.

A empolgação após a batalha de “Stirling Bridge” durou pouco. Edward I retornou para a Inglaterra após lutar na França em março de 1298. Em 3 de julho, ele invadiu a Escócia com a intenção de massacrar Wallace e todos os que ousavam declarar a independência da Escócia. Em 22 de julho, Edward I, com seu exército de 90.000 homens, atacou um exército bem menor comandado por Wallace perto de Falkirk. Estima-se que 10.000 escoceses foram mortos nesta batalha. Embora Edward I falhasse em subjulgar completamente a Escócia antes de voltar para a Inglaterra, a reputação militar de Wallace foi arruinada. Ele fugiu para as florestas e, em dezembro, desistiu de seu título de guardião do reino, sendo sucedido por Robert de Bruce (mais tarde rei Robert I) e Sir John Comyn "the Red".



Em 5 de agosto de 1305, Wallace foi traído por um cavaleiro escocês a serviço do rei inglês. Ele foi preso perto de Glasgow e levado para Londres onde negou-se o seu status de prisioneiro militar. Ele foi julgado por assassinato de civis e foi condenado como traidor do rei apesar de manter que ele nunca havia jurado fidelidade a Edward I. Em 23 de agosto de 1305, ele foi executado. Naquela época (e pelos próximos 550 anos), a punição para o crime de traição era que o condenado seria arrastado ao local da execução pendurado pelo pescoço (mas não até a morte), e estripado (or drawn) enquanto ainda vivo, suas entranhas seriam queimadas na frente dos seus olhos, ele seria decapitado e seu corpo dividido em 4 partes.

E este foi o destino de Wallace. Sua cabeça foi empalada numa estaca e mostrada na London Bridge, seu braço direito na ponte de Newcastle-upon-Tyne, seu braço esquerdo em Berwick, sua perna direita em Perth e a esquerda em Aberdeen. Edward I deve ter acreditado que a execução de Wallace quebraria o espírito dos escoceses. Ele estava errado. Ao executar Wallace de forma tão bárbara, Edward I martirizou um popular líder militar escocês e incendiou a determinação de liberdade no povo escocês.

Quase que imediatamente, Robert I “the Bruce” reviveu a rebelião nacional que acabou por conquistar a independência para a Escócia e foi coroado rei escocês em 1306. No seu caminho para tentar reconquistar a Escócia, Edward I morreu perto de Carlisle, na Inglaterra. Centenas de anos mais tarde, no século 19, estátuas comemorando Sir William Wallace foram colocadas próxima ao rio Tweed e em Lanark. Em 1869, o “National Wallace Monument” foi construído numa colina próxima à Stirling. Essa imensa torre domina a área onde os escoceses lutaram as batalhas mais decisivas contra os ingleses nos séculos 13 e 14, “Stirling Bridge” e “Bannockburn”.

Em 1995, a história de William Wallace ficou mundialmente conhecida através do filme de Mel Gibson "Braveheart" - em português: Coração Valente!

Uma história e um filme que embalam a minha vida...




Crédito do texto: MARCOS & MARCIA - VIAGEM À ESCÓCIA EM SET/2003
http://marcanc.com/viagens/sq200309/sq2003set_wall.html

Mais sobre o filme: http://www.emulinha.info/filmes/00837.html


Blog EntryCiganos na Umbanda IMay 20, '08 10:49 AM
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A Linha dos Ciganos é uma linha de trabalhos espirituais já muito antiga dentro da Umbanda, e “juntamente com as falanges orientais carregam uma importância muito elevada", sendo hoje cultuadas por todo um seguimento espírita e que se explica por suas próprias razões, elegendo a prioridade de trabalho dentro da ordem natural das coisas em suas próprias tendências e especialidades.

Assim, numerosas correntes ciganas estão a serviço do mundo imaterial e carregam como seus sustentadores e dirigentes aqueles espíritos mais evoluídos e antigos dentro da ordem de aprendizado, confundindo-se muitas vezes pela repetição dos nomes comuns apresentados para melhor reconhecimento, preservando os costumes como forma de trabalho e respeito, facilitando a possibilidade de ampliar suas correntes com seus companheiros desencarnados e que buscam no universo astral seu paradeiro, como ocorre com todas as outras correntes do espaço.

O povo cigano designado ao encarne na Terra, através dos tempos e de todo o trabalho desenvolvido até então, conseguiu conquistar um lugar de razoável importância dentro deste contexto espiritual, tendo muitos deles alçado a graça de seguirem para outros espaços de maior evolução espiritual, juntamente com outros grupos de espíritos, também de longa data de reencarnações repetidas na Terra e de grande contribuição, caridade e aprendizado moral.

Ao contrário do que se pensa os espíritos ciganos reinam em suas correntes preferencialmente dentro do plano da luz e positivo, não trabalhando a serviço do mau e trazendo uma contribuição inesgotável aos homens e aos seus pares, claro que dentro do critério de merecimento, tanto quanto qualquer outro espírito teremos aqueles que não agem dentro desse contexto e se encontram espalhados pela escuridão e a seus serviços, por não serem diferentes de nenhum outro espírito humano.

Trabalham preferencialmente na vibração da direita e aqueles que trabalham na vibração da esquerda, não são os mesmo espíritos de ex ciganos, que mantêm-se na direita, como não poderia deixar de ser, e, ostentam a condição de Guardiões e Guardiãs. O que existe são os Exus Ciganos e as Moças Ciganas, que são verdadeiros Guardiões à serviço da luz nas trevas, como todo Guardião e Guardiã dentro de seus reinos de atuação, cada um com seu próprio nome de identificação dentro do nome de força coletivo, trabalhando na atuação do plano negativo à serviço da justiça divina, com suas falanges e trabalhadores, levando seus nomes de mistérios coletivos e individuais de identificação, assunto este que levaria uma obra inteira para se abordar e não se esgotaria.

Contudo, encontramos no plano positivo falanges diversas, chefiadas por ciganos diversos, em planos de atuação diversos, porém, o tratamento religioso não se difere muito e se mantêm dentro de algumas características gerais. Imenso é o número de espíritos ciganos que alcançaram lugar de destaque no plano espiritual e são responsáveis pela regência e atuação em mistérios do plano de luz e seus serviços, carregando a mística de seu povo como característica e identificação.

Dentro os mais conhecidos, podemos citar os ciganos Pablo, Wlademir, Ramirez, Juan, Pietro, Pedrovick, Artemio, Hiago, Igor, Alejandro, Vitor e tantos outros, da mesma forma as ciganas, como Esmeralda, Carme, Sara, Salomé, Carmensita, Rosita, Madalena, Manuela, Yasmin, Maria Dolores, Zaira, Sunakana, Sulamita, Wlavira, Iiarin, Sarita e muitas outras também. É imprescindível que se afirme que na ordem elencada dos nomes não existe hierarquia, apenas lembrança e critério de notoriedade, sem contudo, contrariar a notoriedade de todos os outros ciganos e ciganas, que são muitos e com o mesmo valor e importância.

Por sua própria razão diferenciada, também diferenciado como dissemos é a forma de cultuá-los. Nesse sentido, é importante que se esclareça, que a vinculação vibratória é de axé dos espíritos ciganos, tem relação estreita com as cores estilizadas no culto e também com os incensos, pratica muito utilizada entre ciganos. Os ciganos usam muitas cores em seus trabalhos, mas cada cigano tem sua cor de vibração no plano espiritual e uma outra cor de identificação é utilizada para velas em seu louvor. Uma das cores, a de vinculação raramente se torna conhecida, mas a de trabalho deve sempre ser conhecida para prática votiva das velas, roupas, etc.

Os espíritos ciganos gostam muito de festas e todas elas devem acontecer com bastante fruta, todas que não levem espinhos de qualquer espécie, podendo se encher jarras de vinho tinto com um pouco de mel. Podendo ainda fatiar pães do tipo broa, passando em um de seus lados molho de tomate com algumas pitadas de sal e leva-los ao forno, por alguns minutos, muitas flores silvestres, rosas, velas de todas as cores e se possível incenso de lótus.

As saias das ciganas são sempre muito coloridas e o baralho, o espelho, o punhal, os dados, os cristais, a dança e a música, moedas, medalhas, são sempre instrumentos magísticos de trabalho dos ciganos em geral. Os ciganos trabalham com seus encantamentos e magias e os fazem por força de seus próprios mistérios, olhando por dentro das pessoas e dos seus olhos.

É muito comum usar-se em trabalhos ciganos moedas antigas, fitas de todas as cores, folha de sândalo, punhal, raiz de violeta, cristal, lenços coloridos, folha de tabaco, tacho de cobre, de alumínio, cestas de vime, pedras coloridas, areia de rio, vinho, perfumes e escolher datas certas em dias especiais sob a regência das diversas fases da Lua…”

Trecho extraído do livro “Rituais e Mistérios do Povo Cigano”,
Autor: Nelson Pires Filho
Ed. Madras


Blog EntryTomara que assim seja.....May 15, '08 2:34 AM
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Quinta, 15 de Maio de 2008

O dia está mais leve e muito gostoso hoje. Os sentimentos estão fluindo com calma e tranqüilidade e você consegue pensar com clareza sobre quem você é e o que quer fazer de sua vida. Apenas observe e procure direcionar o excesso de energia que tem experimentado nos últimos dias. Procure canaliza-la para algo construtivo e não permita que a ansiedade estrague esse momento de clareza.

Fonte: http://www.terra.com.br/esoterico


Blog EntryAinda sobre desejos.....May 15, '08 12:18 AM
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Arcano 6 - Os Enamorados

       Representam  o  momento de decisão de dois caminhos,  a necessidade de enfrentar provas, o desejo ardente, a curiosidade  e os  sentimentos  profundos.  É o arcano  das artes e  da beleza.  O número 6  da carta dos enamorados  resulta  tb de  dois triângulos,  um vértice apontado para cima e outro com o vértice apontado para baixo (A conhecida estrela de Davi, ou de 6 pontas). Já os amantes representam os dois mundos; o espiritual e o terreno, havendo necessidade da concretização de ambos.

       Esta carta simboliza o DESEJO. O homem e a mulher entregam-se à paixão, à procura. Existe a necessidade de longas conversas horas a fio. Têm lugar o respeito, os longos diálogos e os planos para o futuro.  A paixão dos amantes é apenas  uma centelha  inicial.  O amor das almas gêmeas já nasce adulto, independente da idade. Jovem ou velha, não importa. Sempre é tempo de amar.

       É como estar em meio  a um processo  evolutivo necessário,  de alma e corpo (talvez por isso o meu 4 de Espado - trégua e isolamento). Essa sensação de estar   "com fome  de  amor"   pode  mostrar  egoísmo  de  personalidade,  mas no fundo reflete o grande desafio da vida: o dilema que, não diz respeito necessariamente, apenas à escolha dentre duas pessoas, mas também de valores e do tipo de pessoa que queremos nos tornar.
  
       Nossa  alma  é  representada  pelos  alquimistas  como sendo  o  Graal,  a  taça  que  José de Arimatéia tinha em mãos durante a crucificação, em que recebeu o sangue de Cristo. Há quem diga que o Graal  seja uma esmeralda,  e todos sabem que  esta  pedra tem a forma  de  um hexágono. Dizem que  quem encontrar o  Graal  terá todas  as recompensas universais, além de conseguir também o elixir da juventude. Ele é um símbolo, um mito, um dos mais importantes da humanidade.

       O Graal  é  a  alma  e o  coração de todos,  igualmente  sedentos  por  alegrias  e  satisfações, desejosos de verdade e felicidade.


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