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Link: http://peganomeu.wordpress.com/2008/01/20/ps-eu-te-amo Blog de alguém que, assim como eu, tb se lançou nessas de "ir atrás" de tudo o que diz respeito ao filme... nas suas palavras: "Bônus do editor do texto: Como fiquei muito empolgado com o filme, encontrei a trilha sonora e deixo disponível para quem quiser curtir". Além da trilha, o site disponibiliza resenhas, vídeos, extras e ainda, acho até que o filme mesmo, em DVDRip.
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[Por Maria Clara Matos] Comédias românticas são geralmente estereotipadas, classificadas como filmes para o público feminino, que assiste ao longa e acaba se esvaindo em lágrimas. Não chegaria ao ponto de dizer que P.S. Eu Te Amo, de Richard LaGrevenese (Paris, Te Amo), é uma produção para “elas”, mas ela rende boas lágrimas. Quando uma pessoa amada morre, quem fica deseja poder ter tido mais alguns instantes com ela, fazer com que suas características permaneçam em nossa vida por mais algum tempo. Holy (Hilary Swank), protagonista de P.S. Eu Te Amo, tem essa “colher de chá”. Seu marido Gerry (Gerard Butler) morre devido a um tumor no cérebro e, durante todo período de sua doença, escreve cartas que serão enviadas à mulher após a sua morte. O longa centra-se na dificuldade de Holy em lidar com a morte do marido e os sentimentos que as cartas despertam nela. Ir se divertir em uma boate, cantar num videokê, comprar um abajur ou fazer uma viagem: as cartas de Gerry dão os conselhos mais esdrúxulos à viúva, mas são eles que ajudam Holy a não enlouquecer e a voltar a tocar sua vida normalmente. Além das cartas, Holy tem uma turma de amigos que consegue levantar seu astral e garante uma boa dose de humor ao longa. As atrizes Lisa Kudrow, conhecida como Phoebe do seriado Friends, e Gina Gershon (Um Cara Quase Perfeito), formam uma dupla engraçada e revelam peculiaridades do universo feminino, como idéias sobre o casamento e o desejo de ser mãe. Falando em atuações, quem pensaria que Hilary Swank, que vem de papéis mais fortes e trágicos como em Menina de Ouro, e Gerard Butler, o fortão de 300, formariam um casal tão entrosado e harmonioso? Pois esse é um dos pontos altos do longa. Tanto Hilary como Butler encarnam personagens simples, próximos da realidade do espectador, com muita competência. Baseado no livro homônimo da escritora irlandesa Cecelia Ahern, os roteiristas Richard LaGrevenese e Steven Rogers conseguem criar uma ótima trama. Coesa e atraente, peca apenas quando abusa de alguns elementos inverossímeis, clichês da comédia romântica, como o desfecho da trama. No entanto, P.S. Eu Te Amo destaca-se no gênero pela qualidade e entrosamento dos atores. O romantismo continua o foco central do longa e, para quem gosta desse tipo de produção, é uma ótima opção.
Título Original: P.S. I Love You Gênero: Romance Tempo de Duração: 126 minutos Site Oficial: http://psiloveyoumovie.warnerbros.com Pois é... o trailler não faz juz ao potencial criativo do filme... E acho que nem os posts, propriamente dito, pq tudo que foi produzido no sentido de lançar e divulgar a produção, vai carregada de um marketing horroroso, típico desses lançamentos de mercado... Contudo, mesmo tendo achado videos mais interessantes para aqui postar, achei que este ainda era a melhor pedida. Porque mesmo assim... desse jeito mesmo que é... esse filme significou um algo importante pra mim, nesses dias de controvérsias, reflexão e dedicação ao que eu chamo de "reparação". E, sem cartas, sem saudade, sem sentir nada que me faria me identificar com o apelo da perda amorosa do filme, hoje trago ele para o meu canto sagrado do Multiply, porque um dia... esse sentimento me foi familiar. E além disso, todos os outros assuntos tratados que, de certa forma, conversam muito com o que venho enfrentando por aqui, cá no peito. Afinal, eis um ano de Ares, não?!?!
E ainda, após vivenciar um daqueles momentos bizarros da vida da gente em que vc encara um estranho (quem vc sente uma certa familiaridade, simpatia e até validade por ser um alguém que merece ser conhecido e, quem sabe, apreciado) a te olhar bem fundo dos seus olhos e te fazer aquele tipo de pergunta que coloca, em poucos segundos, sentido todo de sua vida em xeque; assim, em meio a uma mesa de bar e amigos, com uma fragilidade sua (e legítima!) sendo alí dilacerada e exposta entre copos de chopps e as batatas....... ....... não me restou outra alternativa senão entrar na Locadora, na volta do trabalho e alugar o primeiro filme clichêzão barato de comédia romântica para encerrar a coisa com chave de ouro. ![]() Pois é... me surpreendi... pq clichêzão barato ou não, com um traillerzinho completamente compatível a indústria americana de filmes e ainda descobrir que a música, tema de casal romântico da novela das oito (James Blunt - Same Mistake) era tb trilha do filme (justo a tal música que me acompanhou a semana toda no fretado, haja visto que eu não tenho nem iPod e nem MP3 Player, portanto, eu suporto 2h / 2h30 de translado Vila Olímpia ZL de São Paulo, com um walk-man daqueles pequenininhos de camelô, que só pega FM e mesmo assim, só uma ou outra estação)...... no final das contas, foi uma TRADUÇÃO DA MINHA VIDA!!! E nessa hora, já borbulhando em lágrimas, peguei-me refletindo se a minha vida anda tão clichêzão barata a ponto de ser traduzida por um filminho de massa, de indústria cultural ou sou eu que ando com a sensibilidade a flor da pele para extrair profundidade e essência até de parede.BOM... de ontem pra hoje, com uma noite de sono no meio... acho que fico com a segunda opção. Pra mim, o filme não é (ASSUMO) o que a Indústria Cultural Norte-Americana Tradicional costuma fazer... pq embora com todos os seus clichêzões baratos (viram que eu gostei da expressão!), ele se propôs discutir coisas serííííííssimas! No filme, temos o que é a dor da perda do grande amor (na vida, há muitas formas de se perder algo), o drama do abandono em muitos sentidos tb, a coisa da casa que não é uma casa, uma família que não foi exatamente uma família pra protagonista, o desnorteio com o que seria uma atividade profissional e o se descobrir frente a isso, o difícil sentido de ser e estar literalmente sozinha para se enfrentar essas coisas (apesar que, com a pitada da produção hollywoodiana a protagonista conta com todo tipo de ajuda e respaldo, nesse sentido que, de fato, eu nem perco o meu tempo traçando paralelos com a vida real, porque esses pontos são justamente o limite de espaço do que é real e do que é ficção!)....E pra acabar com as identidades possível e irrestrita a minha situação de vida (sim, porque só com o que falei aí em cima, qualquer expectador poderia se reconhecer alí...) tem as especificidades que, não são equiparadas exatamente a pessoas e/ou momentos da minha história pessoal, mas que efetivamente dialogam com coisas particulares da minha alma, com alusões diretas e temáticas explícitas... tais como um certo amigo e seu amor platônico, sua história de ex e seus dramas, o contato da protagonista com a arte, como uma veia criativa e propulsora de tudo que um dia ele teria que ser um dia, o esteio das amigas e sua relação com sua mãe (do mesmo modo a ausência de uma relação e até da presença física de um personagem de pai) e todas essas coisas que juntas, misturada na sacola catártica que só a arte consegue ter... me fizeram fechar com um alto grau de manifestações o meu Arcano da Lunação. Enfim... todas questões que eu pretendo melhor desenvolver em todos os setores de posts possíveis (acho que só não o de calendários, rsss) daqui do Multiply para não perder, dessa vez, a chance de aqui registrar esses raros momentos da nossa vida. ![]() E aos meus amigos do Multiply, de antemão, perdão pelas peculiaridades de temas e até o movimento de tantos posts específicos, tratando do mesmo assunto... Farei isso muito menos por uma recomendação fervorosa do filme (pq dele mesmo, acho que só pra mim ele provocou um efeito desse, em integridade e totalidade) e muito mais pela oportunidade de usá-lo como ferramenta para tratar aqui coisas muito minhas. OK.... vamos lá...
![]() Acho que faz parte de toda a condição de brilho, ofuscar!!! Da minha parte, não me iludo e nem nunca me iludi com essa coisa de reluzir e/ou brilhar. Na condição humana, toda luz sucumbi ao efêmero e eu, com toda a sinceridade, apenas sinto que... seja o brilho noturno ou o brilho solar... vindo da minha alma, translúcida para a minha essência... Assim será! Oxalá!!!
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[Roubado da sarah, rsrsss] "Pesam meus dias os remoinhos de Posídon vigílias em terras inimigas e os caminhos úmidos. Paz em Ítaca que ainda não tive deve ser algo terrível. Como suportaria a paz pré-tumular em meu lar banido do convívio com o inimigo e exilado das regiões que meus olhos jamais viram? Ainda que a Deusa me desse ambrosia e vida imortal para eu gozar o seu amor no umbigo do mar, que alegria eu teria se não mais visse o Dia que até o ver o desconhecia?" ========================================================= NOOOOOOOOOSSA, isso aqui caiu como uma luva pra mim hoje! Desde o começo da semana, pesam sobre os meus dias os " remoinhos de Posídon" e, se isso não é uma das formas mais fortes de vivenciar um Deus.... olha, de fato, estamos quase lá!!! "Vigílias em terras inimigas e os caminhos úmidos. Paz em Ítaca que ainda não tive" Engraçado como eu, filha das águas, ainda me espanto e admiro com a maleabilidade que os "caminhos úmidos" são capazes de pregar na gente. Quero dizer... uma coisa é vc pensar nos percalços da sua vida e entendê-los como algo estanque e reto, asfáltico, seco em dados e precisão. Outra coisa é vc achar que seu rumo vai pra um lado e de repente ele se umidesse e aí te leva pra outro.... como hoje que achei que estaria cumprindo o meu último dia de trabalho e, SIMPLESMENTE, "chuveu" na minha horta, a menina que eu estava treinando não vai mais ficar no escritório e nessas, eu ainda fico por aqui..... (...) "Como suportaria a paz pré-tumular em meu lar" -----> uma resposta que só sou capaz de dar pq, graças a prática da experiência viva, cá estou eu pra contar, após uma semana de cárcere em casa, com apenas um quarto para estar. E ainda suportar um 'exílio em liberdade' como sendo a maior paz que este momento é capaz de me dar.... Dialética a vida, viu???? "Ainda que a Deusa me desse ambrosia e vida imortal para eu gozar o seu amor no umbigo do mar, que alegria eu teria se não mais visse o Dia que até o ver o desconhecia?" ---------------------------------------------------- > De fato, alegria nenhuma teria... por isso, firme e sólida estou aqui, enfrentando a odysseia pessoal dos meus dias, para seu colo profundo e fecundo que só a Minha Deusa pode me dar, seja de fato, a ambrosia e vida imortal de quem mergulha fundo em sua FÉ PERENE, perseverante nos ditames divinos (ainda que nevastos!), para enfim... "eu gozar o seu amor no umbigo do mar!!!" Odoya!
Sagrado tremor que do fundo dos mares vem me engolir. O Oceano se agita e a realeza se personifica para aqui se manifestarem. Poseidon se levantar... Sedendo caminho para Iemanjá passar! Juntos, ao som de núpcias matrimoniais, em minh'alma, eles sapateiam a bailar. Na qualidade de filha das águas, líqüida, até em essência mercúria de ser e flexibilizar, resigno-me sobre os vossos dilúvios que, por agora, vem me inundar. De Tsunami(lar) a mar(tírio), passo a basilar algas de identidade úmida, clorofilada em força e autêntica, que só eu sei germinar... E nos Recifes de Corais que cálidos vem me esfolar, salivo-me as chagas que com pipocas e sal marinho ão de me renovar...![]() Saravá o Povo das Águas, salve o Senhor que traz as Mensagens. Saravá minha Perseverança de Umbanda, salve minha percepção (nova, mas firme) Helênica de viver E que assim seja, ontem, hoje e sempre... o Hino que reclama toda essa estrutura dentro de mim! "Refletiu a luz divina com todo seu esplendor é do reino de Oxalá Onde há paz e amor Luz que refletiu na terra Luz que refletiu no mar Luz que veio, de Aruanda Para todos iluminar A Umbanda é paz e amor É um mundo cheio de luz É a força que nos dá vida e a grandeza nos conduz. Avante filhos de fé, Como a nossa lei não há, Levando ao mundo inteiro A Bandeira de Oxalá ! Levando ao mundo inteiro A Bandeira de Oxalá !
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Pois é... cá estou eu listando os débitos que tenho comigo mesmo no que tange minha "vida virtual" dentro do Multiply... Há algum tempo, quando descobri essa ferramenta como um poderoso instrumento de registro e vínculo, desse caminho onde permeio minha reforma íntima e minha revolução moral, pessoal, e pq não dizer real; percebi o quanto era importante PRA MIM disciplinar-me, seriamente, com esse "projeto-múltiplo", de oficializar-me em post, fotos, álbuns e vídeos.... tudo o que sou... tudo o que tenho... e toda a Síntese da Multiplicidade que carrego do Mundo, como bem me defini no Orkut. E tudo isso, não só para balisar o propósito que aqui venho expôr com transparência e dignidade, mas também para ser coerente com a pulsão de dedicação e responsabilidade que habita em mim e em tudo o que eu me comprometo a fazer. Eu sei que pode estar parecendo confuso a maioria dos olhos que por essas linhas percorrerem mais, como dedico esse pedaço para "resenhas críticas", resolvi escrever aqui minha própria resenha crítica, de como encaro esse movimento todo, o contexto em que ele se insere na minha vida e o que, hoje, posso dar a ele... assim como dele posso esperar no futuro. O Multiply e as maravilhosas pessoas que por ele tb passaram em mim habitar entraram na minha vida num contexto de REPARAÇÃO muuuuito grande. Não obstante disso, mora aí minha palavra Ariana, nesse ano de Ares e com ele, todas as demandas de Ogum, a quem lhe honro - como padrinho - por em minha coroa estar. Venho de um ciclo farto em "percalços familiares", de "fardos amorosos / emocionais", desestruturações pessoais, de autonomia e autenticidade que, JURO, se não fosse por meio esteio religioso e espiritual... posso garantir que hoje, cá não estaria mais para dizer essas poucas palavras errantes. Não se trata aqui de estabelecer mais ou menos peso aos contratempos que a vida e minhas provações teimam em me proporcionar com o que a maioria daqui, eu sei, tb passam... Tão pouco ainda, querer com elas me equiparar ou disputar, numa gangorra de destruição e dor... pq, não! Escombros não tem valor gregário, para serem postos, assim... dessa maneira displicente... sobre uma balança estúpida de compaixão e condecendência... isso não!! A questão aqui é só de registro mesmo... um memorial... um local de ventura e segurança que eu tenha, ao menos, um cantinho onde me escorar. E como Filha de Santo, Filha das Águas, Filha do Mensageiro (Sim! Hoje tenho coragem no peito para, enfim, dizer) e Senhora de Meus Rumos... encaro meus "pontos baixos" talvez do mesmo modo que riu com os meus "pontos altos"... Não só pelo grupo e vínculo que aqui encontrei, mas pela licença e aval que deles recebi para livre transitar... e, só por esse passaporte de enorme privilégio e estimada honra, é que venho dedicado cada minuto que tenho disponível para a ele (re)doar, retribuir, recompensar, (re)agradecer o que deles ganho a cada momento. Assim... o projeto Carol Yara nasceu... que deságua minhas idéias, meus sentimentos, minhas ideologias e minhas crenças, para unica e exclusivamente conseguir ser no mundo. E desde então, passei a carregar um caderninho de bolso, para registro de todos os temas e todos os tópicos que em mim, sinto a necessidade de discutir e "oficilizar" / publicar para que, apartir disso aqui... a coisa ganhe cada vez mais "ares de verdade". E num balanço rápido e comedido... acho até que carolinei! rs. Dei pro gasto exatamente naquilo que eu sei fazer... e acho até que me reencontrei numa porrada de coisas (desculpe a expressão). Assim, hoje, em meio a um dilúvio enoooooooorme que, certamente culminará na minha próxima lunação (não estranhem se virem carol saindo de Torre, de Morte e por aí vai...), passo para dizer que SIM! Sei exatamente do que ainda precisaria registrar aqui... as páginas que alí eu gostaria de estar e até os assuntos que eu deveria abordar (de Santa Sara Kali até temas de ordem estrutural, como médium, trabalhadora, estudiosa e "maga" das minhas próprias percepções devotivas, sacras e espirituais. Contudo, por hora não vou... limito-me a deixar aqui essas poucas palavras rotas e confusas para que os meus possam, de alguma forma, entender e partilhar desse momento de decisão que eu devo, a partir de agora, me concentrar. É claro que por aqui ainda vou passar (assim eu preciso, antes de mais nada) mas, por hora, o que eu precisava dizer é que, tenham agora em mim o olhar íntimo de quem, desnuda, se apresenta na frente do espelho dos olhos de quem por aqui me ler e, em sussuros, apenas diz: _ Prazer! "Sou como você me vê, Posso ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar!" (Clarice Lispector)
Segunda-feira, 26 de Maio de 2008.Mas uma semana começa e, após um feriado denso e cheio de tantas atividades, efetivamente agora posso dizer.... estou em rítmo de mudança! E se, como o próprio nome do post diz, toda mudança pressupõe crescimento, de uma forma ou de outra; o meu veio em meio a energia de manifestação do meu Arcano Menor: Às de ouros, com seu Simbolismo da Solidez! Fuçando sobre o tema na net, achei uma história muito interessante que ilustra bem o que estou passando por dentro: "Não são muitas as pessoas que já leram o próprio obituário. Alfred Nobel leu. Nobel estava doente já há algum tempo e alguém anunciou falsamente que ele tinha morrido. Imagine sua surpresa quando abriu o jornal de manhã e viu sua morte noticiada! Ao ler os curtos parágrafos que resumiam sua vida e obra, ficou incomodado ao ver que era mencionado apenas como o homem que inventara a dinamite. A nota descrevia toda a destruição que a invenção causara. Nobel deplorou a idéia de ser lembrado como criador de algo que fora usado para destruir tantas vidas. Depois de ler o seu obituário, Nobel decidiu mudar sua vida. Dedicou sua vida a um novo ideal: a busca da paz. Hoje, lembramos de Alfred Nobel, não como o inventor da dinamite, mas como o fundador do Prêmio Nobel da Paz. A história de Nobel ilustra uma verdade importante: nunca é tarde demais para mudar o rumo de sua vida. Se não mudamos, não crescemos. Se não crescemos, não estamos realmente vivendo". Não posso negar que, neste processo, o que mais me incomoda é sentir o quanto de perda temporária da segurança que crescimento exige... Seja por um "pseudo abandono de um padrão familiar", limitador, seja pelo meu "emprego seguro mas não gratificante", até os valores que ando reformulando, revendo o que não serve mais... Como Dostoievsky afirmou: “Dar um novo passo e divulgar algo totalmente novo são as coisas que as pessoas mais temem"... e acho que ele tem razão!PORÉM, olhando para essa história do Nobel, e olhando pra minha própria vida, penso: não consigo imaginar coisa pior do que viver uma vida estagnada, destituída de mudança e de progresso. A maioria das pessoas lutam contra as mudanças, especialmente se elas nos afetam pessoalmente. Mas eu não!!! Como toda boa água, sou maleável, apesar do desconforto inicial, tendo a me acomodar muito bem as mudanças. A grande ironia da coisa é que a mudança em si, muitas vezes, vejo-a como algo inevitável. Todos têm de lidar com ela um dia. Por outro lado, o crescimento é opcional. E eu, prefiro o desenvolvimento de todo o meu potencial. Eis o que posso dizer que o Arcano do Desejo (Os Enamorados) da minha lunação trouxe pra mim... A escolha pelo crescimento, já que a mudança me é imposta, rsss. (Lembram que Hermes ameaça Páris caso ele opte em não tomar partido nenhum no fatídico Concurso de Beleza... e, pra mim, Hermes falou... tá falando!!! hahahaha, os mais chegados sabem pq, heheh)
Agora... que eu me pergunto, "o que será dito no meu in memoriam?", é que me sinto, finalmente, preparada para começar a registrar o meu, no Book of Mine, do grupo de criatividade. Se Alfred Nobel leu o seu próprio e mudou o dele... por que eu não posso começar AGORA a concretizar algumas mudanças no meu.... ;-)
SIM! Estou ficando minhas raízes no fundo do mar... E se há alguém a quem posso atribuir esse movimento vasto e profundo... esse alguém é Poseidon:"Poseidon era filho de Cronos e de Réia, irmão de Zeus e de Hades. Na partilha do universo ele teve por lote as águas, ficando-lhe subordinados todos os deuses primitivos. Muitas vêzes Poseidon se mostra irado e sua cólera não se manifesta somente no mar; não só ele envia à terra monstros temerosos, arrancados às profundezas do mar, como, munido do tridente, seu atributo consagrado, agita a terra, levantando e arrancando enormes rochedos. Outras vêzes, porém, com nobre serenidade ele faz com que as águas tempestuosas voltem ao seu leito, com que os ventos desencadeados regressem para o seu abrigo na caverna de Eólo, restabelece, em suma, a ordem no seu vasto império". Assim, o senhor dos ocenos veio m presentear... tendo em suas mãos um enorme pentáculo de ouros prestes a se manifestar... ![]() Quem estuda Tarot sabe que Ouros é um naipe que representa o elemento Terra: a matéria, o que é concreto, sólido, tangível e físico. Por essa razão existem alguns rótulos ligados ao naipe (e também ao elemento) que não são verdadeiros, tais como a idéia de que esse elemento não muda, não pensa, não sente, não percebe, dentre outros. E o que ficou de mais forte nesses 4 dias de feriado foi a forma como isso se manifesta em ouros... como se trata de um elemento de materialização das características que, a apartir dessa energia, tornam-se mais palpáveis e sólidas. Isso significa que, um sentimento representado por ouros trata-se de algo firme, perceptível, claro, objetivo e prático (sem muita emotividade, mas nem por isso ausente de qualidade!). Um planejamento caracterizado em ouros apresenta detalhes bem estruturados e diretos, sem muita ilusão ou imaginação. O mesmo ocorre com temas espirituais que sejam representados por ouros, eles se tornam bem nítidos e pouco idealizadores. Tudo isso porque ouros acrescenta a praticidade em tudo o que faz, afinal, deve ser a materialização das coisas. ![]() Assim, pude celebrar com ardor e dedicação o dia Santa Sarah, com festa, trabalho e alegria (afinal, organizar uma festa antes de ser ótimo é, sobretudo, exaustivo!)... Ao mesmo tempo que desempenhava uma tarefa por mim assumida... mudança de espaços físicos dentro da minha casa... Encarei a coisa da mudança como o sentimento de galgar mesmo a terra do fundo do mar... na esperança de, quem sabe, achar minha Atlântida e alí me enraizar!!!!!
Antes da alma conhecer por experiência própria as virtudes de estar num corpo, ela nasce contra a sua vontade e não quer entrar nele. Mas, depois de viver e conhecer o significado de ser capaz de praticar uma vida repleta de altos e baixos... no momento do luto, quando ela se vai, a alma deixa agora o corpo, um pouco tb contra a sua vontade.Por isso, algumas culturas proferem algumas orações fúnebres para ajudar a minimizar o trauma da alma de se separar do corpo, pois em alguns casos, isto é muito doloroso para ela. Na cultura juldaica, por exemplo, temos "O Cadish" que facilita o caminho todo esse percurso, graças a seu Hino em Louvor a Deus... Embora os cabalistas do século XVI atribuíssem um caráter místico ao Cadish, alegando que toda vez que era recitado a alma que se foi elevava-se a um nível espiritual mais alto, quão maior será este valor, quanto mais forte for o vínculo relacionado à pessoa que o recita. É uma expressão pública de fé em Deus por parte dos que ficam, uma aceitação da Sua vontade mesmo em face da dor e da tristeza, uma submissão aos desígnios divinos diante da incapacidade de racionalizar uma tragédia pessoal. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ [Atenção.... este não é a tradução do hebraico oiginal... trata-se apenas de uma livre adaptação de fé, carinho, respeito e muita devoção] Que seja exaltado e santificado [Nome do que se foi] no mundo que Ele criou segundo Sua vontade. Que agora em seu seu reino, [Nome do que se foi] se estabeleça no caminho de sua redenção para que assim, possa Ele se aproximar em vossa vida e em vossos dias e na vida de todas as divindades, pronta e brevemente, e dizei Amém. ![]() Que Seu grande nome seja bendito eternamente e por todo o sempre; que seja bendito. Que Seu grande nome seja bendito eternamente e por todo o sempre. Que seja bendito, louvado, glorificado, exaltado, engrandecido, honrado, elevado e excelentemente adorado [Nome do que se foi] ![]() Bendito seja [Nome das Divindades em Louvação], acima de todas as bênçãos, hinos, louvores e consolos que possam ser proferidos no mundo, e dizei Amém. ![]() Que haja paz abundante emanada dos Céus, e bênção de vida sobre nós, os que ficaram...; e dizei Amém. Aquele que estabelece paz em Suas Alturas, [Nome das Divindades em Louvação], possam Eles estabelecer paz para nós e para todo que aqui ficaram; e dizei Amém. ![]() À APOLO, À BAST, À SÃO FRANCISCO DE ASSIS E À OXÓSSE DAS MATAS, por encontrarem a melhor maneira de responder aos nossos apelos de minimizar a dor e ajudar os nossos entes, tão queridos, a encontrar o caminho do bálsamo salutar!!! | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||