YARA ~~~ filha das águas ~~~

Carol's posts with tag: saúde e cura

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ReviewReviewReviewReviewReviewPor toda a minha vida MESMO...Jul 11, '08 1:34 AM
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Category:Music
Genre: Alternative Rock
Artist:{Especial sobre os Mamonas Assassinas}
Por esses dias, minhas prozas tem rolado com Baubo... uma Deusa que, através da alegria e do riso nos ensina a esquecer os limites da nossa existência, para que mais facilmente conseguamos vencer os obstáculos que põem em perigo a continuidade da vida... e, para tanto, recomenda a tearapia da alegria!!! Rir e sorrir. Dançar e Amar. Brincar e ser livre... quer coisa melhor para uma Aquariana????

Pois é... foi assim que hoje, madrugada de quinta pra sexta, assisti o especial "Por toda a minha vida", da Globo, falando sobre o grupo Mamonas Assassinas.

SIM!!! EU CURTO MAMONAS ASSASSINAS!!!

Sim... os caras fazem parte da minha adolescência e de uma parte de diversão e irreverência que resume muito um pedaço muito importante de mim que as vezes esqueço que sou... Pra vcs terem uma idéia... a coisa é tão parte da minha identidade que... "Carolinar" já virou verbo... e tudo que implica bagunça, festa, comemoração e coisas típicas já virou sinônimo de Carolina.

E eu gosto mesmo!!! Adoro fantasias, adoro bancar a palhaça em ggrupos, pago os diversos micos mais bizarros como comer burguer king a primeira vez com a coroinha e tudo, em plena praça de alimentação de shopping. Ivento temas de comemoração, decorações, roupas típicas e brincadeiras, músicas.

Na minha família... essas coisas já viraram "coisas da Carol"... jargões do tipo: aí a parte de brincadeira a gente conversa com a Carol... a aquariana da família!! Eu e antigamente, um primo meu (o outro aquariano, o Caio) éramos os "bobos da corte" da família... éramos os "responsáveis" pela diversão... e advinha quem descobriu os mamonas para a família??? NóS!! rsrsrsr.

Ouvimos a primeira vez e não paramos mais...
Por conta do deboche, da sátira, da leveza, da alegria... Os caras pareciam integrar tudo aquilo que eu sabia fazer dentro do âmbito familiar mas com toda a licença poética. E aí eu adorava, eu gostava mesmo. Porque, com eles, não tinha aquilo que eu odeio: o convencional, o institucional... Com eles, as apresentações podiam ser de pantufas, perucas, fantasiados... não importava!!



E eles pulavam... e eles brincavam... qtas vezes eu via entrevista deles, respondendo com uma puta ironia aquilo que era o óbvio do óbvio:

(Repórter) _ E aí Dinho, e esse próximo show, como vai ser?
(Dinho) _ Ah, Rapaz! Esse vai ser meio diferente.. super diferente. A gente no palco, cantando e pulando... o público embaixo, pulando e cantando tb... a gente achou que assim ia ficar assim... bem melhor mesmo, bem diferente....

Quer dizer... por que não?? Explorar a possibilidade de até fazer "críticas sérias" com um jeito escrachado, debochado e inteligente!!!

"Abra sua mente
Gay também é gente
Baiano fala oxente
E come vatapá

Você pode ser gótico
Ser punk ou skinhead
Tem gay que é muhamed
Tentando camuflar
(allah meu bom allah)"

Por essas e outras, com o especial da globo que me resgatou um pedaço de mim que vai me acompanhar "Por toda a minha vida mesmo"... resolvi prestigiá-los aqui. Atendendo ao chamado de Baibo, de riso e alegria, com aquilo que eu trago de saudoso, gostoso e especial... Portanto, ao top de 4 já vai:

... já, já já, já vai!!! huahauahu
Atenção creuzebek, creuzebek meu filho,
Vamos lá que vai começar a baixaria ..."



:D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D



Blog EntryAos que se vão...May 15, '08 4:24 PM
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Antes da alma conhecer por experiência própria as virtudes de estar num corpo, ela nasce contra a sua vontade e não quer entrar nele. Mas, depois de viver e conhecer o significado de ser capaz de praticar uma vida repleta de altos e baixos... no momento do luto, quando ela se vai, a alma deixa agora o corpo, um pouco tb contra a sua vontade.

Por isso, algumas culturas proferem algumas orações fúnebres para ajudar a minimizar o trauma da alma de se separar do corpo, pois em alguns casos, isto é muito doloroso para ela. Na cultura juldaica, por exemplo, temos "O Cadish" que facilita o caminho todo esse percurso, graças a seu Hino em Louvor a Deus...

Embora os cabalistas do século XVI atribuíssem um caráter místico ao Cadish, alegando que toda vez que era recitado a alma que se foi elevava-se a um nível espiritual mais alto, quão maior será este valor, quanto mais forte for o vínculo relacionado à pessoa que o recita.

É uma expressão pública de fé em Deus por parte dos que ficam, uma aceitação da Sua vontade mesmo em face da dor e da tristeza, uma submissão aos desígnios divinos diante da incapacidade de racionalizar uma tragédia pessoal.


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[Atenção.... este não é a tradução do hebraico oiginal... trata-se apenas de uma livre adaptação de fé, carinho, respeito e muita devoção]

Que seja exaltado e santificado [Nome do que se foi] no mundo que Ele criou segundo Sua vontade. Que agora em seu seu reino, [Nome do que se foi] se estabeleça no caminho de sua redenção para que assim, possa Ele se aproximar em vossa vida e em vossos dias e na vida de todas as divindades, pronta e brevemente, e dizei Amém.



Que Seu grande nome seja bendito eternamente e por todo o sempre; que seja bendito. Que Seu grande nome seja bendito eternamente e por todo o sempre. Que seja bendito, louvado, glorificado, exaltado, engrandecido, honrado, elevado e excelentemente adorado
[Nome do que se foi]



B
endito seja [Nome das Divindades em Louvação], acima de todas as bênçãos, hinos, louvores e consolos que possam ser proferidos no mundo, e dizei Amém.



Que haja paz abundante emanada dos Céus, e bênção de vida sobre nós, os que ficaram...; e dizei Amém. Aquele que estabelece
paz em Suas Alturas, [Nome das Divindades em Louvação], possam Eles estabelecer paz para nós e para todo que aqui ficaram; e dizei Amém.



À APOLO, À BAST, À SÃO FRANCISCO DE ASSIS E À OXÓSSE DAS MATAS,
por encontrarem a melhor maneira de responder aos nossos apelos de minimizar a dor e ajudar os nossos entes, tão queridos, a encontrar o caminho do bálsamo salutar!!!

Blog EntryA DOENÇA COMO CAMINHOMay 14, '08 10:44 PM
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Pois é, minha gente... pensando sobre esse movimento todo de doenças e perturbações gerais (não apenas a comunidade felina, mas tb nós, gatas de plantão, rsss... Soube de amigas terem ficado doentes, EU fiquei (e ainda estou) um pouco doente (Rinossinusite e Bronquite, tenho as doenças dos "ites" desde nascença) e, a margem disso, tb teve o lance da semana que - assim como a minha - parace ter começado de um modo bem CRÍTICO pra muuuita gente. Lembro de ter lido "essa semana começou trash ou coisa assi" e a minha, de fato, foi e está sendo um soco no estômago). Enfim... fato é que, não obstante, senti a necessidade de (in)clodir para as minhas próprias questões e elaborar uma nova forma de contemplar essa fase toda... e assim sendo e sabendo que "não sou a única neste barco", resolvi compartilhar com vcs todos, marujos da mesma tribulação a bordo, essa perspectiva nova que me veredei para encarar isso tudo!
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"De uma maneira geral, a saúde é encarada como se fosse um estado de não doença, de não mal estar ou dor, quando o indivíduo pode continuar a levar a sua vida sem grandes alterações ou questionamentos.
É muito mais fácil tomar um medicamento para aliviar uma dor de cabeça, do que compreender a mensagem que o organismo está sinalizando que se está enfermo. Somos muito imediatistas, tratamos apenas das aparências, não buscamos a origem ou as causas de nossa doença. E assim, por resultado, perdemos a capacidade de enxergar a doença como um meio de comunicação efetivo e necessário.
O corpo humano possui uma inteligência fisiológica cuja função básica é manter a homeostase do organismo {Homeostase, ou Homeostasia, é a propriedade de um sistema aberto, de seres vivos especialmente, que regula seu ambiente interno de modo a manter uma condição estável, mediante a múltiplos ajustes de equilíbrio dinâmico controlados por mecanismos reguladores específicos e interrelacionados} diante de todos os estímulos do mundo exterior e interior.
O equilíbrio é conseguido através da livre circulação de energia no organismo, assim como através das trocas contínuas entre o corpo e o meio ambiente. Esse fluxo contínuo de energia nos mantém vivos. Quando a circulação de energia não ocorre de uma maneira adequada surgem as doenças.
Nosso corpo vai sinalizando, com muita antecedência, o desequilíbrio através de pequenas alterações funcionais sem substrato físico; isto é, não há nada a nível orgânico que justifique aqueles sinais ou sintomas.
Com a não valorização desses sinais e a manutenção do mesmo padrão de vida, as alterações físico-químicas vão-se cronificando, se solidificando até atingirem o seguimento físico; a doença passa a se expressar em algum tecido, órgão ou víscera, acompanhada de padrões mentais e emocionais bem determinados.
Assim, é possivel afirmar que saúde e doença são aspectos de um mesmo movimento. Através do desequilíbrio atingimos novo equilíbrio, uma nova freqüência, um novo patamar energético. No período de transição para esse novo padrão, vivencia-se a doença.
Ela não é considerada como algo estranho, mas sim, a conseqüência de um conjunto de fatores que culminam em desarmonia e desequilíbrio. E, por isso, é só através da doença que alcançamos saúde. Dialética da vida...
Exemplo Típico = Verifica-se, com uma certa freqüência, em pacientes com doenças graves ou terminais, relatos acerca de estarem vivendo melhor ou mais saudavelmente, a partir do momento em que se conscientizaram de sua doença.
Para vivermos em harmonia, precisamos ter flexibilidade e disposição para um grande número de opções de interação com o meio ambiente. Sem flexibilidade não há equilíbrio. Períodos de saúde precária são estágios naturais na interação contínua entre o indivíduo e o meio onde ele está inserido. Estar em desequilíbrio significa passar por fases temporárias de doença, nas quais se pode aprender a crescer.
A doença é uma oportunidade para a introspecção, de modo que o problema original e as razões para a escolha de uma certa via de fuga possam ser levadas a um nível consciente onde o problema possa ser resolvido.
A função básica do terapeuta está em espelhar a verdade para o paciente, ajudá-lo a desenvolver uma consciência do processo de vida e dos mecanismos (obstáculos e ilusões) que se criam para gerar a doença e, também, poder ajudá-lo a entrar em sintonia com seus próprios recursos de cura, possibilitando o resgate da auto estima, da aceitação e do perdão.
Como diz a música de Milton Nascimento e Fernando Brandt, “O que importa é ouvir a voz que vem do coração”, curar-se é abrir o canal da comunicação, é fazer-se entrar em contato com a própria essência, é despertar a capacidade de ser, estar, criar e descriar, sonhar e realizar.
O ser humano pode se instalar na doença, pode obter com ela benefícios, mas pode principalmente pela doença, exprimir tendências profundas. O corpo relata, fala, descarrega e protesta através do seu próprio adoecimento. É sempre, uma forma de o organismo expressar conflitos profundos.
A doença, portanto, não é algo que vem de fora ou já está lá antecipada, é, sim, um modo peculiar de a pessoa se comunicar em circunstâncias adversas. É, pois, em suas várias formas, um modo de ser no mundo, um modo de se relacionar com as pessoas em volta.
Isso nos leva a ter que encarar o limite do conhecimento técnico na compreensão dos mecanismos de formação das doenças; e, em função desses princípios colocarmo-nos a refletir sobre a importância de se mudar o foco da ação terapêutica, em vez de nos centrar na doença deslocarmos o foco para a interação com alguém que está doente, de quem, na verdade, podem advir os recursos realmente curadores de uma doença.
Cada região do corpo além de prestar-se a uma determinada função do organismo pode sinalizar uma zona específica de conflito entre a mente e o corpo. Esses conflitos que geraram emoções estão relacionados a acontecimentos da nossa vida no passado, que não foram bem trabalhados e em razão disso, permanecem mal resolvidos e criando obstáculos para a vida atual.
Quando refletimos sobre os conflitos e qual a nossa responsabilidade neles, pode ocorrer a liberação e distribuição de energia que facilita nossa consciência, expressão emocional e a organização de um novo modo de nos colocarmos diante da vida.
Poderíamos, entre outras coisas, dizer que a doença é passagem, é comunicação, é transformação e, acima de tudo, poderíamos dizer que ela tem um sentido muito pessoal para cada um, a cada momento de indagação.
A doença seria, então, uma entrada em outra realidade. Como um sonho, ela pode ter inúmeras leituras para cada pessoa. A meditação e a oração são práticas que podem nos ajudar nesse processo. Como também podem ser úteis os trabalhos energéticos, as visualizações, os relaxamentos, e, em certos casos, as massagens.
Tais práticas e técnicas abrem o caminho para uma outra relação com a doença. Uma relação em que não nos apegamos a ela e nem a rejeitamos. Apenas permitimos a sua presença e ouvimos o que ela tem a dizer, já que pode nos ensinar a ter uma nova relação com tudo o que nos cerca e com a vida. Acima de tudo é possível compreender que nem sempre conseguiremos explicar o que nos acontece.
Há muitas coisas misteriosas na vida e o decifrar delas permanecerá além do nosso alcance a despeito de qualquer esforço de nossa parte, entretanto, se formos humildes e confiantes, a nossa essência sempre nos mostrará o que é possível, e com referência ao que permanecer, além disso, nos guiará e ajudará a acolher e reverenciar o desígnio divino:
 
Ser Feliz,
a sublime missão!"
Fonte: Núcleo Espírita Nosso Lar - http://www.nenossolar.com.br/
Redação e Compilação do Artigo: Carolina Carvalho

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