Carol's posts with tag: saúde e cura
 | Category: | Music | | Genre: | Alternative Rock | | Artist: | {Especial sobre os Mamonas Assassinas} |
Por esses dias, minhas prozas tem rolado com Baubo... uma Deusa que, através da alegria e do riso nos ensina a esquecer os limites da nossa existência, para que mais facilmente conseguamos vencer os obstáculos que põem em perigo a continuidade da vida... e, para tanto, recomenda a tearapia da alegria!!! Rir e sorrir. Dançar e Amar. Brincar e ser livre... quer coisa melhor para uma Aquariana???? Pois é... foi assim que hoje, madrugada de quinta pra sexta, assisti o especial "Por toda a minha vida", da Globo, falando sobre o grupo Mamonas Assassinas. SIM!!! EU CURTO MAMONAS ASSASSINAS!!! Sim... os caras fazem parte da minha adolescência e de uma parte de diversão e irreverência que resume muito um pedaço muito importante de mim que as vezes esqueço que sou... Pra vcs terem uma idéia... a coisa é tão parte da minha identidade que... "Carolinar" já virou verbo... e tudo que implica bagunça, festa, comemoração e coisas típicas já virou sinônimo de Carolina. E eu gosto mesmo!!! Adoro fantasias, adoro bancar a palhaça em ggrupos, pago os diversos micos mais bizarros como comer burguer king a primeira vez com a coroinha e tudo, em plena praça de alimentação de shopping. Ivento temas de comemoração, decorações, roupas típicas e brincadeiras, músicas. Na minha família... essas coisas já viraram "coisas da Carol"... jargões do tipo: aí a parte de brincadeira a gente conversa com a Carol... a aquariana da família!! Eu e antigamente, um primo meu (o outro aquariano, o Caio) éramos os "bobos da corte" da família... éramos os "responsáveis" pela diversão... e advinha quem descobriu os mamonas para a família??? NóS!! rsrsrsr. Ouvimos a primeira vez e não paramos mais... Por conta do deboche, da sátira, da leveza, da alegria... Os caras pareciam integrar tudo aquilo que eu sabia fazer dentro do âmbito familiar mas com toda a licença poética. E aí eu adorava, eu gostava mesmo. Porque, com eles, não tinha aquilo que eu odeio: o convencional, o institucional... Com eles, as apresentações podiam ser de pantufas, perucas, fantasiados... não importava!!  E eles pulavam... e eles brincavam... qtas vezes eu via entrevista deles, respondendo com uma puta ironia aquilo que era o óbvio do óbvio: (Repórter) _ E aí Dinho, e esse próximo show, como vai ser? (Dinho) _ Ah, Rapaz! Esse vai ser meio diferente.. super diferente. A gente no palco, cantando e pulando... o público embaixo, pulando e cantando tb... a gente achou que assim ia ficar assim... bem melhor mesmo, bem diferente.... Quer dizer... por que não?? Explorar a possibilidade de até fazer "críticas sérias" com um jeito escrachado, debochado e inteligente!!! "Abra sua mente Gay também é gente Baiano fala oxente E come vatapá Você pode ser gótico Ser punk ou skinhead Tem gay que é muhamed Tentando camuflar (allah meu bom allah)" Por essas e outras, com o especial da globo que me resgatou um pedaço de mim que vai me acompanhar "Por toda a minha vida mesmo"... resolvi prestigiá-los aqui. Atendendo ao chamado de Baibo, de riso e alegria, com aquilo que eu trago de saudoso, gostoso e especial... Portanto, ao top de 4 já vai: ... já, já já, já vai!!! huahauahu Atenção creuzebek, creuzebek meu filho, Vamos lá que vai começar a baixaria ..."  :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D 
Antes da alma conhecer por experiência própria as virtudes de estar num corpo, ela nasce contra a sua vontade e não quer entrar nele. Mas, depois de viver e conhecer o significado de ser capaz de praticar uma vida repleta de altos e baixos... no momento do luto, quando ela se vai, a alma deixa agora o corpo, um pouco tb contra a sua vontade.
Por isso, algumas culturas proferem algumas orações fúnebres para ajudar a minimizar o trauma da alma de se separar do corpo, pois em alguns casos, isto é muito doloroso para ela. Na cultura juldaica, por exemplo, temos "O Cadish" que facilita o caminho todo esse percurso, graças a seu Hino em Louvor a Deus...
Embora os cabalistas do século XVI atribuíssem um caráter místico ao Cadish, alegando que toda vez que era recitado a alma que se foi elevava-se a um nível espiritual mais alto, quão maior será este valor, quanto mais forte for o vínculo relacionado à pessoa que o recita.
É uma expressão pública de fé em Deus por parte dos que ficam, uma aceitação da Sua vontade mesmo em face da dor e da tristeza, uma submissão aos desígnios divinos diante da incapacidade de racionalizar uma tragédia pessoal.
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Que seja exaltado e santificado [Nome do que se foi] no mundo que Ele criou segundo Sua vontade. Que agora em seu seu reino, [Nome do que se foi] se estabeleça no caminho de sua redenção para que assim, possa Ele se aproximar em vossa vida e em vossos dias e na vida de todas as divindades, pronta e brevemente, e dizei Amém.
 Que Seu grande nome seja bendito eternamente e por todo o sempre; que seja bendito. Que Seu grande nome seja bendito eternamente e por todo o sempre. Que seja bendito, louvado, glorificado, exaltado, engrandecido, honrado, elevado e excelentemente adorado [Nome do que se foi]
 Bendito seja [Nome das Divindades em Louvação], acima de todas as bênçãos, hinos, louvores e consolos que possam ser proferidos no mundo, e dizei Amém.
 Que haja paz abundante emanada dos Céus, e bênção de vida sobre nós, os que ficaram...; e dizei Amém. Aquele que estabelece paz em Suas Alturas, [Nome das Divindades em Louvação], possam Eles estabelecer paz para nós e para todo que aqui ficaram; e dizei Amém.
 À APOLO, À BAST, À SÃO FRANCISCO DE ASSIS E À OXÓSSE DAS MATAS, por encontrarem a melhor maneira de responder aos nossos apelos de minimizar a dor e ajudar os nossos entes, tão queridos, a encontrar o caminho do bálsamo salutar!!!
Pois é, minha gente... pensando sobre esse movimento todo de doenças e perturbações gerais (não apenas a comunidade felina, mas tb nós, gatas de plantão, rsss... Soube de amigas terem ficado doentes, EU fiquei (e ainda estou) um pouco doente (Rinossinusite e Bronquite, tenho as doenças dos "ites" desde nascença) e, a margem disso, tb teve o lance da semana que - assim como a minha - parace ter começado de um modo bem CRÍTICO pra muuuita gente. Lembro de ter lido "essa semana começou trash ou coisa assi" e a minha, de fato, foi e está sendo um soco no estômago). Enfim... fato é que, não obstante, senti a necessidade de (in)clodir para as minhas próprias questões e elaborar uma nova forma de contemplar essa fase toda... e assim sendo e sabendo que "não sou a única neste barco", resolvi compartilhar com vcs todos, marujos da mesma tribulação a bordo, essa perspectiva nova que me veredei para encarar isso tudo!
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- "De uma maneira geral, a saúde é encarada como se fosse um estado de não doença, de não mal estar ou dor, quando o indivíduo pode continuar a levar a sua vida sem grandes alterações ou questionamentos.
- É muito mais fácil tomar um medicamento para aliviar uma dor de cabeça, do que compreender a mensagem que o organismo está sinalizando que se está enfermo. Somos muito imediatistas, tratamos apenas das aparências, não buscamos a origem ou as causas de nossa doença. E assim, por resultado, perdemos a capacidade de enxergar a doença como um meio de comunicação efetivo e necessário.
- O corpo humano possui uma inteligência fisiológica cuja função básica é manter a homeostase do organismo {Homeostase, ou Homeostasia, é a propriedade de um sistema aberto, de seres vivos especialmente, que regula seu ambiente interno de modo a manter uma condição estável, mediante a múltiplos ajustes de equilíbrio dinâmico controlados por mecanismos reguladores específicos e interrelacionados} diante de todos os estímulos do mundo exterior e interior.
O equilíbrio é conseguido através da livre circulação de energia no organismo, assim como através das trocas contínuas entre o corpo e o meio ambiente. Esse fluxo contínuo de energia nos mantém vivos. Quando a circulação de energia não ocorre de uma maneira adequada surgem as doenças. - Nosso corpo vai sinalizando, com muita antecedência, o desequilíbrio através de pequenas alterações funcionais sem substrato físico; isto é, não há nada a nível orgânico que justifique aqueles sinais ou sintomas.
- Com a não valorização desses sinais e a manutenção do mesmo padrão de vida, as alterações físico-químicas vão-se cronificando, se solidificando até atingirem o seguimento físico; a doença passa a se expressar em algum tecido, órgão ou víscera, acompanhada de padrões mentais e emocionais bem determinados.
- Assim, é possivel afirmar que saúde e doença são aspectos de um mesmo movimento. Através do desequilíbrio atingimos novo equilíbrio, uma nova freqüência, um novo patamar energético. No período de transição para esse novo padrão, vivencia-se a doença.
- Ela não é considerada como algo estranho, mas sim, a conseqüência de um conjunto de fatores que culminam em desarmonia e desequilíbrio. E, por isso, é só através da doença que alcançamos saúde. Dialética da vida...
- Exemplo Típico = Verifica-se, com uma certa freqüência, em pacientes com doenças graves ou terminais, relatos acerca de estarem vivendo melhor ou mais saudavelmente, a partir do momento em que se conscientizaram de sua doença.
- Para vivermos em harmonia, precisamos ter flexibilidade e disposição para um grande número de opções de interação com o meio ambiente. Sem flexibilidade não há equilíbrio. Períodos de saúde precária são estágios naturais na interação contínua entre o indivíduo e o meio onde ele está inserido. Estar em desequilíbrio significa passar por fases temporárias de doença, nas quais se pode aprender a crescer.
A doença é uma oportunidade para a introspecção, de modo que o problema original e as razões para a escolha de uma certa via de fuga possam ser levadas a um nível consciente onde o problema possa ser resolvido. - A função básica do terapeuta está em espelhar a verdade para o paciente, ajudá-lo a desenvolver uma consciência do processo de vida e dos mecanismos (obstáculos e ilusões) que se criam para gerar a doença e, também, poder ajudá-lo a entrar em sintonia com seus próprios recursos de cura, possibilitando o resgate da auto estima, da aceitação e do perdão.
- Como diz a música de Milton Nascimento e Fernando Brandt, “O que importa é ouvir a voz que vem do coração”, curar-se é abrir o canal da comunicação, é fazer-se entrar em contato com a própria essência, é despertar a capacidade de ser, estar, criar e descriar, sonhar e realizar.
O ser humano pode se instalar na doença, pode obter com ela benefícios, mas pode principalmente pela doença, exprimir tendências profundas. O corpo relata, fala, descarrega e protesta através do seu próprio adoecimento. É sempre, uma forma de o organismo expressar conflitos profundos.- A doença, portanto, não é algo que vem de fora ou já está lá antecipada, é, sim, um modo peculiar de a pessoa se comunicar em circunstâncias adversas. É, pois, em suas várias formas, um modo de ser no mundo, um modo de se relacionar com as pessoas em volta.
- Isso nos leva a ter que encarar o limite do conhecimento técnico na compreensão dos mecanismos de formação das doenças; e, em função desses princípios colocarmo-nos a refletir sobre a importância de se mudar o foco da ação terapêutica, em vez de nos centrar na doença deslocarmos o foco para a interação com alguém que está doente, de quem, na verdade, podem advir os recursos realmente curadores de uma doença.
Cada região do corpo além de prestar-se a uma determinada função do organismo pode sinalizar uma zona específica de conflito entre a mente e o corpo. Esses conflitos que geraram emoções estão relacionados a acontecimentos da nossa vida no passado, que não foram bem trabalhados e em razão disso, permanecem mal resolvidos e criando obstáculos para a vida atual. - Quando refletimos sobre os conflitos e qual a nossa responsabilidade neles, pode ocorrer a liberação e distribuição de energia que facilita nossa consciência, expressão emocional e a organização de um novo modo de nos colocarmos diante da vida.
- Poderíamos, entre outras coisas, dizer que a doença é passagem, é comunicação, é transformação e, acima de tudo, poderíamos dizer que ela tem um sentido muito pessoal para cada um, a cada momento de indagação.
- A doença seria, então, uma entrada em outra realidade. Como um sonho, ela pode ter inúmeras leituras para cada pessoa. A meditação e a oração são práticas que podem nos ajudar nesse processo. Como também podem ser úteis os trabalhos energéticos, as visualizações, os relaxamentos, e, em certos casos, as massagens.
Tais práticas e técnicas abrem o caminho para uma outra relação com a doença. Uma relação em que não nos apegamos a ela e nem a rejeitamos. Apenas permitimos a sua presença e ouvimos o que ela tem a dizer, já que pode nos ensinar a ter uma nova relação com tudo o que nos cerca e com a vida. Acima de tudo é possível compreender que nem sempre conseguiremos explicar o que nos acontece. - Há muitas coisas misteriosas na vida e o decifrar delas permanecerá além do nosso alcance a despeito de qualquer esforço de nossa parte, entretanto, se formos humildes e confiantes, a nossa essência sempre nos mostrará o que é possível, e com referência ao que permanecer, além disso, nos guiará e ajudará a acolher e reverenciar o desígnio divino:
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- Ser Feliz,
- a sublime missão!"
- Fonte: Núcleo Espírita Nosso Lar - http://www.nenossolar.com.br/
- Redação e Compilação do Artigo: Carolina Carvalho
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