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Essa trilha me pegou justamente como ela começa, ontem, a noite, após assistir o Filme P.S. Eu te amo. E, sem manjar nada de inglês, acabei, sem querer, protagonizando metalingüísticamente a sua tradução, antes de entrar novamente dentro de casa e cassá-la na net (já que, de algum modo, ela estava significando tanto naquele momento e eu, sem ao menos entender o que ela tinha pra dizer): "Então enquanto eu me reviro nos lençóis E, mais uma vez, não consigo dormir Saio porta fora e subo a rua, Olho as estrelas sob os meus pés Relembro coisas certas que eu transformei em erradas E aqui vou eu" ============================================================== Letra Original, em inglês: http://letras.terra.com.br/james-blunt/457086/ Letra Traduzida, em portugês: http://letras.terra.com.br/james-blunt/713848/ ============================================================== E um destaque ao seu climax, que tb resolveu dialogar (e muito!) com a temática chave do meu Arcano da Lunação (Os Enamorados), que trata justamente sobre a difícil sina de ter que escolher por algo que, de repente, na prática, vc não tem muito escapatória em deixar de optar... Páris... por Vênus! O Enamorado pela Loira Amada! E Carol, com sua forja, em ser mãe... sempre!!! Como fugir disso?! De sempre cometer Same Mistake! (Carol falando com a vida/ o destino/ ou com o Tarot) "Não estou pedindo uma segunda chance, Estou gritando com toda a força da minha voz Me dê razão, mas não me dê escolha, Porque eu cometerei o mesmo erro outra vez".
Link: http://peganomeu.wordpress.com/2008/01/20/ps-eu-te-amo Blog de alguém que, assim como eu, tb se lançou nessas de "ir atrás" de tudo o que diz respeito ao filme... nas suas palavras: "Bônus do editor do texto: Como fiquei muito empolgado com o filme, encontrei a trilha sonora e deixo disponível para quem quiser curtir". Além da trilha, o site disponibiliza resenhas, vídeos, extras e ainda, acho até que o filme mesmo, em DVDRip.
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[Por Maria Clara Matos] Comédias românticas são geralmente estereotipadas, classificadas como filmes para o público feminino, que assiste ao longa e acaba se esvaindo em lágrimas. Não chegaria ao ponto de dizer que P.S. Eu Te Amo, de Richard LaGrevenese (Paris, Te Amo), é uma produção para “elas”, mas ela rende boas lágrimas. Quando uma pessoa amada morre, quem fica deseja poder ter tido mais alguns instantes com ela, fazer com que suas características permaneçam em nossa vida por mais algum tempo. Holy (Hilary Swank), protagonista de P.S. Eu Te Amo, tem essa “colher de chá”. Seu marido Gerry (Gerard Butler) morre devido a um tumor no cérebro e, durante todo período de sua doença, escreve cartas que serão enviadas à mulher após a sua morte. O longa centra-se na dificuldade de Holy em lidar com a morte do marido e os sentimentos que as cartas despertam nela. Ir se divertir em uma boate, cantar num videokê, comprar um abajur ou fazer uma viagem: as cartas de Gerry dão os conselhos mais esdrúxulos à viúva, mas são eles que ajudam Holy a não enlouquecer e a voltar a tocar sua vida normalmente. Além das cartas, Holy tem uma turma de amigos que consegue levantar seu astral e garante uma boa dose de humor ao longa. As atrizes Lisa Kudrow, conhecida como Phoebe do seriado Friends, e Gina Gershon (Um Cara Quase Perfeito), formam uma dupla engraçada e revelam peculiaridades do universo feminino, como idéias sobre o casamento e o desejo de ser mãe. Falando em atuações, quem pensaria que Hilary Swank, que vem de papéis mais fortes e trágicos como em Menina de Ouro, e Gerard Butler, o fortão de 300, formariam um casal tão entrosado e harmonioso? Pois esse é um dos pontos altos do longa. Tanto Hilary como Butler encarnam personagens simples, próximos da realidade do espectador, com muita competência. Baseado no livro homônimo da escritora irlandesa Cecelia Ahern, os roteiristas Richard LaGrevenese e Steven Rogers conseguem criar uma ótima trama. Coesa e atraente, peca apenas quando abusa de alguns elementos inverossímeis, clichês da comédia romântica, como o desfecho da trama. No entanto, P.S. Eu Te Amo destaca-se no gênero pela qualidade e entrosamento dos atores. O romantismo continua o foco central do longa e, para quem gosta desse tipo de produção, é uma ótima opção.
Título Original: P.S. I Love You Gênero: Romance Tempo de Duração: 126 minutos Site Oficial: http://psiloveyoumovie.warnerbros.com Pois é... o trailler não faz juz ao potencial criativo do filme... E acho que nem os posts, propriamente dito, pq tudo que foi produzido no sentido de lançar e divulgar a produção, vai carregada de um marketing horroroso, típico desses lançamentos de mercado... Contudo, mesmo tendo achado videos mais interessantes para aqui postar, achei que este ainda era a melhor pedida. Porque mesmo assim... desse jeito mesmo que é... esse filme significou um algo importante pra mim, nesses dias de controvérsias, reflexão e dedicação ao que eu chamo de "reparação". E, sem cartas, sem saudade, sem sentir nada que me faria me identificar com o apelo da perda amorosa do filme, hoje trago ele para o meu canto sagrado do Multiply, porque um dia... esse sentimento me foi familiar. E além disso, todos os outros assuntos tratados que, de certa forma, conversam muito com o que venho enfrentando por aqui, cá no peito. Afinal, eis um ano de Ares, não?!?!
Sagrado tremor que do fundo dos mares vem me engolir. O Oceano se agita e a realeza se personifica para aqui se manifestarem. Poseidon se levantar... Sedendo caminho para Iemanjá passar! Juntos, ao som de núpcias matrimoniais, em minh'alma, eles sapateiam a bailar. Na qualidade de filha das águas, líqüida, até em essência mercúria de ser e flexibilizar, resigno-me sobre os vossos dilúvios que, por agora, vem me inundar. De Tsunami(lar) a mar(tírio), passo a basilar algas de identidade úmida, clorofilada em força e autêntica, que só eu sei germinar... E nos Recifes de Corais que cálidos vem me esfolar, salivo-me as chagas que com pipocas e sal marinho ão de me renovar...![]() Saravá o Povo das Águas, salve o Senhor que traz as Mensagens. Saravá minha Perseverança de Umbanda, salve minha percepção (nova, mas firme) Helênica de viver E que assim seja, ontem, hoje e sempre... o Hino que reclama toda essa estrutura dentro de mim! "Refletiu a luz divina com todo seu esplendor é do reino de Oxalá Onde há paz e amor Luz que refletiu na terra Luz que refletiu no mar Luz que veio, de Aruanda Para todos iluminar A Umbanda é paz e amor É um mundo cheio de luz É a força que nos dá vida e a grandeza nos conduz. Avante filhos de fé, Como a nossa lei não há, Levando ao mundo inteiro A Bandeira de Oxalá ! Levando ao mundo inteiro A Bandeira de Oxalá !
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Pois é... cá estou eu listando os débitos que tenho comigo mesmo no que tange minha "vida virtual" dentro do Multiply... Há algum tempo, quando descobri essa ferramenta como um poderoso instrumento de registro e vínculo, desse caminho onde permeio minha reforma íntima e minha revolução moral, pessoal, e pq não dizer real; percebi o quanto era importante PRA MIM disciplinar-me, seriamente, com esse "projeto-múltiplo", de oficializar-me em post, fotos, álbuns e vídeos.... tudo o que sou... tudo o que tenho... e toda a Síntese da Multiplicidade que carrego do Mundo, como bem me defini no Orkut. E tudo isso, não só para balisar o propósito que aqui venho expôr com transparência e dignidade, mas também para ser coerente com a pulsão de dedicação e responsabilidade que habita em mim e em tudo o que eu me comprometo a fazer. Eu sei que pode estar parecendo confuso a maioria dos olhos que por essas linhas percorrerem mais, como dedico esse pedaço para "resenhas críticas", resolvi escrever aqui minha própria resenha crítica, de como encaro esse movimento todo, o contexto em que ele se insere na minha vida e o que, hoje, posso dar a ele... assim como dele posso esperar no futuro. O Multiply e as maravilhosas pessoas que por ele tb passaram em mim habitar entraram na minha vida num contexto de REPARAÇÃO muuuuito grande. Não obstante disso, mora aí minha palavra Ariana, nesse ano de Ares e com ele, todas as demandas de Ogum, a quem lhe honro - como padrinho - por em minha coroa estar. Venho de um ciclo farto em "percalços familiares", de "fardos amorosos / emocionais", desestruturações pessoais, de autonomia e autenticidade que, JURO, se não fosse por meio esteio religioso e espiritual... posso garantir que hoje, cá não estaria mais para dizer essas poucas palavras errantes. Não se trata aqui de estabelecer mais ou menos peso aos contratempos que a vida e minhas provações teimam em me proporcionar com o que a maioria daqui, eu sei, tb passam... Tão pouco ainda, querer com elas me equiparar ou disputar, numa gangorra de destruição e dor... pq, não! Escombros não tem valor gregário, para serem postos, assim... dessa maneira displicente... sobre uma balança estúpida de compaixão e condecendência... isso não!! A questão aqui é só de registro mesmo... um memorial... um local de ventura e segurança que eu tenha, ao menos, um cantinho onde me escorar. E como Filha de Santo, Filha das Águas, Filha do Mensageiro (Sim! Hoje tenho coragem no peito para, enfim, dizer) e Senhora de Meus Rumos... encaro meus "pontos baixos" talvez do mesmo modo que riu com os meus "pontos altos"... Não só pelo grupo e vínculo que aqui encontrei, mas pela licença e aval que deles recebi para livre transitar... e, só por esse passaporte de enorme privilégio e estimada honra, é que venho dedicado cada minuto que tenho disponível para a ele (re)doar, retribuir, recompensar, (re)agradecer o que deles ganho a cada momento. Assim... o projeto Carol Yara nasceu... que deságua minhas idéias, meus sentimentos, minhas ideologias e minhas crenças, para unica e exclusivamente conseguir ser no mundo. E desde então, passei a carregar um caderninho de bolso, para registro de todos os temas e todos os tópicos que em mim, sinto a necessidade de discutir e "oficilizar" / publicar para que, apartir disso aqui... a coisa ganhe cada vez mais "ares de verdade". E num balanço rápido e comedido... acho até que carolinei! rs. Dei pro gasto exatamente naquilo que eu sei fazer... e acho até que me reencontrei numa porrada de coisas (desculpe a expressão). Assim, hoje, em meio a um dilúvio enoooooooorme que, certamente culminará na minha próxima lunação (não estranhem se virem carol saindo de Torre, de Morte e por aí vai...), passo para dizer que SIM! Sei exatamente do que ainda precisaria registrar aqui... as páginas que alí eu gostaria de estar e até os assuntos que eu deveria abordar (de Santa Sara Kali até temas de ordem estrutural, como médium, trabalhadora, estudiosa e "maga" das minhas próprias percepções devotivas, sacras e espirituais. Contudo, por hora não vou... limito-me a deixar aqui essas poucas palavras rotas e confusas para que os meus possam, de alguma forma, entender e partilhar desse momento de decisão que eu devo, a partir de agora, me concentrar. É claro que por aqui ainda vou passar (assim eu preciso, antes de mais nada) mas, por hora, o que eu precisava dizer é que, tenham agora em mim o olhar íntimo de quem, desnuda, se apresenta na frente do espelho dos olhos de quem por aqui me ler e, em sussuros, apenas diz: _ Prazer! "Sou como você me vê, Posso ser leve como uma brisa, ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar!" (Clarice Lispector)
Segunda-feira, 26 de Maio de 2008.Mas uma semana começa e, após um feriado denso e cheio de tantas atividades, efetivamente agora posso dizer.... estou em rítmo de mudança! E se, como o próprio nome do post diz, toda mudança pressupõe crescimento, de uma forma ou de outra; o meu veio em meio a energia de manifestação do meu Arcano Menor: Às de ouros, com seu Simbolismo da Solidez! Fuçando sobre o tema na net, achei uma história muito interessante que ilustra bem o que estou passando por dentro: "Não são muitas as pessoas que já leram o próprio obituário. Alfred Nobel leu. Nobel estava doente já há algum tempo e alguém anunciou falsamente que ele tinha morrido. Imagine sua surpresa quando abriu o jornal de manhã e viu sua morte noticiada! Ao ler os curtos parágrafos que resumiam sua vida e obra, ficou incomodado ao ver que era mencionado apenas como o homem que inventara a dinamite. A nota descrevia toda a destruição que a invenção causara. Nobel deplorou a idéia de ser lembrado como criador de algo que fora usado para destruir tantas vidas. Depois de ler o seu obituário, Nobel decidiu mudar sua vida. Dedicou sua vida a um novo ideal: a busca da paz. Hoje, lembramos de Alfred Nobel, não como o inventor da dinamite, mas como o fundador do Prêmio Nobel da Paz. A história de Nobel ilustra uma verdade importante: nunca é tarde demais para mudar o rumo de sua vida. Se não mudamos, não crescemos. Se não crescemos, não estamos realmente vivendo". Não posso negar que, neste processo, o que mais me incomoda é sentir o quanto de perda temporária da segurança que crescimento exige... Seja por um "pseudo abandono de um padrão familiar", limitador, seja pelo meu "emprego seguro mas não gratificante", até os valores que ando reformulando, revendo o que não serve mais... Como Dostoievsky afirmou: “Dar um novo passo e divulgar algo totalmente novo são as coisas que as pessoas mais temem"... e acho que ele tem razão!PORÉM, olhando para essa história do Nobel, e olhando pra minha própria vida, penso: não consigo imaginar coisa pior do que viver uma vida estagnada, destituída de mudança e de progresso. A maioria das pessoas lutam contra as mudanças, especialmente se elas nos afetam pessoalmente. Mas eu não!!! Como toda boa água, sou maleável, apesar do desconforto inicial, tendo a me acomodar muito bem as mudanças. A grande ironia da coisa é que a mudança em si, muitas vezes, vejo-a como algo inevitável. Todos têm de lidar com ela um dia. Por outro lado, o crescimento é opcional. E eu, prefiro o desenvolvimento de todo o meu potencial. Eis o que posso dizer que o Arcano do Desejo (Os Enamorados) da minha lunação trouxe pra mim... A escolha pelo crescimento, já que a mudança me é imposta, rsss. (Lembram que Hermes ameaça Páris caso ele opte em não tomar partido nenhum no fatídico Concurso de Beleza... e, pra mim, Hermes falou... tá falando!!! hahahaha, os mais chegados sabem pq, heheh)
Agora... que eu me pergunto, "o que será dito no meu in memoriam?", é que me sinto, finalmente, preparada para começar a registrar o meu, no Book of Mine, do grupo de criatividade. Se Alfred Nobel leu o seu próprio e mudou o dele... por que eu não posso começar AGORA a concretizar algumas mudanças no meu.... ;-)
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Ser Cigano é respeitar a liberdade, a natureza e acima de tudo a vida É viver e deixar viver É ter a lucidez de saber esperar. É não esgotar todos os recursos É preferir morrer com honra, do que viver desonrado É ter como lema ser feliz É agradecer as pequeninas coisas da vida É dignificar seus velhos. É glorificar suas crianças É respeitar os povos e as coisas que se desconhece É nunca contestar a Justiça Divina É acima de tudo amar e respeitar Deus e Seu filho Jesus Cristo, nosso grande Mensageiro. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- SOBRE A AUTORA: Miriam Stanescon É Filha de Alberto Batuli e Lhuma Stanescon, que até 1998 foi a grande líder dos ciganos no Brasil. Seus antepassados são do Clã Kalderash, que viveram na Rússia no século XIX. É a primeira mulher cigana a concluir um curso superior, bacharelando-se advogada. Foi com base na vida dela que Glória Peres se inspirou para produzir a novela “Explode Coração”, exibida pela Rede Globo. SITE: http://www.mirianstanescon.com.br/
Pois é... comecei a minha semana com essa oração na cabeça... vim rezando-a no fretado, olhando pelo vidro da janela e tentado ver cada uma das suas formas mais belas de resplandecer. E aí, não resisti de postar aqui, como um início mesmo de uma série de posts que pretendo fazer aqui, nessa semana, um pouco em louvor, respeito, amor, fé, carinho, devoação, admiração e um profundo e enoooorme respeito que enho por todo o povo cigano e pela Santa Sarah Kali, padroeira e protetora dos ciganos. Por esses dias, minh'alma está em festa e por ela, é preciso celebrar....ORAÇÃO CIGANASalve o Sol, a natureza, o Orvalho da Manhã ! Salve Deus todo Poderoso, que me dá a felicidade de tomar a benção de toda a Natureza. Salve o Vento, o Sol, a Chuva, as Nuvens, as Estrelas e a Lua ! Salve as forças das Águas, a Terra, a Areia e o Solo fértil ! Que belo seja seu remédio ! O Pão que parto à mesa, seja multiplicado ! O trigo que trago comigo, seja minha propriedade. O Universo me abrace. E que os quatro elementos: Terra, Água, Fogo e Ar, me dêem as forças necessárias para todas as dificuldades de minha vida. Meus caminhos sejam abertos, hoje e sempre, com toda a pureza dos Elementais, dos Anjos Mensageiros de Deus e da nossa Rainha Santa Sara Kali. Amém!
Arcano 6 - Os EnamoradosRepresentam o momento de decisão de dois caminhos, a necessidade de enfrentar provas, o desejo ardente, a curiosidade e os sentimentos profundos. É o arcano das artes e da beleza. O número 6 da carta dos enamorados resulta tb de dois triângulos, um vértice apontado para cima e outro com o vértice apontado para baixo (A conhecida estrela de Davi, ou de 6 pontas). Já os amantes representam os dois mundos; o espiritual e o terreno, havendo necessidade da concretização de ambos. Esta carta simboliza o DESEJO. O homem e a mulher entregam-se à paixão, à procura. Existe a necessidade de longas conversas horas a fio. Têm lugar o respeito, os longos diálogos e os planos para o futuro. A paixão dos amantes é apenas uma centelha inicial. O amor das almas gêmeas já nasce adulto, independente da idade. Jovem ou velha, não importa. Sempre é tempo de amar. É como estar em meio a um processo evolutivo necessário, de alma e corpo (talvez por isso o meu 4 de Espado - trégua e isolamento). Essa sensação de estar "com fome de amor" pode mostrar egoísmo de personalidade, mas no fundo reflete o grande desafio da vida: o dilema que, não diz respeito necessariamente, apenas à escolha dentre duas pessoas, mas também de valores e do tipo de pessoa que queremos nos tornar. Nossa alma é representada pelos alquimistas como sendo o Graal, a taça que José de Arimatéia tinha em mãos durante a crucificação, em que recebeu o sangue de Cristo. Há quem diga que o Graal seja uma esmeralda, e todos sabem que esta pedra tem a forma de um hexágono. Dizem que quem encontrar o Graal terá todas as recompensas universais, além de conseguir também o elixir da juventude. Ele é um símbolo, um mito, um dos mais importantes da humanidade. O Graal é a alma e o coração de todos, igualmente sedentos por alegrias e satisfações, desejosos de verdade e felicidade.
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Minhas primeiras impressões com o tema DESEJO (tb tão central no Arcano dos Enamorados, qto a questão da dúvida e da escolha), o qual, fiz questão em postar nesse pedaço aqui, dedicado a resenhas... pq é de um "Author" tão literariamente humano, que me fez pensar é ínfima (e até tola) que separa Drummond de Nós, assim... de modo grosseiro e até segregário mesmo. Ok... preâmbulos a parte... a questão é que, esse poema eu achei naquele site [www.jornaldapoesia.com.br] e é de um "alguém virtual", quem eu simplesmente desconheço origem e procedência... mas que, ao cair googlenianamente em seu site... li isso aqui e resplandeci... pelo belo starting na reflexão de um tema, tão complicado e ao mesmo gostoso de sentir... Reversos e Desejos Desejamos o que é proibido, queremos o que não se pode ter, esperando que houvesse acontecido, sempre remoendo o que poderia ser… Acordado durante a noite, eu busco entender, porque sou tão indeciso? porque não faço acontecer? Como um navio naufragando sinto-me pesado e sem ar meus pés vão afundando nesse imenso mar de pesar… Mas então percebo que é bobagem ficar assim a remoer uma situção que não existe e que jamais vai retroceder. Pedro A. Nicoletti Visitem: http://jornaldapoesia.wordpress.com/2008/04/13/esse-e-meu PS: Atenção a sensibilidade da foto... tb foi escolha de publicação dele... :c) |