Carol's posts with tag: sinais
|  | Pois é... essa lunação deu o que falar... Com a companhia do Arcano X, prestes a findar, resolvi eternizá-lo em seus muuuitos momentos, muitos giros e muitas voltas, para sempre. nesse singelo álbum..... |
Sim! Eu que venho em companhia dos ctônicos, neste fim de semana, estive excepcionalmente em visita à Luz...

Uma passagem como poucas na vida da gente... onde - de primeira mão - já adianto que aprendi como os simples aspectos for tes dos nossos modos de nos religar com o espiritual são, de fato, as mais incríveis e intensas essências divinas que podemos encontrar em vida... UAU!!! E que justamente nessa forma tão singela e natural (mas forte! absurdamente forte!!) de expressarmos o sagrado em nós é que somos verdadeiramente agraciados por suas indiziveis magnitudes. Porque são nesses raros e caros momentos da nossa existência que descobrimos a real latência digna de chamarmos de dádiva sobre a Terra!
NOSSA... devo dizer também o quanto pequena e ainda impura me senti perante tanta luz brilhante!!!! Um resplendor que, confesso, mal consegui reter os olhos a pino para apreciar.. Era demais pra minha vista, sabem como é??? Tudo o que consegui foi me guardar a minha insignificante condição e me emocionar.
Que honra! Que privilégio!
 Um clarão que foi desde o colo do mensageiro, do sábado, até a Dama de escuro véu, a Grande Senhora Gentil, do domingo... Sem esquecer, é claro, das chamas gêmeas flamejantes a despontar ao léu (incrível vibração suave que franca vem nos presentear...)
Acompanhada por meu mangue primordial, enlaçada por minha queda d'água essencial e, claro, recoberta por minha maré fundamental..... devo explicar o quanto só consegui perceber - paradoxalmente - quão escuras estavam as minhas águas, naquele momento... Enegradas no coração de um começo de noite, seivada no seio de minh'alma. E que, dela, venho me despertar... É bem verdade que, no começo, estranhei muito o quanto eu só conseguia reconhecer meu elemento vital desse modo tão sombrio... mas, definitivamente, não me espantei! Porque a oeste, alí, descalça, nada eu poderia fazer senão me render aquela leve sensação de poça d'água a molhar meus pés, em tamanha escuridão... resignei-me!
Até.... de fato entender - com aquele tipo de insight que só o Brilhante é capaz de jorrar - que, afinal, qual outra sensação eu poderia ter perante a luz senão a escuridão??? Já que não se tem sombra sem luz...
 | Category: | Books | | Genre: | Religion & Spirituality | | Author: | Alberto Caeiro |
Quando está frio no tempo do frio, para mim é como se estivesse agradável, Porque para o meu ser adequado à existência das cousas O natural é o agradável só por ser natural.
Aceito as dificuldades da vida porque são o destino, Como aceito o frio excessivo no alto do Inverno — Calmamente, sem me queixar, como quem meramente aceita, E encontra uma alegria no facto de aceitar — No facto sublimemente científico e difícil de aceitar o natural inevitável.
[Alberto Caeiro, in Poesia, ed Assírio & Alvim, Lisboa, 2001:p.131]
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Tenho pensado muuuito sobre esse período do ano e os movimentos que ele traz. Desde tempos longínquos, li e pesquisei como a humanidade festeja o nascimento do Sol e como também este parece ser o o fenômeno mais importante da Terra. É o solstício da Luz do Sol e da Lua e do nascimento da VIDA na Terra.
Éh...
De repente chego a pensar e sentir quanto os homens precisam de datas para os ritmar, festejando na terra os ritmos do céu... Sempre foi assim com menor ou maior fidelidade.
(Carol divagando... horizonte ao longe...)
Seja como for, o fato é que o dia 21 de Junho (para o Hemisfério Sul) é, porém, o dia do Sol planetário, com ou sem religiões, com ou sem bom ou mau aproveitamento. Tudo o que se passa no céu se reflete em manifestações de festa, pagã ou cristãs, religiosas ou não, inspirando-se nas celebrações celestes.
E por quê? Eis aí o motivo que recaí em Alberto Caero para homenagear o Solstício de Inverno... Porque parece este ser o tal "facto sublimemente científico e difícil de aceitar o natural inevitável"... eterna inspiração do homem com a cabeça nas estrelas e os pés na terra, festejando os deuses (ou um só Deus), pq assim é, também, o jeito e a condição natural humana de ligar sempre o céu e a terra e, consequentemente, se religar...
E já que "o meu ser adequado à existência das cousas"... Que venha, então, o domingo e nossa celebração do Solstício de Inverno!!!!!
Afinal, pra mim e pro meu coração e pro jeito que eu tenho de sentir minha intuição, "o natural é o agradável só por ser natural". (Obrigada, amigas, por essa grande oportunidade) 
Pois é, a Carol não é muuuuito de postar sonhos (acho que eles são muuuito da gente e assim deve ficar) mas aí, conversando só sobre este último, com a Thatá no MSN, ative-me ao fato de que, nesse sonho, eu estava prestes a fazer uma viagem internacional, em meio aquela adrenalina de se fazer mala correndo, para não perder o vôo. Aí... nessas... veio a luz numa questão interessante: no meio do sonho, eu lembrava bem que eu dizia que o desembarque era em Zurique, na Europa e eu cheguei até a cogitar no sonho "É Alemanha, não é?!" e, realmente a coisa ficou no ar...
Qual minha supresa quando hoje, joguei no Google (o meu pastor e com ele nada me faltará, hahaha) e descubro ser uma cidade Suíça... com um daquels site de viagens começando a narrativa assim:
"Tudo no lugar certo, na hora certa, da forma certa, como se fosse um relógio suíço. Mas bem... aqui é a Suíça! Para quem vem do Brasil, conhecer um lugar como Zurique é, mantidas as proporções, mais ou menos como visitar outro planeta. Esqueça o jeitinho brasileiro, o improviso, o na hora a gente a gente vê como é que fica. Tudo aqui parece ser feito de acordo com os manuais e normas técnicas. Talvez por isso alguns brasileiros que vivem aqui acham o dia a dia, digamos, desprovido de emoções. Em compensação, os próprios suíços não reclamam e motivos não lhes faltam, já que Zurique tem sido repetidamente apontada como a cidade líder em todo o mundo, em termos de qualidade de vida, e sua população uma das mais bem servidas em educação, saúde e trabalho. A maior cidade da Suíça é a síntese de um povo que deu certo". Hahahahaha... simbólico pakas, não é??? Que tal um poquinho de Zurique hoje, na vida da gente?? Tudo no lugar certo, na hora certa, da forma certa, como se fosse um relógio suíço. Já pensaram??? E a coisa do "esqueça o jeitinho brasileiro, o improviso, o na hora a gente a gente vê como é que fica"... hahaha, essa foi demais! Será um recado?!?!?! Quem sabe... =)
De qualquer forma, fico com o ideário de qualidade de vida em educação, saúde e trabalho... eis a boa tríade que mais preciso, últimamente, para os meus dias... rsss
Link: http://www.clubedotaro.com.br/site/t77_leonardo.aspUm artigo muuuuuuuuito interessante das simbologias míticas existente nas obras de Fernando Pessoa. Com destaque a sua estética, seus estudos pessoais, até sua amizade com Aleister Crowley. E nessas alturas, o texto se propõe a refletir qual o contato do poeta português com os Arcanos E aí, a narrativa toda se desenvolve em cima do das famosas anotações que antecede seu livro Mensagem. MUITO INTERESSANTE!!!
 
------------------------------------------------------------------------ 4 junho 2008 A MAIS IMPORTANTE TAREFA.Sua mais importante tarefa desta época é tirar o sagrado dos templos e arraigá-lo na vida cotidiana, ou seja, colocar o espírito em ação, e assim fazendo aproximar céu e terra, de modo que seja preparado o evento cósmico que é a vinda do Instrutor Estelar.Cada pessoa em seu lugar de trabalho, familiar, social e econômico, todos juntos entoando a sílaba mística que é feita atitude concreta, encarando cada pequena ou grande tarefa como a oportunidade de agregar beleza, verdade, bondade e justiça a este pequeno e assustado planeta em que existimos.Esta é a tarefa de reinventarmos a religião, e todo período de Lua Vazia é muito propício para avançarmos neste sentido. -----> Alguma semelhança com a Sumo Sacerdotisa, nessa nova lunação é meeeeeeeeeera coincidência! Ai Senhor!!!
Pois é... poucas coisas me chama mais atenção do que o tal conceito de Sincronicidade de Jung e a Teoria dos Sinais, que eu mesma lapidei daquele filme do Mel Gibson. E o resultado expresso disso é o dia de hoje, que acabei de denominá-lo de "Caravana pra Tenda de Umbanda"
Há uma semana atrás, depois do MARVILHOSO Aniversário de 1 Ano de GET, conheci uma princesinha em forma de Thais que, segundo ela mesmo descreveu aqui no Multi, acabamos voltando do encontro juntas, lá para a Tenda onde trabalho todo domingo. Uma semana depois, tive o privilégio de conversar a semana toda com a Cassita, pelo msn... Resultado: por uma série de questões particulares a vida dela, sexta-feira ela estava me perguntando sobre o dia e hora dos trabalhos lá no meu centro e, por fim, acabamos combinando dela encontrar a Thais (sim! ela quer ir de novo e acho que vai acabar nos dando O ENORME PRAZER de começar a freqüentar) para irem juntas. Sábado seguinte, ONTEM< encontro a Lorién no GoogleTalk e, após uma conversa sobre interpretação de um sonho que ela acabara de ter, desenrrolamos as análises em para temas como provações espirituais e demanda de deidades que são nos protegem... Aí, uma coisa que puxa a outra, "sem querer" entramos nos assuntos de Umbanda e da curiosidade dela em conhecer um terreiro. Por fim, o papo desembocou em um guia que a acompanha já há algum tempo que, curiosamente, se trata de uma Linha dentro da Umbanda, tão importante quantas as outras, mas uma pouca fama e repercurssão usual... como as mais faladas (Iemanjá, Cosme e Damião, Caboclo, Exus etc.). E o mais espantoso: se trata justamente d gira de hoje, DOMINGO... Moral da História: Ganhamos, na Caravana pra Tenda de Umbanda,o assento reservados de Lórien e Chronos.... ============  Em um dos livros da minha vida, O Alquimista, em determinado momento da vida dela, o protagonista encontra um inglês que estava junto com outras pessoas, prestes a empreitada de sair em caravana ao deserto. Enquanto aguardavam... o protagonista e o inglês conversavam sobre sorte, coincidência e destino: "O Inglês ficou satisfeito: mesmo vestido como árabe, o rapaz pelo menos era europeu (nota:o protagonista) - Alguns chamam isso de sorte - disse o Inglês ao jovem. E este concordou - Se eu pudesse, escreveria uma gigantesca enciclopédia sobre as palavras "sorte" e "coincidência". É com estas palavras que se escreve a Limguagem Universal. O que quero dizer com isso??? Simples! Sincronicidade e Teoria dos Sinais
Sincronicidade Conceito desenvolvido por Carl Gustav Jung para definir acontecimentos que se relacionam não por relação causal mas por relação de significado. A sincronicidade é também chamada por Jung de "coincidência significativa". O termo foi utilizado pela primeira vez em publicações científicas em 1929, porém C.G.Jung demorou ainda mais 21 anos para acabar o livro "SINCRONICIDADE: UM PRINCÍPIO DE CONEXÕES ACAUSAIS", onde expõe o conceito e propõe o início da discussão do assunto. Basicamente, é a experiência de se ter dois (ou mais) eventos que coincidem de uma maneira que seja significativa para a pessoa (ou pessoas) que vivenciaram essa "coincidência significativa", onde esse significado sugere um padrão subjacente. A sincronicidade difere da coincidência, pois não implica somente na aleatoriedade das circunstâncias, mas sim num padrão subjacente ou dinâmico que é expresso através de eventos ou relações significativos. Foi um princípio que Jung sentiu abrangido seus conceitos de Arquétipo e Inconsciente coletivo.
Acredita-se que a sincronicidade é reveladora e necessita de uma compreensão, essa compreensão poderia surgir espontaneamente, sem nenhum raciocínio lógico. A esse tipo de compreensão instantânea Jung dava o nome de "insight". Jung afirmava que temos quatro funções básicas: razão, emoção, sensação e intuição. No nosso ser, geralmente uma delas é predominante. Mas quando trabalhamos internamente estas funções na direção do equilíbrio, uma nova função é acrescentada: a sincronicidade. E foi, a partir da contribuição de Jung, vários desenvolvimentos em diferentes áreas do conhecimento têm ampliado a compreensão da relação entre os processo psíquicos e o mundo exterios. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sincronicidade
NOTA DA CAROL: E dessas diferentes áres do conhecimento, onde se pode observar em maior grau, a intersecção desses princípios junguianos (Arquétipo, Inconsciente Coletivo e Sincornicidade, dentre outros) é justamente O ESTUDO DO TAROT!!! (GET) Teoria dos SinaisNo condado de Bucks, Pensilvânia, vive Graham Hess (Mel Gibson), um viúvo com seus dois filhos, Morgan (Rory Culkin) e Bo (Abigail Breslin). Também mora com eles Merrill (Joaquin Phoenix), o irmão de Graham. Ele reside em uma fazenda e era o pastor da região, mas recusa ser chamado como padre, pois questionou sua fé desde quando sua mulher, Colleen (Patricia Kalember), foi morta ao ser atropelada por um morador da região. Repentinamente a família se vê bastante intrigados com o surgimento de misteriosos e gigantescos círculos, inesperadamente em sua plantação; o prenúncio de sinais extraterrestres...

[Cena onde Merill e ex-Padre Mel Gibson estão sentados no sofá, na madrugada, com as crianças no colo dormindo, assistindo pela televisão o surgimento confirmado de 14 luzes brilhante no espaço aéreo mundial (Europa, Estados Unidos e Oriente). Merril começa o diálogo com o irmão, Mel Gibson]
- Algumas pessoas devem estar pensando que é o fim do mundo. - É verdade. -Você acha que poderia ser? - Acho. - Como pode dizer isso? - Não era a resposta que queria ouvir? - Você não pode agir como agia antes? Console-me. - As pessoas se dividem em dois grupos. Quando passam por algo de sorte, o grupo número um vê como mais do que sorte, mais do que coincidência. Eles vêem como um sinal, evidência de que alguém está cuidando deles. O grupo número dois vê como pura sorte. Um acaso feliz. Tenho certeza que o grupo número dois está olhando para essas 14 luzes de forma suspeita. Para eles a situação é meio a meio. Poderia ser ruim, poderia ser boa. Mas por dentro, eles sentem que não importa o que acontecer, estão sozinhos. Isso os enche de medo. Essas pessoas existem. Mas tem muita gente no grupo número um e quando eles vêem essas 14 luzes, estão vendo um milagre e por dentro sentem que não importa o que acontecer, alguém lhes ajudará. Isso os enche de esperanças. (tempo para suspiro pensativo dos personagens. Mel Gibson, vira ao irmão e conclui)
- Você deve se perguntar que tipo de pessoa você é. Você é do tipo que quando vê sinais, vê milagres? Ou você acredita que as pessoas dão sorte? É possível que coincidências não existam...
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